Você conhece as complicações do diabetes?

Você sabia que entre 2006 e 2016 o número de brasileiros com diabetes aumentou 61,8%? De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, a doença passou a atingir 8,9% da população brasileira. Confira abaixo todas as complicações do diabetes, que podem colocar a saúde em risco. O que é diabetes e quais são os principais tipos Antes de conhecer as complicações do diabetes, vale entender o que é esse problema. Ele é caracterizado pela baixa produção de insulina e/ou pela incapacidade desse hormônio de controlar a glicose (açúcar) no sangue, e pode ser divido entre: tipo 1 e tipo 2. No primeiro, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina por conta de um problema no sistema imunológico, que faz com que os anticorpos ataquem as células produtoras do hormônio. Vale destacar que esse quadro é genético, ou seja, não é causado por fatores externos. Já o diabetes tipo 2 – o mais comum –, tem relação não só com a baixa secreção, mas também com a redução na eficácia da insulina, comumente chamada de resistência. Esse problema está diretamente relacionado aos maus hábitos, que incluem o alto consumo de açúcares. Existem, ainda, o pré-diabetes – que indica pacientes que têm potencial para desenvolver o diabetes tipo 2 – e o diabetes gestacional, que corresponde à uma resistência à ação da insulina durante a gestação. Complicações do diabetes que desencadeiam em quadros de emergência Existem duas situações que podem se enquadrar como emergências resultantes do diabetes: o excesso (hiperglicemia) e falta (hipoglicemia) de açúcar no sangue. O primeiro quadro, que geralmente corresponde à taxa de açúcar no sangue acima de 180mg/dL, se apresenta por meio de sede, vontade frequente de urinar, confusão e hálito de maça. Já o segundo quadro, que é comumente caracterizado pelo nível glicêmico abaixo de 70 mg/dL, pode ser reconhecido pela presença de tremores, pele fria e desmaios. Vale destacar que ambos os problemas oferecem riscos de desmaios. Caso ocorra, procure deixar o paciente deitado de lado e entre em contato com atendimento de urgência e emergência. É importante não realizar outras atitudes sem recomendação médica. Quem chamar em casos de emergência A Medicar é uma grande aliada em casos de emergência envolvendo pessoas diabéticas. Isso porque ela conta com orientação médica por telefone 24 horas, o que evita dúvidas e contribui com os primeiros socorros. Além disso, a empresa realiza atendimento pré-hospitalar ágil no local do chamado, prevenindo, assim, agravamentos e riscos à saúde.
Casos de emergência relacionados à pneumonia

Responsável por uma grande parcela das internações de idosos, a pneumonia é uma doença perigosa, que exige atenção, uma vez que pode causar a morte tanto de pessoas da terceira idade quanto de crianças. Só para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa Save the Children divulgada em 2017, cerca de duas crianças morrem a cada minuto em decorrência desse problema no mundo. O que é pneumonia? A pneumonia é uma infecção que afeta o pulmão, podendo atingir os alvéolos pulmonares e os interstícios (espaço entre os alvéolos). Ela é provocada pela penetração de agentes infecciosos – bactérias, vírus e fungos – ou irritantes no espaço alveolar, onde acontecem as trocas gasosas. O tratamento da doença é realizado de acordo com o agente causador. As pneumonias virais, por exemplo, nem sempre exigem tratamento medicamentoso. Já as bacterianas são tratadas com uso de antibióticos. Sintomas da pneumonia Os principais agravadores da pneumonia são a falta de conhecimento da doença e a não observação dos sintomas. Isso porque o diagnóstico tardio afeta negativamente a saúde e dificulta o tratamento. Por isso, vale ficar atento quando um dos sinais abaixo surgir. – Febre alta; – Tosse produtiva; – Falta de ar ou dificuldade para respirar; – Dor no peito ou tórax; – Fraqueza e cansaço constante; – Expectoração com secreção amarelada. Em crianças ainda é possível observar respiração acelerada e ruidosa, além da perda de apetite. Já em idosos, por conta da associação com outros problemas de saúde, a doença pode apresentar alguns sintomas diferentes, como