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Como é o tratamento do câncer? Tudo o que você precisa saber sobre essa doença

Com uma alta taxa da população que sofre com câncer, é necessário que haja informações disponíveis para todos. Entenda agora como funciona o tratamento do câncer, quais são os seus tipos e como eles são feitos. Se você ainda não leu a primeira parte desse artigo, confira agora (LINK texto3) para ter a informação completa.   Tratamentos para o câncer Os tratamentos para tumores e câncer geralmente podem ser realizados com a intervenção cirúrgica. O médico cirurgião procura retirar todas as células cancerígenas e o tumor do local específico onde este se alojou. Caso haja metástase, o paciente pode passar por uma série de cirurgias para a retirada dos tumores.     Durante o procedimento cirúrgico, pode ser que alguma parte do tumor/câncer fique residual. Quando isso acontece, o paciente precisa ser levado para realizar procedimentos de quimioterapia e/ou radioterapia.   Quimioterapia Como o próprio nome indica, o tratamento quimioterápico é realizado com compostos químicos específicos para a destruição das células cancerígenas. Contudo, células saudáveis também podem ser destruídas durante esse tratamento, pois os componentes químicos se espalham por todo o corpo através da circulação sanguínea.   A quimioterapia é administrada pela equipe oncológica (enfermeiros, médicos) de maneira venosa, ou seja, através das veias (sistema circulatório do paciente). O tratamento também pode ser medicado de maneira oral.     Existem alguns tipos de quimioterapia específicas para cada caso:   Curativa: quando é administrada para obter total controle sobre o tumor, e assim, combatê-lo. Adjuvante: realizada após a cirurgia com o objetivo de eliminar por completo as células cancerígenas residuais. Neoadjuvante: usada para diminuir o tamanho do tumor, para que assim a cirurgia possa ter maiores chances de sucesso. Paliativa: usada para fornecer uma maior qualidade de vida, oferecendo mais tempo de vida.   Radioterapia O tratamento com radioterapia é realizado com radiações ionizantes que possuem o poder de destruir e inibir o crescimento das células.   Semelhante à quimioterapia, a radioterapia também acaba afetando as células saudáveis, contudo de maneira mais controlada, pois somente a área que possui as células cancerígenas será atingida pela radiação, e apenas as células normais ao redor do tumor ou câncer será afetada. As células saudáveis possuem o benefício de poder se regenerar, algo que as células cancerígenas não possuem.     Existem alguns tipos de radioterapia: – Radioterapia externa – Radioterapia conformacional 3D – Radioterapia de intensidade modulada (IMRT) – Radiocirurgia estereotáxica – Braquiterapia   Da mesma forma que a quimioterapia, a radioterapia pode ser usada como adjuvante (após o tratamento cirúrgico), neoadjuvante (antes do tratamento cirúrgico) e como tratamento paliativo (para aliviar os sintomas da doença, usado também para tratar metástases).   Outras alternativas de tratamento Com o avanço da medicina, outras alternativas de tratamento foram criadas para melhorar e personalizar o tratamento para o paciente. A hormonioterapia é usada para diminuir a ação dos hormônios do organismo nas células tumorais a fim de bloquear o fluxo hormonal que os tumores malignos podem ter.   A imunoterapia é um tratamento biológico que usa anticorpos produzidos pelo organismo do paciente ou em laboratório. Deste modo é possível potencializar o sistema imunológico do paciente para que o organismo do paciente lute contra as células tumorais.   O transplante de medula óssea é usado para favorecer e substituir uma medula doente ou fragilizada por algum tipo de câncer específico. O transplante pode ser autogênico (quando a medula vem do paciente) ou alogênico (quando vem de algum doador).   Como escolher o melhor tratamento É indispensável que o paciente crie um diálogo e uma boa relação médico-paciente, a fim de que o médico apresente as melhores opções de tratamento e o paciente esteja munido de informações para que a melhor decisão possível seja tomada.   A Medicar A Medicar oferece atendimento emergencial levando uma equipe médica junto de uma ambulância para atender o paciente, e caso seja necessário levá-lo até o hospital mais próximo, além de disponibilizar Orientação Médica por Telefone 24 horas por dia, onde os nossos associados podem tirar todas as suas dúvidas com um médico. Saiba mais.

