Câncer de mama: Fatores de risco

Estamos em outubro, e é neste mês que temos o conhecido movimento mundial contra o câncer de mama, designado Outubro Rosa. Nele, damos visibilidade aos casos de câncer de mama e ressaltamos a importância de um diagnóstico precoce por meio das consultas de rotina. Segundo o site da campanha Outubro Rosa, o nome do movimento remete à cor do laço homônimo que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama e estimula a participação ativa da população, empresas e entidades nas ações da campanha. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro. Posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano, o mês de outubro se tornou o mês nacional nos Estados Unidos de prevenção do câncer de mama. A partir de qual idade sou suscetível ao câncer de mama? O autoexame deve ser realizado após os 20 anos de idade, sete dias após o início da menstruação. O câncer de mama raramente ocorre antes dos 30 anos e suas probabilidades aumentam após os 45 ou 50 anos. Fatores de risco com base no site Minha Vida Os critérios para a identificação do risco genético, ou seja, do risco histórico-familiar da doença são: · Possuir dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama; · Ter ao menos um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença; · Possuir parentes de primeiro grau com esse tipo de câncer, sendo que um teve a doença antes de 45 anos; · Ter um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral; · Possuir um parente de primeiro grau com a doença e um ou mais parentes com câncer de ovário; · Ter ao menos um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário; · Possuir três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença; · Ter dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário. Idade Mulheres entre 40 e 69 anos são as principais acometidas pelo câncer de mama. Isso se deve ao fato da exposição ao hormônio estrógeno estar no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, os riscos aumentam ainda mais. Menstruação precoce A relação com a menstruação está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio, quando em quantidades alteradas, facilita a proliferação desordenada das células mamárias, o que resulta em um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos nove ou dez anos de idade, é devido aos ovários intensificaram a produção do hormônio precocemente, e assim o organismo fica exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida. Menopausa tardia A lógica aqui apontada é a mesma do caso da menstruarão precoce. Enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, o que deixa as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado. Reposição hormonal: muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição – principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona – pode aumentar as chances de proliferação do câncer de mama. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Colesterol alto O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que possuem altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, e assim o risco de câncer de mama aumenta. Obesidade O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama, principalmente após a menopausa. Isso porque a partir desse período o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Ausência de gravidez Segundo o site Minha Vida, mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances de contrair a doença devido à ausência da amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea. Lembre-se que a consulta anual ao ginecologista é imprescindível para o diagnóstico precoce do câncer de mama e quaisquer outras doenças.
O que é AVC?

O Acidente Vascular Cerebral, popularmente chamado de AVC, figura-se de dois modos: o primeiro ocorre quando os vasos que levam o sangue ao cérebro entopem, chamado de AVC isquêmico; o segundo corresponde ao rompimento dos vasos sanguíneos, chamado de AVC hemorrágico. Este último causa uma paralisia no lado destituído de circulação sanguínea. Segundo o Ministério da Saúde, essa doença atinge mais homens do que mulheres e é a maior causa de incapacitação e morte em todo o mundo. Sintomas Assim como há dois tipos de AVC, temos também diferentes tipos de sintomas, o que possibilita distinguir o diagnóstico. Os sintomas do AVC isquêmico são: perda repentina da força muscular e/ou visão; dormência no rosto, pernas e braços; formigamento em um dos lados do corpo, além de alteração da memória. Os sintomas do AVC hemorrágico correspondem a dor de cabeça repentina, acompanhada de náuseas e vômitos, além de inchaço ou pressão na cabeça. Fatores de risco: Hipertensão; Diabetes; Colesterol alto; Sobrepeso; Obesidade; Tabagismo; Uso excessivo de álcool; Idade avançada; Sedentarismo; Uso de drogas ilícitas; Histórico familiar; Ser do sexo masculino. Diagnóstico e tratamento O tratamento é realizado com urgência no pronto atendimento. Nele, são administrados trombolíticos e anticoagulantes que podem diminuir a disseminação dos danos. A cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou êmbolo (endarterectomia), além de aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas.
Setembro Amarelo: Precisamos falar sobre o assunto!

