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Aeromédico Medicar – Novos voos para a saúde

O que é o transporte Aeromédico Medicar? O serviço de Transporte Aeromédico é um serviço inter-hospitalar de urgência e emergência onde o paciente utiliza aeronaves para ser transferido para outro hospital acompanhado por uma equipe completa de médicos, enfermeiros e fisioterapeuta. O Transporte aeromédico da Medicar pode ser solicitado nas mais diversas situações clínicas que necessitam de suporte de UTI aérea e é realizado seguindo à risca a legislação vigente, sempre respeitando as condições clínicas do paciente, além das condições meteorológicas. Antes da transferência do paciente realizamos o transporte terrestre até o ponto de decolagem da aeronave, sempre com acompanhamento de uma equipe médica. A Medicar trabalha com equipe própria com uma célula montada exclusivamente para gerenciamento dos transportes aeromédicos 24 horas, além de contar com empresas parceiras especialistas no segmento. Como funciona o transporte em UTI Aérea? Quando é solicitado um transporte com UTI AÉREA, nossa Central Médica especializada em Medicina Aeroespacial entra em contato com a equipe médica do hospital de origem para garantir que o paciente reúne condições ideais para a realização do voo. Através da Telemedicina, nossos médicos, fisioterapeutas e enfermeiros conseguem dar suporte à equipe do hospital de origem para viabilizar o transporte aplicando a triagem médica que, além de avaliar o quadro clínico do paciente, define o melhor tipo de aeronave (Jato ou Turboélice) e a melhor composição da equipe (médico, enfermeiro e fisioterapeuta). Concluída essa etapa é hora de buscar disponibilidade de aeronave e executar a transferência do paciente. Em média, a decolagem é programada após 2h a contar da contratação do serviço. Todo o percurso é monitorado por radar e nossa central atualiza o solicitante (família, operadora e equipe médica) em tempo real. Em paralelo, nossa Célula Técnica dedicada faz a programação dos transportes terrestres nas duas pontas (aeroporto x hospital de origem x aeroporto e aeroporto x hospital de destino x aeroporto).   Alguns diferenciais: Atendimento 24h por dia, 7 dias por semana em território nacional. Equipe própria e altamente qualificada. Parcerias com as melhores empresas do ramo. UTIs Aéreas completamente equipadas com a mais alta tecnologia médica. Seleção e desenvolvimento do time completo: desde a equipe que atende o chamado, equipe médica, enfermeiro e fisioterapeuta; Credenciamento de parceiros em todo território nacional para a realização do transporte terrestre; Equipe especializada Nossos profissionais são habilitados para o transporte aeromédico e estão sempre prontos para diversos tipos de missões. Toda equipe médica e tripulação passam por cursos periódicos de atualização, como Introdução a Medicina Aeroespacial, Fisiologia de Voo, Intervenções de bordo, Emergências gerais, dentre outros.   Protocolos seguidos à risca: A Célula Técnica dedicada ao Transporte Aeromédico da Medicar, segue todos os protocolos de atendimento que incluem, entre outros: Triagem médica; Monitoramento e viabilização do transporte aeromédico; Monitoramento das condições clínicas do paciente e da posição atual das equipes aéreas e terrestres; Contato com INFRAERO e ANAC; Feedback para familiares e equipe médica solicitante.   Nos tornamos referência de qualidade e segurança e somos a primeira opção das equipes médicas dos maiores hospitais e médicos de renome de São Paulo.

Resgatando Maria Estela: a história real de uma mãe.