confusão mental ou queda do estado geral. Complicações da pneumonia A pneumonia costuma ser mais grave nos extremos das idades, ou seja, em idosos, bebês e crianças. Entre as principais complicações resultantes da doença estão o alastramento da infecção para o sangue e para outros órgãos, e a dificuldade para respirar, que pode provocar quedas de pressão, perda de consciência e falta de oxigenação nos órgãos – quadro que pode levar ao comprometimento da função dos mesmos. Nesses casos, é essencial contar com um atendimento médico ágil. Sua equipe de atendimento médico para urgências Para lidar com desmaios e faltas de ar, conte com o apoio da Medicar, que oferece Atendimento Médico Pré-hospitalar eficaz no local do chamado, garantindo a segurança do paciente e evitando complicações. Um diferencial da marca, além da agilidade, é o atendimento médico telefônico 24 horas que tem o objetivo de sanar possíveis dúvidas relacionadas ao cuidado efetivo para com a saúde e indicar as melhores práticas durante emergências.
Queimou, e agora? Descubra como lidar com queimaduras!

As queimaduras estão entre os acidentes domésticos mais comuns. Afinal, quem nunca encostou em uma panela quente ou, ainda, passou um dia inteiro exposto ao sol e ficou com a pele prejudicada? Mas você sabe o jeito certo de lidar com esse problema? Descubra como lidar com queimaduras! O que são queimaduras Antes de saber como lidar com queimaduras, que tal entender o que são? Elas consistem em feridas traumáticas que podem ser causadas por agentes térmicos, químicos, elétricos ou até radioativos. Essas feridas afetam o revestimento do corpo, podendo atingir tanto a as camadas mais externas da pele, quanto músculos e tendões. Confira abaixo os tipos de queimadura. Tipos de queimadura Primeiro grau: As queimaduras de primeiro grau afetam a camada superficial da pele (epiderme), provocando vermelhidão e dor na região afetada. Elas geralmente são resultado do contato com objetos quentes ou da exposição prolongada ao sol sem o uso de protetores solares. A lesão demora de 3 a 6 dias para melhorar, podendo apresentar descamação. Segundo grau: Esse tipo de queimadura não atinge apenas a epiderme, mas também a derme (camada intermediária da pele). Dessa forma, é caracterizada pela presença não só de vermelhidão e dor, mas também de inchaço e bolhas. Ela geralmente é resultado do contato prolongado com objetos quentes ou com água ou óleo ferventes. A recuperação da pele pode demorar até 3 semanas e não costuma deixar cicatrizes. Terceiro grau: Essa queimadura é a mais grave, uma vez que atinge as camadas mais profundas da pele, podendo afetar inclusive nervos, vasos sanguíneos e músculos. Em todo caso de queimadura é necessário contar com a orientação ou o atendimento de um profissional da saúde, para reconstrução da pele afetada. Como lidar com queimaduras Independente do tipo de queimadura, o primeiro passo para lidar com as feridas é sempre o mesmo: lavar o local com água corrente por aproximadamente 10 minutos. Essa etapa tem o objetivo de evitar que a pele permaneça quente e que queimadura atinja camadas mais profundas da pele. Em seguida, é importante remover adereços (como anéis, relógios e pulseiras) que possam comprimir ou reter o calor. A roupa só deve ser removida se não estiver grudada no ferimento. Depois, é essencial aplicar um pano lindo ou uma gaze – ambos umedecidos – no local afetado e entrar em contato com uma equipe médica. Vale destacar que as queimaduras de terceiro grau podem oferecer risco de vida, então é imprescindível o atendimento médico rápido. Atendimento médico em casos de queimaduras As queimaduras de primeiro grau geralmente não exigem atendimento médico, no entanto, para ter certeza da gravidade é importante receber uma orientação médica. Além disso, os demais tipos do problema exigem o acompanhamento de um profissional da saúde. Diante desse quadro, a Medicar é uma grande aliada da saúde. Isso porque ela garante não apenas um Atendimento Médico Pré-hospitalar ágil, como o apoio 24 horas de uma Central de Atendimento Médico por telefone, que ajuda a sanar possíveis dúvidas e indica os primeiros socorros, explicando como lidar com queimaduras.