Setembro Amarelo: Precisamos falar sobre o assunto! Segundo a CVV – Centro de Valorização da Vida – a cada 45 minutos um brasileiro comete suicídio. Esse número já deveria ser suficiente para estimular as pessoas a se mobilizarem pela prevenção dessas mortes precoces, mas apesar dos avanços, os tabus, preconceitos e vergonhas ainda são adversários dessa luta diária. E desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o mês, para que possamos informar as pessoas sobre a depressão, que é umas das maiores doenças causadoras de suicídio e seus tratamentos, para que o caso não evolua para uma tentativa ou um suicídio. O que é a depressão? A depressão é um transtorno mental, que afeta o humor, gerando tristeza profunda e persistente, e afetando de forma negativa o modo como as pessoas se sentem, pensam e agem. Ela causa tanto sintomas psicológicos quanto físicos, que nem sempre são facilmente reconhecidos. Assim, para identificar uma pessoa com depressão, segundo as orientações do Manual de Diagnósticos de Transtornos Mentais (DSM V), é necessário observar os seguintes sinais e sintomas: Humor deprimido e/ou perda de interesse ou prazer para as atividades do dia-a-dia, que são persistentes e surgem em todos ou quase todos os dias. Além disso, a pessoa deve apresentar pelo menos 3 ou 4 de outros possíveis sintomas, como: Perda ou ganho de peso acentuado sem estar em dieta; Aumento ou diminuição de apetite; Insônia ou excesso de sono; Agitação ou lentificação; Fadiga e perda de energia; Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada; Indecisão ou capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se; Pensamentos de morte, vontade de morrer, assim como tentativa ou planejamento da mesma. Na presença desses sintomas é necessário a procura de um psicólogo, para verificar as possíveis causas e os tratamentos adequados. A comunicação é a melhor prevenção.
Cuide do seu coração – saiba como

O coração é um órgão essencial à vida. Ele é responsável por bombear sangue que leva nutrientes e oxigênio a cada uma das nossas trilhões de células. O trabalho do coração é incessante, ele funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem descanso. Com tamanha importância e com todo esse trabalho o coração precisa e merece cuidados especiais. No blog post de hoje você vai aprender como cuidar deste órgão tão vital e evitar doenças sérias. Confira Como cuidar do seu coração? Os cuidados com o coração exigem a adoção de hábitos de vida saudáveis como a prática de atividades físicas. Vale entender que você pode começar a praticar exercícios de forma simples, caminhando pelo bairro onde você mora, por exemplo. Mas não se esqueça, antes de qualquer exercício que você for praticar, é preciso passar antes no médico para saber se você pode praticar as atividades sem riscos maiores a saúde Outro cuidado, tão importante quanto a prática de exercícios físicos, é o cuidado com a alimentação, pensando nisso, trouxemos algumas dicas a você: Consuma de 3 a 5 porções de frutas diariamente: elas são ricas em vitaminas, minerais e antioxidantes que protegem e fortalecem o coração Enriqueça sua dieta com hortaliças elas também são ricas em nutrientes como as frutas e ainda possuem baixas calorias e teor de gorduras. Isso ajuda a controlar o peso corporal. Afinal, vale lembrar que sobrepeso e obesidade são fatores de risco para doenças cardíacas; Tome cuidado com o excesso de sódio na dieta, pois isso aumenta o risco de hipertensão (pressão alta) o que pode causar danos ao coração. Prefira ervas na hora de temperar a comida. Elas são uma opção muito saborosa e saudável. Consuma alimentos ricos em ômega 3 como salmão e linhaça Além de se alimentar bem, é preciso evitar o estresse já que ele é a causa de 15% dos infartos. As principais doenças que acometem o coração e os sintomas Infarto agudo do miocárdio O infarto agudo do miocárdio mais conhecido como infarto ou ataque cardíaco acontece quando a passagem de sangue para o coração é interrompida, provocando a morte das células que formam o tecido que reveste o coração. Em geral, o principal fator que causa a interrupção da passagem de sangue é a presença de placas de gorduras dentro das artérias, a chamada “aterosclerose”. No Brasil, 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos; em 30% dos casos o ataque cardíaco é fatal. No inverno, a atenção precisa ser redobrada, já que o índice de infartos sobe 30%. Sintomas O sintoma