Resgatando Maria Estela: a história real de uma mãe. Ser mãe é amor, mas também é cuidado. Principalmente quando se é mãe de primeira viagem. Por mais que você se prepare, maternidade se aprende na prática e cada choro ou soluço gera preocupação. Muitas vezes não é nada, mas, às vezes, o inesperado acontece. Foi que aconteceu com a nossa colaboradora Gielen, apenas 3 dias após o nascimento da sua filha, Maria Estela, que sofreu um engasgo e precisou de assistência médica urgente, imediatamente.   Este é seu relato: “Hoje meu coração pediu pra escrever sobre minha segunda gestação, onde recebi a benção de ser mãe da Maria Estela, nossa bebê arco-íris. É exatamente assim que ela é colorida e cheia de alegria. Foi uma gestação tranquila, trabalhei até o final, ela nasceu no dia 16.10.2018, (Meu melhor presente de aniversário, no mesmo dia do meu aniversário), bem de saúde, com 49 cm e 3.340kg. Foi um parto cesárea, teve uma pega boa na amamentação, ficamos internadas 2 dias conforme o protocolo do hospital por ter sido cesária. Fomos pra casa no dia 18, nossa família estava completa, muitas alegrias, visitas, que delícia, nossa primeira noite foi tranquila, ela só acordava pra mamar. Dia 19 foi dia de fazer o teste do pezinho, foi um dia tranquilo também, e ai a noite veio um fato inesperado. Michel (meu esposo), estava com a Maria Estela no quarto dela, e eu havia ido ao banheiro, quando ele me chama diz: Maria Estela está engasgada. Naquele momento eu só conseguia rezar, mostrei a ele como devia fazer a manobra pra desengasgar e liguei imediatamente pra MEDICAR, a empresa onde trabalho, expliquei a situação pro atendente que me passou pra falar com a medica reguladora que além de companheira de trabalho é uma amiga, Dra Vaina. Expliquei a situação e ela nos pedia calma, mas parece que era uma eternidade a ambulância chegar. Nesse tempo, retornei a ligação e pedia pelo amor de Deus pra nos ajudar, ela pedia calma e que continuássemos fazendo a manobra. Até que por fim a equipe chegou (passou 10min da ligação), muito desesperada eu corria no meio da rua, recém operada. A equipe era composta pelo médico Dr. Fernando Sadano, um motorista e um enfermeiro. Fizeram um excelente trabalho e Maria Estela voltou sem sequelas. Fomos pro Hospital, passamos a noite lá pra ela ser avaliada pelo cardiologista Dr Clemente, que fez o exame e descartou qualquer possibilidade de problemas cardíacos. Esse foi o terceiro dia de vida da Maria Estela, meu coração transbordou de emoção e gratidão por todos que estiveram com nós nessa noite . Agradeço a Deus e a intercessão de Nossa Senhora Aparecida, por ter nos abençoado com a vida da Maria Estela, meu coração transborda de emoção e gratidão por todos que estiveram com nós nessa noite, em especial a equipe Medicar, Dra Vaina e Dr Marcio, Dr Fernando Sadano, motorista e enfermeiro, por serem tão humanos e nos acolher nesse momento de aflição. À nossa família e amigos pelas orações, também. Hoje ela segue cheia de saúde, amorosa e muito risonha.” Abaixo segue o relato do médico socorrista Medicar: “Sempre digo que toda queixa, todo atendimento, todo paciente é importante…Não importa se um paciente bate em meu consultório na USF pelo SUS ou se vou atendê-lo pela Medicar. Não importa se a queixa é algo relativamente “mais simples” como uma dor de cabeça, uma crise de labirintite ou uma emergência, como um TCE grave, um AVC, ou uma crise convulsiva… Quando um paciente nos procura, não importa a sua queixa, idade, condição social, se ele nos procura, é porque ele precisa de ajuda… E de uma forma ou de outra é sempre nossa obrigação tentar ajuda-los…Eu gosto sempre de dizer que o atendimento mais importante, que o paciente mais especial, é sempre o próximo que iremos fazer… Não importa se a consulta vai demorar 5 minutos ou 2 horas, mas durante o tempo que estivermos com o paciente, nosso foco deve ser somente ele…Enfim, tento sempre atender todos os pacientes da melhor forma possível, pois realmente gosto muito do que eu faço, e por isso não me canso de trabalhar bastante, mas é justamente por histórias como essa que nos fazem ganhar o dia… Pois bem, hoje entre um paciente e outro, fui pego de surpresa com o relato da querida amiga Gielen, do dia que fomos atender a filhinha recém nascida…Como eu disse, todo atendimento é único e especial… mas o da Maria Estela realmente foi diferente…Lembro como se fosse hoje… Era um sábado a noite, estávamos na base, havíamos acabado de chegar com o jantar e estávamos nos preparando para comer…  quando recebi o chamado pelo rádio, olhei o atendimento e vi que era uma emergência com o nome da Gielen…Ainda na mesa eu falei pra equipe: “Ela tava no final da gestação, vai ver entrou em trabalho de parto, bora lá!”(Eu não sabia que ela já havia tido o parto) Largamos a comida de qualquer jeito na mesa, e fomos em direção a ambulancia… Na ambulancia, recebo o caso completo da Dra Vaina: “Sadano, o atendimento é pra filhinha dela que está engasgada…”Estavam comigo na equipe, o enfermeiro Fernando Franchin e o motorista Rodrigo Fritz…Na mesma hora, lembro que eu e Fernando falamos para o Fritz:” – Corre!!! Liga essa sirene e voa porque pode ser grave… Não deu outra, em cravados 8 minutos conseguimos cortar a cidade e chegar a casa da família…Foram apenas 8 minutos!!! Porém, foram talvez os 8 minutos mais demorados de nossas vidas… No caminho, eu e o enfermeiro Fernando fomos fazendo suposições, imaginando em caso de complicações, quais procedimentos realizar, quais drogas poderiam ser úteis neste caso, e quais as dosagens das mesmas…”Mas e aí, não sabemos o peso, não sabemos nada da criança? Vamos considerar 2,5kg? Ou 3 kg? Aaah, acabou de nascer né? Calcula pra 2.750g”…Pode parecer pouca diferença… mas meio quilo pra um RN é praticamente um sexto de