Acidentes elétricos: saiba como evitar e lidar com esses quadros

Você sabia que o chuveiro é um dos principais causadores de acidentes elétricos? Isso mesmo, trocar a temperatura com o aparelho ligado é responsável por uma grande parcela dos acidentes elétricos. De acordo com o Anuário Estatístico 2018 da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), no ano de 2017 foram registrados 1.387 casos de acidentes desse tipo. Desse total, 702 resultaram em óbito. Mas afinal, o que é o choque elétrico? Os choques elétricos são resultantes da passagem de uma corrente elétrica pelo organismo. Eles causam desde a sensação de formigamento, dores musculares, contrações, queimaduras graves, convulsões à paradas cardíacas. Ainda de acordo com a pesquisa, os choques elétricos foram responsáveis por 57% dos casos registrados de acidentes. Como lidar com acidentes elétricos O primeiro passo para lidar com acidentes elétricos é cortar a corrente elétrica, desligando a fonte de energia. Em seguida, afastar a pessoa do objeto causador do choque elétrico, utilizando materiais como madeira ou borracha, que não são condutores de energia. Ainda é importante não encostar no paciente, para que a corrente elétrica não seja transmitida. Por fim, é imprescindível entrar em contato com uma equipe de emergência, para receber indicações e obter atendimento de médicos qualificados. Como prevenir acidentes elétricos Agora que você já sabe o que são os choques elétricos, é importante entender como evitar esse problema. Confira abaixo as principais medidas para prevenir acidentes elétricos: – Ficar atento à presença de fios desencapados ou partidos; – Não deixar o carregador na tomada sem que esteja sendo utilizado; – Utilizar tampas de proteção nas tomadas que não estão sendo utilizadas; – Não deixar equipamentos elétricos ao alcance de crianças; – Apostar no Fio Terra em dispositivos que interrompem o fluxo de energia ao detectar fuga de corrente elétrica; – Atualizar as tomadas de 3 pinos – o pino do meio tem o papel de amenizar variações elétricas e choques; – Ao trocar lâmpadas, certificar-se que o circuito está desenergizado e desligue o disjuntor; – Ter cautela ao utilizar benjamins e extensões, para não sobrecarregar as tomadas; – Para realizar serviços envolvendo eletricidade, contar sempre com a ajuda de um profissional qualificado. A parceira certa na hora de lidar com acidentes Na hora de lidar com acidentes elétricos, é importante contar com uma equipe médica que ofereça atendimento rápido e efetivo no local da ocorrência. A Medicar pode ser uma grande aliada nesse momento, uma vez que disponibiliza uma equipe qualificada e garante a agilidade no socorro. A empresa ainda oferece auxílio médico por telefone 24 horas, o que ajuda a agir corretamente e agiliza o atendimento, contribuindo com o bem-estar do paciente.