mais conhecido é uma dor no peito que dá a sensação de que há um “aperto no coração”. Alguns pacientes sentem junto com essa dor, outros sintomas. Entre eles, temos: Mal-estar; Tonteira; Queimação no estômago; Dor na axila ou no braço esquerdo; Sensação de aperto na garganta; É comum que a pessoa que esteja sofrendo um infarto fique pálida e chegue até mesmo a desmaiar. Casos alguns desses sintomas se manifeste chama o mais rápido possível um serviço de emergência. Para saber mais sobre como agir nesse momento baixe o nosso guia Golden Hour: Entenda porque os primeiros minutos do resgate e atendimento de emergência são decisivos e como se prevenir. Insuficiência cardíaca Como vimos logo no início do nosso blog post, o coração é responsável por bombear sangue para todo o corpo, não é mesmo? Mas, quando ocorre a insuficiência cardíaca também chamada de insuficiência cardíaca congestiva essa função do coração fica comprometida e ele não consegue mais bombear sangue para todo o nosso corpo. Assim, o sangue pode se acumular em determinados órgãos, já que não consegue retornar ao coração ou pode chegar uma quantidade menor de sangue para determinadas partes do corpo. Desse modo, o funcionamento dessas parte pode ficar comprometido. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 23 milhões de pessoas sofrem com a doença em todo o mundo. Sintomas Os sintomas mais comuns são: Falta de ar na atividade física ou logo após estar deitado por um tempo Tosse Inchaço dos pés e tornozelos Inchaço do abdômen Fadiga, fraqueza, desmaios Perda de apetite, indigestão Náuseas e vômitos Com o coração não se brinca. Diante do aparecimento desses sintomas conte com ajuda médica especializada. Conte com a Medicar.
Saiba como evitar acidentes de trabalho na sua empresa

De acordo com o estudo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, desenvolvido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), desde o começo de 2017 foram registradas 675.025 comunicações por acidentes de trabalho no Brasil. E a questão é que além de colocar a vida do colaborador em risco, esses acidentes podem ser prejudiciais para a empresa, gerando afastamentos, a necessidade de contratação de substitutos e mudanças na rotina da organização. Dessa forma, é importante tomar medidas para evitar esses imprevistos. Possíveis acidentes de trabalho Antes de compreender as formas de evitar acidentes de trabalho, é importante conhecer os principais tipos de complicações que ocorrem em empresas e industrias. De acordo com o estudo, no topo da lista estão cortes, perfurações e feridas ocasionadas por rasgos ou contusões. Logo em seguida estão as fraturas, seguidas pelas contusões e esmagamentos. Como evitar acidentes de trabalho Confira abaixo uma lista de práticas efetivas na prevenção de acidentes de trabalho. Realize análises de risco: A análise de riscos garante um ambiente seguro para os colaboradores, uma vez que identifica os possíveis problemas que podem ocorrer durante o expediente e, consequentemente, permite elaborar soluções e melhorias ergonômicas. Crie campanhas de conscientização: Outro ponto essencial para a prevenção de acidentes de trabalho é a criação de campanhas de conscientização, para garantir que os colaboradores sigam todas as normas de segurança, como o uso de equipamentos de proteção, e verbalizem possíveis riscos encontrados na rotina. Incentive a calma: A pressão excessiva e a pressa podem ser grandes influenciadoras nos incidentes. Por isso, é importante criar protocolos de produção e trabalho que respeitem um tempo médio confortável para a empresa e o colaborador. Melhor forma de lidar com acidentes Mesmo com a prevenção frequente, alguns acidentes de trabalho podem acabar ocorrendo na rotina da empresa. E a melhor forma de lidar com eles é mantendo a calma e apostando na agilidade para garantir um atendimento rápido e evitar possíveis complicações. Desta forma, a Medicar é a uma grande aliada dos mais diversos tipos de instituições, já que promove um Atendimento Pré-Hospitalar no local solicitado com agilidade, reduzindo o tempo de afastamento em situações desnecessárias e garantindo um cuidado efetivo para com a saúde do paciente. A Medicar conta com uma equipe especializada que faz com que 80% dos chamados sejam resolvidos dentro da própria empresa. Além disso, disponibiliza atendimento em domicílio, visando proporcionar comodidade e qualidade de vida para os associados.