O que causa desmaios?

Você já desmaiou? Ou já viu alguém desmaiando? Situações assim não são nada agradáveis, pelo contrário, nos deixam muito preocupados. Mas o que pode causar um desmaio?   A síncope, popularmente chamada de desmaio, consistente em uma perda temporária da consciência. Geralmente as síncopes acontecem de forma instantânea, e o indivíduo não demora para voltar à consciência.Os desmaios, na maioria das vezes, não oferecem riscos à saúde, mas é indispensável que o motivo que o causou seja investigado, pois ele sim pode oferecer riscos. Sintomas do desmaio Dificilmente o indivíduo saberá quando sofrerá um desmaio, pois os sintomas ocorrem durante e depois da perda de consciência. Entre eles, o desmaio pode ocasionar:   – Fraqueza muscular generalizada – Palidez – Tontura – Suor frio – Formigamento no corpo – Perda da consciência   O que pode causar um desmaio? Há diversos fatores que podem causar desmaios: ficar longos períodos sem comer, exposição demasiada ao sol, sofrer fortes emoções, estar em locais apertados e com pouco ar, cefaleia (dor de cabeça) e problemas no fluxo sanguíneo para o cérebro são uns dos principais causadores.   A maioria dos motivos mais comuns que causam desmaios são de situações ocasionais, ou seja, fatores externos que influenciam o organismo.   Síncope vasovagal A síncope vasovagal é um dos motivos mais comuns entre os desmaios. Isso ocorre quando a pessoa fica por um longo período em pé, causando um acúmulo de fluxo sanguíneo nas pernas, o que prejudica a irrigação sanguínea para das demais partes do corpo, principalmente para o cérebro.   Com o fluxo sanguíneo prejudicado, o cérebro envia sinais ao coração para que bombeie mais sangue para o tecido cerebral. Por sua vez, o coração se sobrecarrega com o serviço extra de tentar compensar o sangue acumulado nos membros inferiores. Para corrigir a situação, o cérebro dilata os vasos sanguíneos, o que ocasiona uma brusca queda de pressão, causando então o desmaio.   De forma geral, os desmaios causados por síncope vasovagal apresenta uma recuperação rápida e sem complicações como confusões mentais. Mas é importante que o paciente receba assistência médica para maiores investigações a respeito da sua saúde.   Atendimento médico  Com os serviços Medicar você recebe atendimento pré-hospitalar em qualquer urgência ou emergência médica, no local em que você estiver. Saiba mais.

Qual a diferença entre CTI e UTI?