Os tipos mais comuns de acidentes na Construção Civil

Cerca de 700 mil pessoas sofrem acidentes de trabalho anualmente no Brasil, segundo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho. Entre as áreas que mais apresentam riscos está a Construção civil que, de acordo com o estudo, registrou 96.985 casos de 2012 a 2017. E mesmo com o uso de Equipamentos de Proteção Individual e a conscientização sobre os perigos, os acidentes na construção civil se mantêm elevados. Acidentes mais comuns Na construção civil, os acidentes podem ocorrer nas mais diversas fases dos projetos e alguns deles costumam ser mais comuns. Confira abaixo os problemas que mais afetam os profissionais dessa área. – Alergias: São provocadas pelo contato desprotegido com alguns materiais e substâncias. Alguns exemplos são: poeira, tinta, cimento e vegetação encontrada no local da construção. Esse quadro pode levar à parada respiratória, exigindo atendimento médico imediato. Para evitá-lo é importante garantir que todos os profissionais façam uso de máscaras, luvas e óculos de proteção. – Queda de materiais: Apesar de existirem diversas medidas para evitar esse quadro, ele continua entre os principais acidentes na Construção Civil. Quando materiais e ferramentas caem de uma altura elevada, oferecem risco para o bem-estar dos integrantes da equipe, podendo atingir diversas áreas do corpo, causando fraturas graves. Para evitar esse quadro é importante não só estimular a adoção de medidas preventivas, como incentivar o uso de equipamentos de proteção, como os capacetes. – Choque elétrico: Em 2017, os choques elétricos foram responsáveis por 627 óbitos no Brasil. Em obras, eles podem ser ocasionados pelo uso de equipamentos elétricos, pela instalação elétrica e pela adoção de soluções temporárias – as famosas gambiarras. A prevenção é realizada a partir da conscientização sobre a importância de adotar medidas de segurança e utilizar os equipamentos de proteção individual. – Cortes e fraturas: Ocasionados por quedas e uso de equipamentos cortantes, as fraturas e os cortes podem apresentar diversos níveis de gravidade, provocando, inclusive, afastamento de profissionais. Além dos acidentes citados acima, ainda podem ocorrer problemas como: lesões por esforço repetitivo, distensões musculares pelo excesso de peso e danos auditivos resultantes da exposição prolongada a ruídos altos. Como agir em caso de acidentes na Construção Civil É de responsabilidade da construtora garantir que o trabalhador da obra receba atendimento médico após o acidente. Nessa hora, é essencial que a instituição conte com o apoio de uma empresa que oferece esse serviço de forma rápida e de qualidade. A Medicar é uma ótima opção, pois promove atendimento médico pré-hospitalar em casos de emergências médicas. Presente em Ribeirão Preto, Campinas e São Paulo, ela possui uma equipe especializada, o que garante o bem-estar do colaborador e faz com que 80% dos casos sejam resolvidos no local da obra.
Picadas de escorpião: como evitar e o que fazer caso ocorram

Durante o verão, a proliferação de escorpiões aumenta consideravelmente e, com ela, o número de acidentes envolvendo o animal. Vale destacar que não são apenas as pessoas que vivem ou estão no campo que correm o perigo de sofrer picadas de escorpião. Com o crescimento desordenado das cidades, os centros urbanos se tornaram propícios à reprodução do animal. Por isso, é importante saber como evitar o quadro e lidar com ele. Como prevenir picadas de escorpião Na maior parte dos casos, os escorpiões são encontrados em terrenos baldios, velhas construções, áreas verdes descuidadas, pilhas de madeira, entulho e tijolos. Também são comuns em regiões com infestação de insetos. Para evitar as picadas, é importante tomar alguns cuidados como: não acumular lixo e entulho; usar calçado e luvas de proteção durante atividades rurais ou de jardinagem; manter limpos terrenos baldios e espaços próximos às casas; combater a proliferação de baratas e cupins; e preservar predadores naturais (seriemas, corujas, sapos, lagartixas e galinhas). Sintomas das picadas de escorpião Assim como as picadas de vespa e abelha, a picada de escorpião deixa a região inchada e avermelhada. Além disso, ela provoca dor intensa e imediata. Casos graves podem, ainda, provocar aumento da frequência cardíaca, salivação aumentada, falta de ar e pressão arterial baixa. Primeiros socorros Picadas de escorpião podem levar à óbito, por isso, é importante agir rapidamente após a ocorrência. O primeiro passo é lavar a picada com água e sabão e não espremer ou aplicar produtos na região. Em seguida, é indispensável entrar em contato com uma equipe de emergência para receber atendimento médico e, caso necessário, aplicação de soro contra o veneno do escorpião. Quem chamar em caso de picada de escorpião? A Medicar oferece atendimento médico pré-hospitalar com agilidade no local do chamado, garantindo um resgate efetivo e promovendo bem-estar para o paciente em casos de emergências médicas, como as picadas de escorpião. A empresa ainda garante atendimento domiciliar, promovendo conforto para todos os seus associados.