Primeiros socorros: descubra como tratar cortes

Os cortes estão entre os acidentes de trabalho e domésticos mais comuns. No ambiente empresarial, eles são frequentes em indústrias e cozinhas de grande porte, já no espaço doméstico, podem ser ocasionados tanto na cozinha quanto em outros locais, sendo resultado do contato com objetos perfurantes ou cortantes. Confira abaixo como tratar cortes. Tipos de corte Os cortes podem ter diversos níveis de gravidade, mas geralmente são divididos entre superficiais e profundos. Os primeiros são aqueles que atingem as camadas superficiais da pele, causando pequenas aberturas e sangramento em pequena quantidade. Esse tipo de corte habitualmente não deixa cicatriz. Já os cortes profundos – como o próprio nome dá a entender – são os que atingem camadas mais internas, podendo, em casos graves, até afetar artérias, órgãos ou ossos. Nesse caso, o corpo não consegue se recuperar sozinho e é necessário contar com auxílio médico. O que fazer para tratar cortes Antes de entender o que é necessário fazer para cuidar dos cortes, é preciso conhecer algumas atitudes que não devem ser tomadas no momento da emergência. Os primeiros comportamentos a serem evitados são o NERVOSISMO e DESESPERO, pois eles podem agravar ainda mais a situação. Independentemente do tipo de corte, a primeira coisa a se fazer é sempre a mesma: pressionar o local para estancar o sangramento. Para isso, você pode usar uma gaze ou um pano limpo e seco. Lembre-se de nunca aplicar pomadas ou outro tipo de produto sobre o local do sangramento sem indicação médica. Os cortes superficiais (escoriações), exigem que o local seja lavado com água corrente e sabão o quanto antes! Nos casos de cortes profundos é necessário um cuidado maior durante o estancamento – por conta da quantidade de sangue eliminada através dele – e é importante que a vítima seja mantida deitada, para evitar a perda de sentidos. Quando os cortes são graves também é importante acionar uma equipe médica, já que esses ferimentos podem exigir suturas (aplicação de pontos). Nesse caso, a Medicar pode ser uma grande aliada, uma vez que oferece um Atendimento Médico Pré-hospitalar rápido no local da chamada, o que evita complicações e pode prevenir afastamentos de profissionais do ambiente de trabalho. A empresa ainda disponibiliza atendimento em domicílio, visando proporcionar comodidade e qualidade de vida para os associados.
Primeiros socorros: o que fazer quando a criança engasga

Os engasgos são problemas comuns nas mais diversas fases da vida, no entanto, na infância – especialmente até os 03 anos – eles podem ser mais frequentes e perigosos, levando a óbito. Isso porque, nesse período, a criança ainda não tem o perfeito controle da mastigação e a deglutição, e não compreende a importância de manter certos objetos longe da boca. Entenda abaixo esse problema e o que fazer quando a criança engasga. O que é e como identificar o engasgo Antes de entender o que fazer quando a criança engasga, é importante saber o que é esse quadro e como identifica-lo. Basicamente, o engasgo é uma dificuldade de respirar causada pela presença de corpos estranhos nas vias aéreas. Esses corpos podem ser alimentos e líquidos ingeridos durante as refeições ou objetos (brinquedos, tampas de caneta ou outros itens). Alguns dos sintomas desse problema são: tosse, dificuldade para respirar, pele azulada, unhas roxas e rouquidão. Confira abaixo como agir em caso de engasgos. O que fazer quando a criança engasga Ao observar sinais de engasgo é importante entrar em contato com serviço de urgência e emergência e trabalhar no salvamento da criança. Geralmente, a equipe já inicia o atendimento indicando o que fazer até a chegada dos médicos. Confira abaixo o passo a passo de como deve ser o salvamento de acordo com a idade da criança: Crianças de até 1 ano 1. Segure o bebê com uma das mãos, de forma que ele fique de bruços e inclinado para frente; 2. Usando o punho da outra mão e deixando os dedos estendidos, aplique 5 palmadas no meio das costas da criança; 3. Vire a criança para que ela fique com a barriga voltada para cima; 4. Utilize dois dedos para comprimir duas vezes a linha entre os mamilos – esse movimento se assemelha a uma massagem torácica; 5. Verifique se o corpo estranho foi eliminado. Caso negativo, repita o procedimento. Crianças maiores de 1 ano 1. Fique atrás da criança, abraçando-a em torno do abdômen. É importante ficar na mesma altura da criança, por isso, pode ser que você tenha que ficar de joelhos; 2. Feche uma das mãos e coloque o punho na região logo acima do umbigo; 3. Com a outra mão, segure o punho da mão fechada e faça compressões rápidas de dentro para cima – elas devem ser firmes e não violentas; 4. Incentive a criança a tossir e verifique se o problema foi solucionado. Caso persista, repita o procedimento. Atendimento Médico Pré-hospitalar de Urgência e Emergência A Medicar pode ser uma grande aliada da família em momentos que a criança engasga. Isso porque ela oferece um Atendimento Médico Pré-hospitalar rápido no local do incidente, garantindo a saúde e a segurança do pequeno. Além disso, a empresa realiza orientação médica por telefone, auxiliando no combate ao problema e prevenção de agravamentos antes mesmo da chegada da equipe médica. A agilidade do atendimento é resultado da cobertura de áreas específicas das cidades.