Certamente você já ouviu falar sobre CTI ou UTI, não é mesmo? Essas duas siglas aparecem bastante quando estamos falando sobre casos graves de saúde que podem ser decorrentes de acidentes, cirurgias que tiveram complicações e outras inúmeras possibilidades de agravos na saúde.   Mas você sabe o que cada sigla significa e o que diferencia uma da outra?   CTI O Centro de Terapia Intensivo reúne os pacientes de casos graves que precisam de cuidados avançados de uma equipe de médicos e enfermeiros com amplo conhecimento. Durante toda a internação do CTI o paciente é monitorado, para caso haja alguma situação emergencial ele possa ser atendimento o mais rápido possível.   Somente os profissionais de saúde podem permanecer no CTI.   UTI A UTI é a Unidade de Tratamento Intensivo, onde pacientes com graves problemas que precisam de cuidados e supervisão constante são internados. A UTI conta com profissionais especializados para cada tipo de cuidado que o paciente internado precisa.   Devido à especificidade, grandes hospitais contam com UTIs específicas como UTI cardiológica, UTI neonatal, UTI de queimados, etc. As visitas de familiares só ocorrem com permissão médica e horário controlado.

Atitudes que podem favorecer sua saúde mental durante o isolamento social

Desde os primeiros sinais que uma possível pandemia poderia atingir o mundo, a preocupação e o medo tomaram conta de algumas pessoas. Isso porque os efeitos da pandemia podem afetar diretamente a saúde mental.   Por que a saúde mental pode ser afetada pela pandemia? Com as diretrizes de isolamento social sendo aplicadas, muitos fatores podem complicar a vida social e econômica das pessoas. Devido a essas complicações, alguns problemas como a ansiedade podem surgir. Os microempreendedores podem sofrer com o estresse e ansiedade do impacto econômico. Pessoas que já possuem problemas de saúde podem se preocupar ainda mais, e quem possuía uma vida ativa pode sentir de forma negativa os efeitos do isolamento social. Todos esses fatores podem impactar a saúde mental.   Como lidar com esses fatores de ansiedade? Diante desses fatores, a melhor saída é procurar por medidas e hábitos que contornam o que está aumentando a sua ansiedade.   #1 – Controle o fluxo de informações  Ficar bem informado em situações de crise é muito importante. Mas priorizar a saúde mental requer tomar alguns cuidados. É indispensável que você você dose a quantidade de informação que está recebendo, pois grandes fluxos de informação com más notícias podem afetar a sua saúde mental.   #2 – Alterações na rotina Muitos trabalhadores estão assumindo as suas funções de casa através de práticas de home office. No entanto, muitos tiveram suas atividades de trabalho suspensas. Por isso, criar uma nova rotina pode auxiliar na adaptação enquanto a fase de isolamento durar. Procure realizar atividades prazerosas, mantenha um sono regulado e realize atividades de alongamento para manter o bem-estar físico.   #3 – Dúvidas em excesso podem aumentar os níveis de ansiedade Durante esse momento tão delicado, onde todos os dias as notícias informam a respeito de casos críticos e dados alarmantes, inúmeras dúvidas a respeito dos sintomas de doenças podem surgir. Esse alto nível de dúvidas e ansiedade pode prejudicar a sua saúde mental. Por isso, conte com o serviço de Orientação Médica por Telefone da Medicar. Assim que surgir alguma dúvida, você pode ligar para nossa central de orientações e conversar com um médico.   Entre em contato conosco e saiba mais.