O que é o câncer? Tudo o que você precisa saber sobre essa doença

Câncer, uma doença que assusta a muitos por seu alto potencial letal. Afinal, estamos falando de uma doença que, segundo as estimativas do Instituto Nacional do Câncer, atingirá cerca de 625 mil pessoas por ano, entre 2020 e 2022. Descubra agora o que você precisa saber sobre essa doença e como é realizado o tratamento!   O que é o câncer? Para podermos definir e identificar o câncer, precisamos entender como ele é desenvolvido e onde ele se inicia: diretamente nas células. A célula é a base da vida, pois todas as partes do nosso corpo são formadas por células.     As células possuem diferentes funções, e algumas são responsáveis pelo transporte de oxigênio para todo o organismo, enquanto outras são responsáveis pela segurança, agindo como agentes de defesa. Uma das características das células é o seu rápido poder de multiplicação e regeneração.   E é justamente durante a multiplicação que o câncer pode surgir. Ao ocorrer a multiplicação, a célula precisa replicar o seu DNA, e algum erro pode vir a ocorrer durante a replicação, dando origem a células mutantes que resultam em células cancerígenas.   Um dos maiores problemas representados pelas células cancerígenas é que elas geralmente possuem um tempo de vida maior do que as células saudáveis, além de que podem desenvolver um sistema de camuflagem, o que evita o combate das células do câncer pelo sistema imunológico.   Agentes cancerígenos Um dos fatores relevantes para o erro que ocorre durante a replicação do DNA das células, resultando nas células do câncer, são os agentes cancerígenos. Mas, afinal, o que são os esses agentes?   Os agentes cancerígenos são as substâncias ou situações que favorecem e estimulam a desordem das células, promovendo as mutações. Ao longo dos anos foram identificadas centenas de agentes cancerígenos, entre eles:   – Álcool – Tabaco – Poluição – Produtos químicos – Radiações (como a exposição prolongada ao sol) – Baixa imunidade crônica – Vírus – Fatores genéticos   Desenvolvimento dos tumores O desenvolvimento das células do tumor benigno se inicia com a reprodução das células mutantes, que se aglomeram e se reproduzem cada vez mais, porém em uma velocidade mais lenta.   Diferente de tumores malignos e metástases, o câncer benigno é envolto por uma cápsula fibrosa, o que permite o crescimento do tumor de forma um pouco mais controlada, sem que se espalhe pelo corpo, se tornando um amontoado de células anormais. Geralmente, esse tipo de tumor cria protuberâncias na localização.   Já o tumor maligno se reproduz de forma acelerada e descontrolada, além de desenvolver um pequeno sistema de vascularização que abastece o tumor. Outro grande problema do tumor maligno é sua capacidade de espalhar-se para outras partes do corpo. Essa propagação é chamada de metástase. Ou seja, um tumor que originalmente criou-se no pulmão, pode se espalhar e atingir o fígado e outros órgãos.   Diferenças entre tumor e câncer É importante frisar que há diferenças entre as duas doenças, ao contrário do que muitas pessoas acreditam. O tumor pode ser benigno ou maligno. Já o câncer é um tumor maligno, apresentando rápido crescimento que pode manifestar metástase, conforme mencionado acima.     Em nosso próximo artigo nós traremos de forma detalhada como é realizado e quais são os tipos de tratamento que o paciente, junto ao médico, pode optar em realizar. Enquanto isso você já pode contar com os serviços Medicar: possuímos atendimento emergencial com uma equipe médica de prontidão para atender aos chamados.   Além de que os nossos associados podem se beneficiar com a central de Orientação Médica por Telefone disponível 24h por dia, em que todas as dúvidas com um médico plantonista poderão ser sanadas. Saiba mais.