Os prejuízos dos afastamentos por acidentes

Desde o início de 2017, foram registradas cerca de 675.025 ocorrências de acidentes de trabalho no Brasil, segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho. E por mais que uma empresa saiba como evita-los, infelizmente o número de incidentes continua crescendo. A questão é que os afastamentos por acidentes não só prejudicam o funcionário, como envolvem custos que oneram o caixa da empresa. Custos dos afastamentos por acidentes Além de envolver o potencial humano, os acidentes de trabalho geram custos imediatos para a empresa, como as horas de trabalho despendidas pelos supervisores para ajudar a pessoa acidentada e para identificar as causas do incidente, e a paralisação de um setor ou de uma máquina, que resulta no atraso da entrega. Outros custos comuns são os relacionados a indenizações ao colaborador que sofreu o acidente. E vale destacar que essa quantia abrange não só o valor da própria indenização, como os custos processuais. Em casos de afastamentos por acidentes, os gastos da empresa podem ser ainda maiores, uma vez que a organização é obrigada a arcar com o salário do colaborador durante os primeiros 15 dias de licença. Além disso, pode ser necessária a contratação de substitutos ou o pagamento de horas extras para outros colaboradores afim de não afetar os resultados da produção. Outros prejuízos causados pelos afastamentos são: redução de produtividade de toda a equipe, repercussão negativa no ambiente de trabalho e até prejuízos de imagem. Como evitar afastamentos por acidentes Além de prevenir os acidentes de trabalho, é importante evitar agravamentos que possam resultar afastamentos. Para isso, é necessário garantir um atendimento rápido de qualidade para o funcionário. Dessa forma, a Medicar pode ser uma grande aliada, uma vez que oferece atendimento pré-hospitalar com agilidade no local solicitado, reduzindo o tempo de afastamento em situações desnecessárias e garantindo um cuidado efetivo para com a saúde do paciente. Além disso, evita a ausência do supervisor, uma vez que é a equipe da Medicar que realiza a remoção e/ou acompanhamento. Vale destacar que empresa efetua isso seguindo protocolos que fazem com que o acidentado chegue estável até a unidade hospitalar e fica no hospital até que o paciente receba atendimento. A Medicar conta com uma equipe especializada que faz com que 80% dos chamados sejam resolvidos dentro da própria empresa. Além disso, disponibiliza atendimento em domicílio, visando proporcionar comodidade e qualidade de vida para os associados.