O que fazer para evitar que o coronavírus entre em sua casa

Embora a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) seja permanecer em casa para evitar a disseminação do novo coronavírus, sair de casa para ir ao mercado ou à farmácia pode ser inevitável. E o que fazer para não levar e espalhar o vírus quando voltar para casa?   Cuidados com o coronavírus ao sair de casa É importante ressaltar os cuidados necessários ao sair de casa, como o uso do álcool em gel com frequência para higienizar as mãos, evitar o contato com superfícies de locais públicos e sempre cobrir a boca com antebraço ao tossir ou espirrar, além de evitar contatos físicos desnecessários, como abraços, beijos e apertos de mão. Cuidados com o coronavírus ao voltar para casa  A regra é clara: precisou sair de casa, não vá entrando e sentando no sofá, pois o vírus pode estar alojado em seus sapatos, roupa ou itens que você levou consigo.   Atente-se aos seus sapatos. Sempre que retornar para casa, se possível, entre em casa somente após tirar os sapatos e os guarde em um lugar reservado – caso for precisar sair novamente em pouco tempo. Se possível, limpe as solas do sapato com desinfetantes e guarde-o com os outros.   Após cuidar dos sapatos, hora de cuidar das roupas e tomar um bom banho. Para evitar contaminar o ambiente e superfícies do seu lar, retire as suas roupas e as separe em um lugar específico, seja no cesto de roupa suja ou mande direto para a máquina de lavar.   Durante o seu banho, lave bem suas mãos, braços, rosto e toda a superfície da pele que pode ter ficado exposta enquanto você esteve fora de casa.   Coronavírus em objetos que você trouxe da rua  Levou algo consigo ou comprou algo para casa? Atente-se à higienização desses itens. O mais indicado é utilizar álcool 70 para limpar esses objetos. É importante frisar que a higienização também pode ser feita com água e detergente. Esse ato não se restringe apenas aos objetos comprados, então não se esqueça de higienizar o seu celular, carteira, chaves e quaisquer outros objetos que tenha levado consigo.

Cabeçadas no futebol – quais são os perigos neurológicos para crianças?

O seu filho joga futebol? Um estudo realizado recentemente mostrou que cabecear bolas durante partidas de futebol pode causar um tipo de concussão em crianças de até 11 anos. No pior dos cenários, danos neurológicos poderiam ser causados. O perigo de cabecear bolas de futebol A pesquisa apresentada no Congresso American College of Sports Medicine levantou dados concretos a respeito dos efeitos que a cabeçada na bola de futebol pode trazer. A pesquisa monitorou 30 jogadores, 15 meninos e 15 meninas (entre 9 e 11 anos) durante uma partida de futebol. Após o término da partida, foi constatado que os jogadores mirins que cabeceiam a bola receberam um impacto de força de aceleração entre 16 e 60G. A título de comparação, um impacto de 60G em um adulto pode causar uma concussão. O que é uma concussão? A concussão é caracterizada como um trauma crânio-encefálico, identificada pela perda transitória de consciência – quando a pessoa fica desacordada por alguns instantes. A concussão pode afetar a memória, o julgamento, o reflexo, a capacidade de fala, a coordenação muscular e o equilíbrio do corpo humano. Subconcussão após o impacto Após constatar a força do impacto recebido pelos jogadores infantis no crânio ao cabecear a bola, um exame neurológico foi realizado para analisar as funções neurológicas de cada um. Durante o exame, os pesquisadores perceberam que o impacto prejudicou o reconhecimento de palavras e a capacidade de leitura entre as meninas. Já com os meninos, a velocidade do processamento auditivo e as habilidades de linguagem foram prejudicadas. Todos os efeitos prejudiciais foram temporários. Os pesquisadores não caracterizaram os danos por conta da cabeçada como concussão, e sim como uma subconcussão, pois não houve perda da memória e os danos apresentaram ser de curto prazo. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pretende proibir as cabeçadas em bolas de futebol durante treinos e partidas quando houver menores de 12 anos competindo. A iniciativa é semelhante à que já foi adotada por países europeus para prevenir possíveis danos. Danos permanentes A pesquisa não conseguiu constatar se os danos provenientes das subconcussões podem se tornar permanentes caso ocorram repetidamente. Contudo, é importante que haja uma prevenção e o ato de cabecear a bola seja reduzido.   Veja Também Por que a NOVA TELEMEDICINA da Medicar não é palavra de moda Notícias NOVA Telemedicina Medicar – Por que a chamamos de NOVA? Notícias Telemedicina cresce e se consolida como formato prático e eficiente na retomada dos atendimentos Notícias Medicar soluciona 70% dos casos de emergência sem necessidade de remoção. Notícias Aeromédico Medicar – Novos voos para a saúde Notícias Resgatando Maria Estela: a história real de