Os efeitos do álcool no organismo – a importância de beber com moderação

Bebidas alcoólicas fazem parte da vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Seja bebendo apenas socialmente, ou caso os problemas com álcool já sejam um pouco mais graves, os consumos do álcool geram efeitos no organismo que podem ser um tanto desastrosos para sua saúde. E com o carnaval chegando, os motivos para beber parecem aumentar. Venha entender de uma vez por todas os efeitos das bebidas alcoólicas no organismo humano.   Ingerindo álcool Ao ingerir a bebida, o álcool é absorvido pelo organismo e levado para a corrente sanguínea. Esse período de absorção e dispersão pode levar de 30 a 90 minutos. Ao chegar em nosso cérebro, o efeito que o álcool exerce é de felicidade, liberando neurotransmissores associados à satisfação e euforia – por isso o comportamento de algumas pessoas pode ser mais extrovertido.   Com o avanço da ação do álcool no cérebro, há o favorecimento de efeitos de outros neurotransmissores, como o GABA – neurotransmissor responsável pela sedação – o que pode causar sonolência e até mesmo desmaio. Por isso é totalmente contraindicado (e até mesmo contra lei) beber e dirigir.   Efeitos nocivos do álcool a curto prazo Quando o álcool chega ao cérebro e começa a atuar no sistema nervoso, alguns sintomas são mais comuns e frequentes a aparecerem, entre eles:   Dores de cabeça: o principal sintoma é a dor de cabeça, caracterizada e descrita principalmente pela sensação de uma pressão por toda a região craniana.   Enjoo e vômitos: por ter uma ação que atinge todo o organismo, é comum que o corpo tente se livrar do excesso, por isso a sensação de enjoo e vômitos pode ser frequente.   Azia e diarreia: por ter ações ácidas no organismo, as bebidas alcoólicas podem atingir os tecidos estomacais e provocar irritação, o que acarreta a sensação de queimação. Já no intestino, o álcool pode alterar a flora intestinal, resultando em diarréias após a ingestão.   Efeitos nocivos do álcool a longo prazo O uso prolongado do álcool pode provocar úlceras no estômago, além de câncer de esôfago e de outras regiões, como boca, estômago, laringe, fígado e intestino.   O álcool também pode provocar pancreatite, uma severa inflamação no pâncreas. O uso abusivo também pode ocasionar problemas ao fígado, resultando em esteatose hepática, cirrose e câncer, como já informamos acima.   A Medicar Restou alguma dúvida a respeito dos efeitos nocivos do álcool no seu organismo? A Medicar oferece o serviço de Central de Orientação Médica para que você possa tirar todas as suas dúvidas por telefone com um médico que fica disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais.

Dicas para uma boa postura ao dormir e ter uma qualidade de vida melhor

Deitar, relaxar e dormir pode ser um dos momentos mais agradáveis para quem tem uma rotina pesada e corrida. Nada melhor do que descansar, renovar as energias e acordar preparado para mais um dia. Mas e quando você acorda mais cansado do que foi se deitar, e as dores na coluna persistem durante vários dias? O que era para ser um sonho pode se tornar um pesadelo. Venha entender como a posição que você dorme influencia no seu dia a dia e como dormir de forma confortável.   O que acontece durante o sono? Durante o momento de sono, os nossos músculos relaxam e nossa respiração desacelera, o que nos leva a um estado quase total de repouso. O nosso sistema imunológico se fortalece e alguns hormônios para a manutenção do nosso organismo são liberados, como o hormônio do crescimento, principalmente durante a infância e a adolescência.   Durante o nosso ciclo de sono, o hormônio de leptina também é liberado. Essa substância é responsável pela sensação de saciedade, e é por essa razão que quem não tem um bom ciclo de sono pode engordar com mais facilidade.   Como ter uma boa noite de sono? Agora que você já sabe a importância de ter uma boa noite de sono, é imprescindível que você adote algumas atitudes para garantir um bom descanso, e é claro, uma boa qualidade de vida.   Para ter uma boa noite de sono, é necessário que o corpo esteja em uma posição agradável e confortável e que sua coluna esteja alinhada. Caso contrário, dores ósseas e musculares podem surgir.   Escolha um colchão adequado Não existe o colchão ideal. Não há nenhum tipo de colchão que sirva para todas as pessoas do mundo. Porém, existe o colchão adequado para cada pessoa. Em razão disso, é importante que você pesquise, teste e até receba orientação médica e ortopédica.   O importante é que você não tenha um colchão muito mole e nem muito rígido. Opte por um colchão que esteja no meio-termo e te faça acordar com uma sensação de descanso e sem dores. Na imagem abaixo, você consegue compreender, de forma ilustrativa, como o colchão deve se adaptar ao seu corpo, proporcionando o alinhamento de sua coluna.     Posições para dormir Caso você prefira dormir de barriga para cima, utilize um pequeno travesseiro abaixo dos joelhos. Assim, os possíveis prejuízos da coluna serão mitigados, além dessa prática contribuir com a melhora do alinhamento do corpo.   Se dormir de bruços for uma opção mais confortável para você, é importante que um travesseiro seja colocado abaixo do estômago e da pélvis. Assim, a tensão nessa região da coluna será diminuída e o alinhamento da coluna será preservado.   Ao dormir de lado, use um travesseiro entre os joelhos, pois deste modo sua coxa não desalinhará a coluna. É importante também que você dobre os joelhos, dando apoio à sua coluna.   Prevenção e qualidade de vida É importante que você preze hábitos mais saudáveis para dormir e descansar, assim você poderá ter uma qualidade de vida melhor e mais saudável. A simples atitude de usar um travesseiro extra para dormir, por exemplo, pode te livrar de dores desnecessárias e evitar lesões musculares.   Precisa de orientação médica? A Medicar disponibiliza a Orientação Médica por Telefone, com médicos disponíveis 24 horas por dia para que os associados possam tirar as suas dúvidas e saber o momento certo de ir ao consultório médico. Entre em contato conosco e comece a cuidar de sua saúde!