Alergia alimentar: principais causadores e primeiros socorros

De uns tempos para cá, os relatos de pessoas que enfrentam alergia alimentar se tornaram mais comuns. De acordo com a ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), de 6 a 8% das crianças com menos de 3 anos e de 2 a 3% dos adultos sofrem com o problema atualmente. E o que poucas pessoas sabem é que o quadro merece muita atenção, uma vez que pode levar à óbito. O que é alergia alimentar? A alergia alimentar é uma reação anormal do organismo, que faz com que ele identifique proteínas presentes em certos alimentos como inimigas. A partir disso, o sistema imunológico é ativado e envia células de defesa para barrar essa proteína. Essa situação pode provocar sintomas imediatos (que oferecem maior risco para a saúde) e tardios (mais comuns e que podem durar dias). Alguns exemplos das reações alérgicas são: vômito, diarreia, cólica intestinal, náusea, distensão abdominal (aumento e enrijecimento do abdômen) e dores na região da barriga. Ao ingerir grandes quantidades do alérgeno é possível sofrer, ainda, de eczema, urticária, rinite e asma. Casos graves de alergia alimentar podem provocar também choque anafilático, quadro que surge poucos segundos após a ingestão do agente causador da alergia, provocando dificuldade para respirar; aumento dos batimentos cardíacos; coceira e vermelhidão na pele; tontura e sensação de desmaio; confusão; e inchaço na boca, nos olhos e no nariz. Os principais causadores da alergia alimentar Diversos alimentos podem provocar alergia alimentar, no entanto, alguns são responsáveis por números maiores de casos. Confira abaixo quatro dos grandes causadores desse problema. Leite: O leite é um dos maiores responsáveis pela alergia alimentar, atingindo geralmente crianças. Ao contrário da intolerância, que está relacionada à lactose (açúcar presente na bebida), a alergia é ocasionada pela proteína do leite. Os sintomas geralmente aparecem entre 3 horas e 3 dias após o consumo. Ovo: A albumina, proteína encontrada na clara do ovo, é um potencial alergênico. Vale destacar que o ovo faz parte de diversas receitas, exigindo atenção das pessoas que possuem alergia à albumina. Soja: Diversos alimentos levam o aviso de conterem soja, pois essa leguminosa provoca alergia em diversas pessoas, especialmente em crianças de até 10 anos. É importante salientar que diversos produtos alimentícios podem sofrer contaminação cruzada com a soja, devendo ser evitados por quem tem sensibilidade ao item. Frutos do mar: O campeão de alergias é o camarão, mas outros frutos do mar, como caranguejo e lagosta também podem provocar reações alérgicas. Trigo: É importante destacar que a alergia ao trigo é diferente da doença celíaca, que consiste em uma enfermidade autoimune provocada pelo consumo do glúten. Primeiros Socorros Ao sofrer vômito, diarreia, cólica intestinal, náusea e distensão abdominal é importante procurar um médico para fazer exames e verificar se a causa está relacionada ao consumo de algum alimento. Já ao perceber os sintomas do choque anafilático, é preciso entrar em contato imediatamente com uma equipe de emergência para obter as recomendações e o atendimento adequado. A sua equipe de emergência Em momentos de choque anafilático e reações alérgicas severas, é importante contar com uma equipe de emergência que realize atendimento rápido e efetivo. Esse é o caso da Medicar. A empresa oferece atendimento médico pré-hospitalar no local do chamado, garantindo bem-estar do paciente e oferecendo a segurança necessária. Além disso, ela disponibiliza uma atendimento médico telefônico 24 horas para sanar possíveis dúvidas.