Coronavírus no local de trabalho? Saiba como prevenir

Em razão dos casos crescentes de coronavírus no Brasil, a preocupação com a contaminação do vírus tem aumentado, pois a doença se alastrou rapidamente por diversos países mundo afora, o que levou à infecção de milhares de pessoas. Você já sabe como se prevenir do coronavírus no local de trabalho? Venha conferir algumas dicas e saiba como mitigar as suas chances de ser infectado pelo coronavírus e também por outras doenças contagiosas.   O coronavírus Desde 1960, o coronavírus foi identificado como uma família de vírus que causa síndromes respiratórias, resfriados e pneumonias. Então é importante ressaltar que não se trata de uma nova doença ou de um novo vírus, e sim de um tipo de coronavírus que não havia sido identificado antes, isto é, uma nova versão desse vírus. De forma geral, os principais sintomas do coronavírus são febre, dor, dificuldade para respirar, tosse e a evolução para uma pneumonia (quando a infecção atinge os pulmões).   Evitando o vírus no seu local de trabalho Seja em um ambiente descontraído, ou em um escritório com regras rígidas, o local de trabalho tende a ter várias pessoas compartilhando o mesmo ambiente e, muitas vezes, os mesmos equipamentos, o que aumenta as chances de expor várias pessoas a uma ou diversas fontes de vírus diferentes.   É importante higienizar frequentemente com desinfetantes (álcool 70, por exemplo) as cadeiras, mesas, telefones, teclados e quaisquer outros equipamentos que sejam compartilhados. As superfícies desses objetos podem alojar o coronavírus e outros tipos de vírus e bactérias.     Outro método importante a ser adotado em casos de surtos é viabilizar o trabalho home office, se possível. Assim os colaboradores não contaminam os demais, e as chances de um surto se espalhar pelo escritório serão minimizadas.   Promova a higiene A prevenção através da higiene é uma das melhores medidas a ser adotada. Caso o ambiente de trabalho não forneça nenhum aparato para higienização, procure sempre ter perto de você lenços para cobrir a boca e o nariz ao espirrar e tossir. Desse modo você evita contaminar o ar e superfícies que estejam perto de você. Lembre-se de descartar o papel usado o mais rápido possível.   Quando não houver lenços por perto, substituir a mão pelo antebraço para cobrir a boca e o nariz ao espirrar e tossir é uma opção melhor do que utilizar a mão, pois com a mão as chances de você contaminar outras pessoas e objetos são maiores. Confira abaixo alguns passos para lavar a mão de forma eficaz.     É importante também reconhecer que você não é de ferro. Caso esteja doente e manifeste sintomas como febre e dificuldades respiratórias, não vá ao trabalho. Procure um médico e fique em repouso para se recuperar.   A Medicar Com o serviço de Área Protegida, a Medicar oferece serviço de atendimento pré-hospitalar em casos de emergências e urgências para funcionários e clientes que estejam dentro da área delimitada. Caso seja necessário, a ambulância leva o paciente até o hospital mais próximo, mas em 85% dos casos a emergência é resolvida no local. Saiba mais sobre esse serviço.