O que é o coronavírus? Entenda os sintomas e como é realizado o tratamento

Recentemente, inúmeras notícias a respeito do coronavírus têm se espalhado pela internet e causado pânico entre as pessoas, afinal, a ameaça de uma nova doença mundial pode ser o suficiente para nos deixar com medo. Mas diante de tantas informações fragmentadas é importante entender todo o contexto do coronavírus, bem como os seus sintomas e as chances de uma possível epidemia.   O que é o coronavírus? Desde 1960, o coronavírus foi identificado como uma família de vírus que causa síndromes respiratórias, resfriados e pneumonias. Então é importante ressaltar que não se trata de uma nova doença ou de um novo vírus, e sim de um tipo de coronavírus que não havia sido identificado antes, uma nova versão desse vírus. Em 2003 já havíamos lidado com um tipo de coronavírus. A SARS: Severe Acute Respiratory Syndrome (Síndrome Respiratória Aguda Grave) também surgiu na China e atingiu outros países, resultando em mais de 900 mortes.   Sintomas do coronavírus De forma geral, os principais sintomas do coronavírus são febre, dor, dificuldade para respirar, tosse, diarreia e a evolução para uma pneumonia (quando a infecção atinge os pulmões).   A incubação da doença – o período de tempo em que o indivíduo é infectado e os sintomas se manifestam – estima-se ser de 14 dias. Isso significa que, para que o paciente seja diagnosticado com o coronavírus, deve ser observada a data de quando o paciente se expõe à infecção e a data do surgimento dos sintomas. Contudo, essa estimativa se baseia nos estudos realizados com outras versões do coronavírus. Pode ser que o tempo de incubação dessa nova versão seja diferente.   De onde surgiu o coronavírus? Essa nova versão do coronavírus surgiu na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China. Atualmente, Hubei se encontra isolada, ninguém tem autorização para sair ou entrar e todos os voos foram suspensos.   Até o momento, acredita-se que um mercado de peixes e frutos do mar são os responsáveis pela propagação do coronavírus.   Tratamento para o coronavírus Ainda não foi encontrada uma cura e nem vacina para a prevenção do coronavírus. O tratamento consiste em um tratamento-suporte de cuidados intensivos para os sintomas, controlando a febre, dores e viabilizando a respiração que pode vir a ser dificultada pelo vírus.  