Identifique urgências e emergências médicas

Além dos infartos, você sabe quais situações podem ser consideradas urgências ou emergências médicas? E mais: você sabia que existem diferenças entre esses dois quadros? Confira abaixo as características das urgências e emergências médicas, além dos principais exemplos de cada quadro. Entenda a diferença entre urgências e emergências médicas Tanto a urgência quanto a emergência médica exigem atendimento médico ágil, mas existem diferenças entre os dois quadros. URGÊNCIA: situações em que o quadro do paciente apresenta sintomas incessantes, mas NÃO de perigo de morte iminente. EXEMPLOS: diarreia, vômito, dores na coluna ou cabeça, ou febre abaixo de 39°. EMERGÊNCIA: situações que envolvem risco IMEDIATO de morte, identificadas por critério médico. EXEMPLOS: desmaio, dores no peito, cortes profundos, formigamento nos braços e pernas, intoxicações, febre acima de 39°. Como agir em casos de urgências e emergências médicas Apesar de apresentarem diferenças, os dois quadros exigem atendimento médico, por isso, é importante entrar em contato com um serviço especializado. Assim, o médico poderá indicar como lidar com a situação e encaminhar uma UTI Móvel, garantindo um socorro rápido e seguro para o paciente. O seu Serviço de Urgências Médicas A Medicar pode ser uma grande aliada nas mais diversas situações de urgência e emergência médica. Isso porque ela garante um Atendimento Pré-hospitalar rápido no local do incidente, promovendo maior segurança e atendimento efetivo para o paciente. Além disso, a empresa realiza orientação médica 24h por telefone, auxiliando no combate ao problema e prevenção de agravamentos antes mesmo da chegada da equipe médica.
Saiba como prevenir e identificar infartos

De acordo com Ministério da Saúde, cerca de 300 mil pessoas morrem anualmente em decorrência de doenças cardiovasculares. E o infarto está entre os casos mais comuns. O que nem todo mundo sabe é que é possível prevenir esse quadro com pequenas mudanças de hábitos e que ele exige atendimento imediato. Confira abaixo como evitar e como identificar infartos, além das formas de lidar com esse problema. O que é infarto? Antes de aprender a evitar ou identificar infartos, vale entender o que é o problema. Também conhecido como ataque cardíaco, o infarto ocorre quando há um bloqueio prolongado no fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco (miocárdio), de forma que ele seja danificado ou morra. Esse bloqueio é resultado da formação de coágulos sanguíneos e do acúmulo de placas de gordura (colesterol) nas artérias. Como prevenir infartos Como ficar longe de infartos? Simples: tenha hábitos saudáveis! Assim, é possível garantir a saúde do coração, deixando-o mais forte e reduzindo as chances de acúmulo de gordura. Entre as ações recomendadas estão: a prática de atividades físicas, que ajuda a controlar o peso e melhorar a circulação sanguínea; a adoção de uma alimentação equilibrada, rica em frutas e verduras, e pobre em gorduras saturadas; a manutenção do peso; e o controle do sono e do estresse. Já na lista dos hábitos que devem ser deixados de lado estão o tabagismo e consumo frequente e intenso de bebidas alcoólicas. Como identificar infartos Os infartos podem ocorrer nas mais diversas idades, no entanto, são mais comuns entre pessoas com mais de 45 anos, que são fumantes e têm excesso de peso, pressão alta, diabetes ou colesterol elevado. O quadro pode apresentar alguns sintomas prévios, como dores no peito durante o esforço físico, tosse seca e dificuldade para dormir. Veja abaixo os sintomas mais comuns que surgem na hora do ataque cardíaco e que exigem muita atenção. Vale destacar que em algumas pessoas o quadro pode ser silencioso ou seja, não apresenta sinais. Dor no lado esquerdo do peito, que pode irradiar para o pescoço, axila, costas, braço esquerdo ou até mesmo, braço direito; Dormência ou formigamento no braço esquerdo; Enjoos e tonturas Palidez e suor frio; Palpitações; Dificuldade para respirar. Primeiros socorros em casos de infartos Agora que você já sabe como identificar infartos, é importante descobrir o que fazer quando esse quadro surge. O primeiro passo é ligar para um serviço de emergência, para garantir um atendimento rápido e receber as recomendações necessárias. Durante a espera da equipe médica, é importante não oferecer bebidas ou comidas para o paciente. Além disso, pode ser necessário oferecer ácido acetilsalicílico, mas só com recomendação de um especialista. Em casos de falta de pulsação, inicie massagens cardíacas. Quem chamar em casos de urgências e emergência A Medicar é uma grande aliada em casos de infarto, uma vez que oferece Atendimento Médico Pré-hospitalar rápido no local solicitado. Assim, garante a saúde do paciente e a prevenção de complicações. A empresa ainda disponibiliza atendimento em domicílio e uma central de orientação médica 24 horas por telefone. O atendimento da Medicar é rápido, pois a empresa trabalha com pequenas áreas de cobertura, o que evita grandes fluxos de carros no caminho.