Depressão em idosos: como identificar e amenizar

No geral, associamos a terceira idade ao mau humor e à tristeza. O problema é que essa ideia esconde um assunto sério: a depressão em idosos. Segundo o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, 5% dos idosos que vivem em comunidade apresentam a doença. Ao falar em pessoas que estão internadas e em Home Care, os números sobem para 11,5% e 13,5% respectivamente. No Brasil, elas também estão entre as mais afetadas. Depressão em idosos pode se apresentar de formas diferentes A depressão se apresenta por meio de tristeza excessiva por mais de duas semanas, provocando falta de interesse em viver e realizar atividades cotidianas. No entanto, em idosos, a doença pode ser confundida com “frescuras” e ainda pode se apresentar por meio de outros sintomas. O idoso pode acabar não relatando tristeza e desânimo, no entanto, pode apresentar queixas físicas, pessimismo, falta de energia, alterações no sono e no apetite, além de dores e incômodos intestinais. Vale destacar que esses sintomas também podem estar relacionados ao envelhecimento e a outros problemas de saúde, por isso é importante estar sempre atento e realizar consultas com um especialista. Fatores de risco e formas de prevenção Doenças que afetam a mobilidade e a independência dos idosos podem contribuir com o surgimento da depressão e a redução da autoestima. A perda de pessoas e a redução do contato social também são fatores agravantes. Para evitar o surgimento da doença, é importante que os idosos mantenham a cabeça ativa, adotem uma rotina saudável – praticando atividades físicas com acompanhamento de um profissional e seguindo uma dieta equilibrada – e tenham uma rede de apoio composta por familiares e profissionais da saúde, para garantir o bem-estar, evitar a solidão e ainda lidar de forma adequada com os assuntos dessa fase da vida. Tratamento da depressão na terceira idade Além de apresentar sintomas distintos, a depressão em idosos também merece atenção em relação ao tratamento. Isso porque os medicamentos que geralmente são recomendados por psiquiatras podem agravar doenças prévias. Assim, é essencial procurar um especialista qualificado para tratar pessoas da terceira idade. Ainda é essencial realizar psicoterapia, praticar atividades que ajudem a manter o cérebro ativo, exercitar o corpo frequentemente e manter uma alimentação saudável. Segurança para os idosos da sua família Com o passar dos anos é comum a redução da mobilidade e o desenvolvimento de doenças crônicas que podem colocar a vida do idoso em risco. Dessa forma, é importante contar com a segurança de ter uma equipe especializada à disposição para realizar atendimento médico em caso de emergências. A Medicar oferece essa segurança, realizando Atendimento Médico Pré-hospitalar no local do chamado com uma equipe qualificada – o que garante agilidade no socorro e segurança para o paciente – e ajudando a sanar dúvidas através da Orientação Médica por Telefone (OMT), o que promove tranquilidade para os familiares.
Férias escolares: evite acidentes com crianças!