Ar-condicionado – como aproveitar o ar gelado e manter a saúde em dia

Em pleno verão, nada melhor do que desfrutar da refrescância que só o ar-condicionado pode propiciar. Apostamos que você já se pegou aproveitando a sensação do ar gelado ao entrar em um estabelecimento que possuía ar-condicionado. Mas alguns problemas podem surgir com o uso prolongado e não adequado do aparelho.   O ar-condicionado Com o avanço da tecnologia, os ares-condicionados possuem várias funções, mas de forma geral a função do ar-condicionado é filtrar e resfriar o ar do ambiente, o deixando mais confortável. Em razão disso, é muito comum instalarem ar-condicionado em locais como escritórios e indústrias.   Contudo, para o bom funcionamento e minimização dos impactos desse aparelho em nossa saúde, algumas atitudes em relação à higienização e controle de temperatura precisam ser tomadas.   Sujeira acumulada no ar-condicionado A limpeza do ar-condicionado é indispensável. Os equipamentos devem passar por higienização periódica para evitar o acúmulo de partículas de sujeira, ácaros, mofo e poeiras.   Problemas respiratórios Com o problema da sujeira acumulada, problemas respiratórios podem surgir. O ar muito gelado em conjunto à sujeira pode ser prejudicial para as vias aéreas (faringe, traqueia e brônquios). Além de que, pessoas que já sofrem com problemas respiratórios (como asma, bronquite, sinusite e rinite), podem sofrer ainda mais com os efeitos do ar-condicionado.   Choque térmico Outro sério problema que o ar-condicionado pode causar é o choque térmico no organismo. Se ao adentrar em um ambiente gelado o seu corpo (organismo) estiver quente, o contato imediato com o ar gelado poderá causar um choque térmico, o que será capaz de desencadear paralisia facial, alterações pulmonares e afetar a sua imunidade, te deixando mais suscetível a vírus e infecções. Dicas e manutenção para o ar-condicionado Começamos o artigo falando sobre a maravilha do ar-condicionado para os dias de calor, mas também vimos o quão prejudicial esse aparelho pode ser. Contudo, o equilíbrio, moderação e boa manutenção são o segredo para aproveitar o ar-condicionado e manter a boa saúde.   Lembre-se de trocar os filtros do ar-condicionado dentro do prazo estipulado pelo fabricante. Isso vale para os aparelhos fixos, portáteis e de veículos. Evite ficar abaixo dos jatos do ar gelado, diminuindo o seu contato com aspectos que podem ser prejudiciais à sua saúde. Procure abrir janelas e portas dos ambientes ao menos duas vezes ao dia para a circulação natural do ar.   Preze a sua saúde e viva uma vida melhor e com mais qualidade. A Medicar está com você, conte com o nossos serviços de Orientação Médica por telefone 24 horas por dia, assim você pode tirar as suas dúvidas e conhecer novas atitudes que podem te ajudar a viver de maneira mais saudável. Entre em contato conosco agora mesmo.

Saiba como evitar os perigos que o mofo oferece à sua saúde

Com a chegada de épocas mais quentes durante o ano, acompanhadas por umidade e falta de ventilação, o ambiente pode ficar mais sujeito a mofo, o que pode prejudicar a sua saúde severamente. Além de piorar os sintomas de quem já sofre com asma, rinite ou sinusite, o mofo também pode causar reações alérgicas oftalmológicas e pulmonares. Entenda o que é, o que causa e como se livrar do mofo.   O que é o mofo? O mofo é uma formação de microrganismos constituídos por vários tipos de fungos que não podem ser vistos a olho nu, pois o que vemos são apenas as estruturas da formação desses organismos. Os fungos se multiplicam em ambientes úmidos e escuros, com pouca luz e pouco arejamento.   A estrutura do mofo contém esporos que ficam no ar e podem ser inalados pelas pessoas que frequentam o local. O que causa o mofo? Não há apenas um único fator que possa causar o mofo, pois a combinação de falta de arejamento, umidade e falta de luz solar é o que pode ocasionar o aparecimento desses fungos.   Os locais mais comuns para a formação do mofo são atrás de guarda-roupas, armários, debaixo da cama e ambientes semelhantes onde haja pouca luz e umidade.   Sintomas causados pelo mofo Quando o esporo do mofo se espalha, ou seja, quando eles ficam soltos no ar e são inalados, é extremamente comum que o sistema imunológico da pessoa reaja com espirros, obstrução nasal, tosse, falta de ar e coceira.   Outro sintoma que pode aparecer também é a rinoconjuntivite, afetando os olhos da pessoa que podem ficar avermelhados, lacrimejando e em alguns casos pode causar até mesmo inchaço.   É importante entender os perigos que o mofo oferece, pois os danos à sua saúde podem ser severos. Ao inalar o mofo, geralmente os pelos na mucosa do nariz servem como barreira, mas caso alguma partícula de fungo consiga chegar até o pulmão e região da garganta, doenças respiratórias podem surgir, como a pneumonia fúngica e a sinusite fúngica.   Como evitar o mofo? Para evitar o mofo é importante e indispensável que o ambiente não esteja propício para sua instalação ou propagação.   A circulação de ar é muito importante para evitar que fungos se instalem e criem mofo. Manter janelas e portas abertas, viabilizando a passagem de ar por toda a casa, mesmo durante os períodos de inverno, ajuda a evitar que o mofo consiga se difundir.   Em locais onde há a constante presença de água e umidade, como cozinhas, banheiros e lavanderias, é importante que os azulejos sejam constantemente limpos com produtos e desinfetantes específicos para combater o mofo. Deste modo, mesmo que haja umidade no local, o mofo será combatido.   É importante também ficar atento a locais que não estão constantemente à vista, como paredes atrás de móveis, cortinas pesadas, colchões, roupas guardadas e debaixo de camas. Por não haver grande circulação de ar nesses locais, qualquer presença de umidade pode favorecer o crescimento de mofo.   Orientação Médica É importante que durante crises alérgicas causadas pelo mofo o paciente pegue orientação médica, em que o profissional da saúde poderá avaliar a atual situação e indicar se há a real necessidade de comparecer a um hospital emergencial.   Por isso, a Medicar oferece o serviço de Orientação Médica por telefone disponível 24 horas por dia, em que você poderá tirar todas as suas dúvidas. Assim você poderá priorizar a sua saúde de forma rápida e eficaz. Contrate os serviços Medicar agora mesmo, custa bem menos do que você imagina. Ter Medicar custa pouco, não ter pode custar uma vida. Entre em contato conosco!