Como ter uma vida mais saudável: saúde da mulher

Ter uma vida saudável não é tão fácil, afinal, recorrer a comidas fast-foods e negligenciar os exercícios físicos é muito comum em razão da correria do dia a dia. Mas sabemos que a sua saúde não pode esperar, por isso reunimos dicas práticas para melhorar a sua saúde e qualidade de vida.   Organização é a chave da mudança! Mudar a alimentação e dizer “não” para hábitos prejudiciais pode ser muito difícil, até porque é muito mais fácil optar por soluções rápidas para o momento. No entanto, essas soluções, quando aderidas a longo prazo, acarretam em prejuízos à sua saúde.   Por isso, a primeira dica é organizar a sua rotina. Em um papel, como uma folha sulfite, anote os seus horários. Procure entender quanto tempo você gasta durante o seu deslocamento para o trabalho, estudos, visitas, etc. Entenda como você gasta o seu tempo.     Ao compreender onde o seu tempo é aplicado, você poderá entender onde passa mais tempo e o que você tem ingerido. Assim você poderá fazer um controle entre a sua alimentação e o seu tempo gasto com exercícios físicos para ter um organismo saudável.   Alimentação saudável é prática Se você quiser ter uma alimentação saudável, crie uma rotina alimentar sem pratos complicados. Busque comer saladas variadas, grãos, proteínas magras (peixe e frango) e frutas. Por serem alimentos de fácil preparo, você alia o útil ao agradável para ter uma alimentação balanceada.   É importante frisar que cada organismo precisa de uma quantidade de nutrientes diferentes. Consultar-se com um nutricionista pode te auxiliar a descobrir como ter a alimentação ideal.   O que você faz em 15 minutos? Quinze minutos, um período de tempo muito curto, não é mesmo?! Mas, segundo o estudo realizado pelo Jornal da Associação Médica Americana, 15 minutos de exercícios físicos diários são o suficiente para reduzir o risco de morte prematura.   Encaixe em sua rotina esses 15 minutos e proporcione a si mesmo uma expectativa de vida maior. Os exercícios físicos de intensidade moderada podem ser aplicados em nossa rotina com caminhadas em velocidade rápida e uma volta de bicicleta. Esse tipo de exercício favorece o condicionamento cardiorrespiratório e a resistência.   Para o público feminino, os exercícios físicos que estimulam a saúde das funções cardíacas são fundamentais, pois segundo estudos as mulheres possuem 50% a mais de chances de sofrer um ataque cardíaco.   Pequenos hábitos, grandes mudanças É sempre bom lembrar que pequenas atitudes possuem o poder de trazer grandes mudanças. Por exemplo, atentar-se à quantidade de água ingerida diariamente para beber no mínimo 2l por dia é fundamental para um organismo saudável. Outros dois pequenos hábitos também podem trazer grandes mudanças e benefícios para sua saúde: Escolher ir de escadas fixas favorece a circulação sanguínea, pois ajuda no exercício cardiorrespiratório. O uso do protetor solar é indispensável para uma pele saudável e sem manchas, além de prevenir o câncer de pele.   A Medicar Além de estar com você a todo momento com o serviço de Atendimento Pré-Hospitalar para casos de emergências e urgências médicas, você ainda conta com a Central de Orientação Médica por telefone 24h. Assim você pode tirar as suas dúvidas com um médico através de uma ligação telefônica. Saiba mais. 

Partos emergenciais: o que fazer durante o trabalho de parto longe do hospital?