O período de férias escolares é conhecido por proporcionar muita diversão para a toda a família. No entanto, a maior presença dos pequenos em casa acaba gerando um aumentos nos casos de acidentes com crianças. Entre os incidentes mais comuns estão quedas, queimaduras e intoxicação pelo consumo de produtos de limpeza ou medicamentos. Choques elétricos em tomadas e cortes também aparecem na lista de complicações. Por isso, é importante que os pais dobrem a atenção em relação à segurança das crianças e estejam preparados para lidar com possíveis emergências. Como prevenir acidentes com crianças durante as férias escolares A maior parte dos acidentes pode ser prevenida a partir da adoção de algumas medidas simples. Confira abaixo quais são elas. Não deixar produtos de limpeza ou medicamentos ao alcance das crianças; Proteger a região das piscinas com cercas; Evitar deixar as crianças sozinhas perto de piscinas; Incentivar o uso de equipamentos de segurança durante passeios de bicicleta ou skate; Recolher brinquedos e outros objetos do piso; Manter as crianças distantes do fogão e supervisioná-las enquanto estiverem na cozinha; Apostar em dispositivos de segurança nas escadas; Vedar as tomadas de energia; Proteger as quinas; Colocar trava nas gavetas; Supervisionar frequentemente as brincadeiras e atividades da criança. A quem recorrer durante uma emergência Em caso de acidentes, como a ingestão de substâncias indevidas ou quedas e fraturas, é importante manter a calma e acionar um serviço de emergência que ofereça atendimento ágil. A Medicar pode ser uma grande aliada nesse momento, uma vez que oferece atendimento médico pré-hospitalar com agilidade no local do chamado, garantindo o socorro efetivo do paciente. Além disso, a empresa disponibiliza o serviço de Orientação Médica por Telefone (OMT), que ajuda a sanar possíveis dúvidas e inseguranças, ajudando os pais a manterem a calma.
Quedas: como evitar acidentes com idosos

Você sabia que as quedas estão entre os acidentes mais comuns na terceira idade? A instabilidade postural, as mudanças na visão e outras questões típicas dessa fase da vida acabam afetando a mobilidade, o que favorece a ocorrência desse quadro. Só para se ter uma ideia, estima-se que, das pessoas que têm 80 anos ou mais, 40% caem a cada ano. Entenda os riscos dessas quedas e saiba como evitar acidentes com idosos. Vale destacar que esse acidente pode ser ocasionado tanto por pequenos descuidos e obstáculos no dia a dia quanto por problemas de saúde preexistentes. Dessa forma, é essencial acompanhar o bem-estar do idoso de perto, verificando doenças junto a médicos. O risco das quedas Antes de descobrir como evitar acidentes com idosos, é essencial entender as possíveis consequências desses quadros na saúde física e psicológica do paciente. As quedas geralmente provocam fraturas ósseas que afetam a mobilidade do paciente e podem resultar na necessidade de hospitalização ou repouso. A partir disso, o idoso acaba se tornando mais dependente de outras pessoas e sofrendo redução na qualidade de vida. O quadro também pode afetar a autoconfiança, provocando medo de cair novamente e, consequentemente, estimulando o sedentarismo – o que facilita o surgimento de doenças como a atrofia muscular. Medidas para evitar acidentes com idosos A grande maioria das quedas ocorrem dentro de casa, no entanto, poderiam ser prevenidas com a adoção medidas simples. Confira abaixo algumas delas: – Incentivar o uso de sapatos com solado antiderrapante; – Estimular a prática de atividades físicas com o acompanhamento de um profissional – Remover tapetes – Colocar corrimão nas escadas – Investir em barras de segurança no banheiro – Evitar móveis baixos – Ajustar a cama e o colchão para a altura do paciente – Manter os ambientes da casa bem iluminados – Não encerar o chão e manter os pisos secos – Deixar telefones em locais acessíveis – Garantir que os interruptores tenham fácil acesso – Manter armários e gavetas em alturas acessíveis – Preferir pisos antiderrapantes A quem recorrer Durante uma emergência, é importante manter a calma e contar com uma equipe médica de qualidade que realize atendimento ágil. Esse é o caso da Medicar, empresa que oferece Atendimento Médico Pré-hospitalar no local do chamado, promovendo um socorro rápido e, consequentemente, garantindo a saúde do paciente e tranquilidade dos familiares. A Medicar ainda oferece fisioterapia e atendimento de enfermeiros em casa, além do serviço de Orientação Médica por Telefone (OMT), que ajuda a sanar dúvidas relacionadas à saúde. Ofereça já essa segurança para seus familiares!