Como evitar acidentes domésticos com crianças

O verão chegou junto das férias escolares, recesso de fim de ano e viagens. Você poderá passar mais tempo com seus filhos ou crianças da sua família, e nada melhor do que se divertir com eles. Porém, durante a infância muitos perigos podem cercar a criança que ainda não está madura para lidar com tudo ao seu redor, e por essa razão é importante que você confira maneiras de diminuir as chances de acidentes domésticos. Desenvolvimento infantil e os seus riscos Férias escolares chegando, e quem vai ter mais tempo para aprontar e tentar descobrir coisas novas: elas mesmas, as crianças! Durante o crescimento, variando pouco conforme a idade, todas as crianças possuem o mesmo sentimento: ser independente e descobrir coisas novas. Tudo isso porque ela sempre vê os pais ou responsáveis fazendo as coisas sozinhos, por isso a vontade de fazer igual é natural. Contudo, o seu juízo e julgamento do que pode ser perigoso ainda não está maduro, então é necessário tomar algumas medidas para que a sua criança corra menos perigo durante a sua exploração e fase de descobertas. Como evitar afogamentos? Não deixar a sua criança sozinha próximo a ambientes com muita água é indispensável, nem que seja por poucos minutos. Procure ensinar a sua criança que nadar sem a supervisão de um adulto é perigoso, e explique os riscos que isso pode oferecer. Ensine também que o uso de bóias, e principalmente de coletes salva-vidas, é imprescindível para evitar afogamento. Também é importante que você fique atento, pois crianças pequenas podem se afogar em recipientes com mais de 2,5 cm, então se certifique de afastar a criança de banheiras, pias, vaso sanitário e baldes. Evite quedas É importante que os pais ou responsáveis estabeleçam limites para os locais onde as crianças possam brincar. Campos abertos, gramados, quintais e quadras são ambientes que não oferecem riscos de queda de altas distâncias. Contudo, é importante que a criança não exagere na velocidade da corrida, por isso converse com o seu filho e explique os perigos que uma queda de alto impacto pode oferecer a ele. Em relação a locais altos, não permita que as crianças brinquem pulando de um móvel ao outro, e nem perto de escadas e sacadas, pois esses são ambientes perigosos e uma queda pode ser fatal. É importante também que você instale redes e grades de proteção para garantir uma maior segurança. Prevenindo queimaduras Ao cozinhar e lidar com objetos e alimentos quentes, uma queimadura ou outra pode ocorrer. Contudo, alguns acidentes podem ser mais graves e realmente machucar uma criança. Por isso é indispensável tomar algumas atitudes para minimizar esses riscos. Ao alimentar um bebê ou uma criança, certifique-se que caso ocorra alguma queda de alimento/líquido na pele, não esteja quente o suficiente para causar queimaduras. Ao cozinhar, não permita que a criança crie o hábito de espiar por cima do fogão, pois as bocas desse aparelho podem estar quentes e resultar em queimaduras na pele. Outra dica importante é sempre deixar os cabos das panelas viradas para dentro, evitando que se esbarre e cause o derramamento do líquido quente. O ferro de passar também oferece risco, pois a criança pode ficar curiosa quanto ao seu uso. Certifique-se de não deixar o ferro de passar quente em local de fácil acesso ou pelo chão, além de guardá-lo em locais onde a criança não possa pegá-lo. Atenção em primeiro lugar Há inúmeras formas de uma criança se machucar, e isso pode te deixar muito preocupado. Contudo, manter a atenção e tentar prever possíveis acidentes é o caminho certo para proteger a sua criança. Conte com a Medicar para atendimento emergencial com ambulâncias. Oferecemos primeiros socorros e encaminhamento para o hospital mais próximo ao local da urgência médica. Ter Medicar custa pouco, não ter pode custar uma vida! Entre em contato conosco e saiba mais.