Partos emergenciais: quem nunca ouviu uma história de alguém que ‘’quase nasceu dentro do carro’’, ou assistiu a um filme que possuía uma cena tensa de uma mulher dando à luz em circunstâncias inadequadas e muitas vezes perigosa.   Embora casos assim não sejam tão comuns quanto os filmes e séries relatam, é sempre bom saber o que fazer em situações como essas. Confira agora algumas instruções a serem tomadas durante partos emergenciais.   A natureza e o parto Durante muito tempo o parto era realizado em casa, por isso era muito comum a profissão de parteiras, mulheres essas responsáveis por auxiliar as mães durante o parto. Só a partir do século XVI (por volta de 1501) que os médicos começaram a desenvolver novas técnicas e aparelhos que pudessem auxiliar no parto.   Ou seja, durante milhares de anos as mulheres deram à luz de forma natural e instintiva, por isso, ao se deparar em uma situação emergencial de parto, não se desespere, pois a natureza sabe o que fazer!   Como funciona o trabalho de parto O parto natural é caracterizado por algumas fases que, ao serem reconhecidas, permitem que outras pessoas (enfermeiras, médicos, obstetras) possam agir e auxiliar durante o procedimento.   Fases do parto – 1a Fase: Dilatação A primeira fase do parto é quando acontece as famosas contrações e o processo de dilatação do colo do útero e do canal do parto. É muito comum que as mulheres sofram com as dores das contrações.   Essa fase pode durar de 10 a 12 horas. A velocidade do processo de dilatação pode variar de acordo com as reações bioquímicas do corpo, o que varia de mulher para mulher, fazendo com que trabalhos de partos durem mais ou menos horas.   Para o bebê poder sair do útero, o canal do parto precisa dilatar até 10cm. Pode parecer pouco, mas o procedimento pode ser doloroso e demorado.     Fases do parto – 2a Fase: Expulsão Após a dilatação estar completa, as contrações tendem a aumentar a intensidade e diminuir seus intervalos, e o bebê já começa a coroar. Essa fase costuma durar entre uma e duas horas. É aconselhável que a mãe faça força para expelir o bebê ao mesmo tempo em que as contrações aparecem, facilitando o trabalho de parto.   Essa fase dura até o bebê sair do útero. É normal que os bebês nasçam enrolados pelo cordão umbilical, e isso não é motivo para preocupação. No entanto, é importante que o bebê seja cuidado e que o cordão seja desenrolado.   É importante atentar-se que durante o processo de dilatação e expulsão do bebê, pois o saco amniótico (ou bolsa gestacional) pode não estourar. Esses casos são chamados de parto empelicado, e são muito raros, pois estima-se que aconteça uma vez a cada 80 mil partos.   Fases do parto – 3a Fase: Dequitação Após a conclusão da fase de expulsão, o útero diminui de volume e ocorre o descolamento da placenta para também ser expelida. Essa fase é natural do corpo, mas pode ocorrer algumas complicações, oferecendo riscos de hemorragia.     Fases do parto – 4a Fase: Greenberg A quarta fase do parto acontece depois da saída da placenta. Esse período é dedicado a observação da mãe que acabou de dar à luz, em razão dos riscos de hemorragia e outras complicações após a fase de dequitação.   Como agir em casos de partos emergenciais Um dos maiores medos da mulher grávida é não conseguir chegar ao hospital a tempo. Mas como falamos anteriormente, a natureza segue o seu curso, e o número de partos que aconteceram antes da existência de hospitais são quase inestimáveis.   O importante é ter em mente algumas noções do que fazer quando esse momento chegar e você ainda estiver distante do hospital – ou não possuir ajuda profissional.   O parto avança de forma natural e o processo de dilatação segue todo o curso com o passar das horas. Ao chegar na fase de expulsão, é importante que quem esteja acompanhando a mulher que está prestes a ter o bebê ajude a manter a calma e oriente a controlar a respiração e a manter as pernas abertas (durante as dores causadas pela contração, caso o bebê já esteja coroando, o fechamento brusco das pernas pode vir a machucar a cabeça do bebê).   É importante também que a mulher seja mantida deitada de lado até o momento de expelir o bebê (quando atingir 10 cm de dilatação). Se a mulher ficar deitada durante todo o trabalho de parto, a pressão exercida pelo peso do bebê pode comprimir a veia cava, causando desconforto e mal-estar. O mais indicado é que ela se deite de costas apenas durante o momento de expelir o bebê.     Cuidados com o bebê recém-nascido Caso o parto seja empelicado (sem a ruptura da bolsa gestacional), a bolsa pode ser rompida com o auxílio de alguma ferramenta – como uma pinça – , mas TODO O CUIDADO É POUCO. É importante que o manuseio seja cauteloso para não ferir o bebê durante o procedimento.   Depois de o bebê ser expelido, é necessário realizar uma limpeza, retirando toda secreção de seus olhos e nariz, impedindo qualquer obstrução. É importante secar o bebê (que estará molhado em razão da bolsa gestacional e do líquido amniótico) e aquecê-lo para que não perca calor.   O cuidado com o cordão umbilical precisa ser delicado. Para realizar o corte, é importante esperar cerca de 2 a 3 minutos após o nascimento.   O corte só deve ser realizado após as ligaduras do cordão umbilical serem feitas. Para isso, é necessário que um tecido (como um cadarço limpo, por exemplo) seja utilizado. Com uma margem de segurança de no mínimo 6 cm da barriga do bebê e da vagina da mãe, deverá ser feito um nó.   O cordão umbilical deverá ser cortado entre as ligaduras com uma tesoura limpa e se possível esterilizada. A margem de segurança para o corte serve para que os profissionais da saúde possam realizar o procedimento da maneira mais correta possível dentro de