Apêndice: o que é e como tratar?

Apêndice, uma pequena extensão do intestino, com um pequeno formato, e que pode causar tantos problemas. Se você nunca ouviu falar sobre apendicite, saiba que por ano 150 mil brasileiros são diagnosticados com esse problema. Entenda agora pelo o que esse órgão é responsável e como pode afetar a sua saúde caso ele não esteja saudável.   O apêndice Como já falamos acima, o apêndice é uma pequena extensão do intestino grosso, com o formato de uma pequena bolsa, e possui cerca de 10 cm. Ele está localizado na região inferior direita do abdômen. Para poder entender a função do apêndice, várias pesquisas foram realizadas e algumas hipóteses foram levantadas. Já se chegou a acreditar que o apêndice seria um órgão vestigial, ou seja, ao longo da evolução humana e as várias adaptações e estilos de vida, o órgão deixou de ser utilizado no organismo. Contudo, hoje sabemos que o apêndice é um pequeno depósito de bactérias intestinais que auxiliam a digestão de alimentos. Do mesmo modo, pesquisas apontam que o apêndice abriga também os linfócitos, células do sistema imunológico utilizadas para defender o organismo.     A apendicite A apendicite corresponde à inflamação do apêndice, e sua causa ainda não é bem esclarecida. Contudo, médicos acreditam que a obstrução do intestino ou gordura acumulada podem contribuir para que haja a inflamação e inchaço do apêndice. Embora todos estejam sujeitos a sofrerem com apendicite, o caso é mais comum entre crianças, adolescentes e jovens adultos. Nos quadros de inflamação, é possível que o apêndice se rompa e espalhe todo o seu conteúdo pela cavidade abdominal, e é importante lembrarmos que as bactérias que estão lá dentro podem causar uma severa infecção, o que coloca a vida do paciente em risco.   Sintomas da apendicite Os sintomas podem variar de acordo com o grau da inflamação do apêndice, e tendem a piorar conforme a inflamação se agrava. O principal sintoma é a dor aguda abdominal. Outros sintomas da apendicite que podem surgir conforme a inflamação avança são:        Vômitos constantes        Náuseas        Diarreia        Febre   Há também alguns sintomas que não são tão comuns nos casos de apendicite, porém é possível que eles apareçam:        Dor na “boca” do estômago ou ao redor do umbigo        Gases intestinais        Indigestão        Diarreia ou prisão de ventre        Mal-estar geral   É importante que o paciente seja encaminhado ao pronto socorro ao surgir qualquer sintoma supracitado aliado à forte dor abdominal, pois caso o apêndice se rompa, a infecção bacteriana acontecerá e poderá se espalhar por todo o abdômen. Atente-se também ao alívio repentino da dor, pois na maioria dos casos esse é o sinal do rompimento do apêndice.   Tratamento da apendicite Para tratar a apendicite, é comum que os médicos cirurgiões retirem o órgão e medique o paciente com antibióticos. É importante frisar que o tratamento deve ser realizado o mais rápido possível, pois como já comentamos, uma infecção generalizada poderá ser causada caso o apêndice se rompa, o que aumenta as chances de culminar na falência múltipla de órgãos.   A Medicar é especializada em atendimentos de urgência e emergência, socorrendo o paciente no local onde ele está, administrando o atendimento inicial e encaminhando para o hospital mais próximo o quanto antes. Com a Medicar, o paciente conta com orientação médica por telefone 24 horas por dia. Assim, se surgir alguma dúvida você consegue se consultar com o médico de forma rápida por telefone. Conheça agora mesmo os planos individuais e familiares Medicar. Ter Medicar custa pouco, não ter pode custar uma vida.

Você sabe como cuidar e evitar dores de ouvido? Descubra agora!

Você já sofreu com dores de ouvido? Uma dor quase insuportável que, dependendo do grau de intensidade, pode dificultar a realização de tarefas que normalmente são fáceis e rotineiras. A dor de ouvido é um sintoma que pode ser causado por infecção de fungos, vírus ou bactérias, além de lesões no ouvido. Embora esse sintoma apareça em qualquer faixa etária e seja muito comum na população, as mais afetadas por elas são as crianças. As causas mais comuns das otites – dores de ouvido – são as infecções. Venha entender como prevenir as dores de ouvido e como agir em casos extremos.   Otite média As otites podem ser médias ou externas. A otite média afeta a região da orelha média que engloba a câmara timpânica e a tuba auditiva. Esse tipo de otite média geralmente é causado por infecções decorrentes de bactérias e vírus. É muito comum aparecer após infecções respiratórias, gripes e até mesmo resfriados. É importante lembrar que o sistema auditivo, por estar próximo ao sistema respiratório, pode ser influenciado por problemas presentes na garganta, por isso, se após uma infecção na garganta você apresentar dores de ouvido, é por conta da passagem de microrganismos da via aérea para a garganta.   Também é comum que as otites surjam em razão de alergias ou inflamações, o que causa inchaço nas tubas auditivas. Esse inchaço faz com que as secreções da orelha, que normalmente são drenadas para a garganta de forma biológica, se acumulem na orelha média, o que torna o ambiente perfeito para o desenvolvimento de micro-organismo, causando infecções.   Otite externa A otite externa, como o próprio nome diz, ocorre por motivos externos, geralmente na própria orelha (parte externa do órgão). Quando usamos cotonetes, grampos, coçamos ou secamos o ouvido, podemos causar microlesões na pele, o que é capaz de provocar infecção por bactérias e fungos. Esse tipo de otite é comumente conhecido como “otite do nadador”, pois ao ter microferimentos na orelha e mergulhar em água contaminada (piscinas, mar ou até mesmo água do banho), a infecção de ouvido ocorre. É muito comum que nadadores tenham esse tipo de otite frequentemente. Como tratar dores de ouvido A dor pode ser diminuída com o uso de analgésicos, como paracetamol e dipirona. Anti-inflamatórios são indicados para a erradicação da infecção. O uso de compressas (frias ou quentes) na orelha (parte externa) podem contribuir com a mitigação da dor. Mas é importante ter atenção com as compressas, para não se queimar ou deixar a água cair dentro do ouvido. Algumas infecções podem precisar de remédios mais poderosos para combater as bactérias, fungos e vírus. Mas é indispensável que antes de administrar qualquer remédio, como antibióticos, você seja orientado por um médico, para que ele indique o tratamento adequado.   Como evitar dores de ouvido? Quando houver quadros de gripes ou resfriados, é importante que haja a excreção das secreções com frequência para evitar o entupimento das vias aéreas, o que diminuirá as chances do inchaço nas tubas auditivas.   É indicado também não ficar exposto a ambientes com muitas toxinas. De modo geral, pessoas expostas ao cigarro, principalmente crianças, tendem a ser as mais acometidas por dores de ouvido. É importante também ficar atento ao sistema imunológico de crianças em fase de amamentação, pois o leite materno favorece o seu desenvolvimento, o que cria resistência a infecções. Tenha cuidado com o uso de hastes flexíveis para a higienização da orelha, e evite a entrada de água no ouvido.   Quando procurar orientação médica? O indicado é que quando o quadro de dores de ouvido seja persistente e a dor seja aguda, você procure um médico para realizar o tratamento. E com os serviços Medicar você tem Orientação Médica 24 horas por Telefone. Saiba mais sobre os nossos planos individuais e familiares. Ter serviços de urgências médicas custa bem menos do que você imagina. Saiba mais sobre nossa assistência médica por telefone.