Como a Telemedicina impulsiona a produtividade e reduz o turnover nas empresas

No cenário empresarial atual, a produtividade e o bem-estar dos colaboradores são comparados ao novo petróleo, essenciais para o sucesso de qualquer organização, independentemente do seu tamanho ou segmento. Por isso, a telemedicina surge como uma ferramenta revolucionária, capaz de transformar o ambiente de trabalho, promovendo saúde e eficiência. Neste artigo, exploraremos como a telemedicina pode ser uma solução estratégica para impulsionar a produtividade e minimizar o turnover nas empresas. Telemedicina: a solução para reduzir absenteísmo e turnover O absenteísmo e o turnover representam desafios significativos para as empresas, impactando diretamente nos custos operacionais e na produtividade. Nesse contexto, a telemedicina oferece uma resposta eficaz a esses problemas. Isso porque permite que os colaboradores tenham acesso a consultas médicas de forma rápida e conveniente, 24 horas por dia, de qualquer lugar. Dessa forma, elimina a necessidade de deslocamentos para consultas, reduzindo as ausências no trabalho e diminuindo o risco de turnover relacionado a questões de saúde. Vantagens da Telemedicina para empresas Acesso imediato a consultas médicas: colaboradores podem realizar consultas médicas por videochamada a qualquer momento, proporcionando um atendimento ágil para problemas de saúde não urgentes Economia de tempo e recursos: a redução de deslocamentos para consultas médicas traduz-se em economia de tempo e recursos, permitindo que os colaboradores se dediquem mais às suas atividades profissionais Melhoria na eficiência operacional: menos interrupções na rotina de trabalho dos colaboradores levam a uma maior eficiência operacional Telemedicina como estratégia de Recursos Humanos Por isso, adotar a telemedicina como parte da estratégia de RH não apenas demonstra a preocupação da empresa com o bem-estar dos seus colaboradores, mas também serve como um diferencial competitivo na atração e retenção de talentos. Funcionários que se sentem valorizados e têm acesso a cuidados de saúde convenientes tendem a ser mais motivados e engajados. Benefícios também para os colaboradores Sentimento de valorização: oferecer telemedicina como benefício reflete o cuidado da empresa com a saúde e o bem-estar dos seus colaboradores Segurança e menos estresse financeiro: acesso a cuidados de saúde de qualidade reduz preocupações com custos médicos inesperados Melhoria na saúde mental: a tranquilidade proporcionada pela telemedicina favorece a saúde mental, permitindo que os colaboradores enfrentem os desafios diários de forma mais proativa. Conclusão Como você pode observar, a a telemedicina representa uma solução inteligente e estratégica para as empresas que buscam melhorar a produtividade e reduzir o turnover. Pois, ao priorizar a saúde dos colaboradores, as organizações não apenas melhoram o ambiente de trabalho, mas também se posicionam como empregadores de escolha no mercado competitivo. Inegavelmente, incorporar a telemedicina nas estratégias de recursos humanos é mais do que uma tendência; é uma necessidade para as empresas que visam o sucesso sustentável e o bem-estar de seus colaboradores. Em suma, a adoção dessa tecnologia é um passo em direção a um futuro mais produtivo e saudável para todos no ambiente corporativo. E agora, para que você explore ainda mais sobre como a telemedicina e saiba em detalhes como ela pode beneficiar a sua empresa, que tal um bate-papo com nossos especialistas? É só entrar em contato com a Medicar pelo 0800 940 0590 ou clicar aqui.
Você conhece as complicações do diabetes?

Você sabia que entre 2006 e 2016 o número de brasileiros com diabetes aumentou 61,8%? De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, a doença passou a atingir 8,9% da população brasileira. Confira abaixo todas as complicações do diabetes, que podem colocar a saúde em risco. O que é diabetes e quais são os principais tipos Antes de conhecer as complicações do diabetes, vale entender o que é esse problema. Ele é caracterizado pela baixa produção de insulina e/ou pela incapacidade desse hormônio de controlar a glicose (açúcar) no sangue, e pode ser divido entre: tipo 1 e tipo 2. No primeiro, o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina por conta de um problema no sistema imunológico, que faz com que os anticorpos ataquem as células produtoras do hormônio. Vale destacar que esse quadro é genético, ou seja, não é causado por fatores externos. Já o diabetes tipo 2 – o mais comum –, tem relação não só com a baixa secreção, mas também com a redução na eficácia da insulina, comumente chamada de resistência. Esse problema está diretamente relacionado aos maus hábitos, que incluem o alto consumo de açúcares. Existem, ainda, o pré-diabetes – que indica pacientes que têm potencial para desenvolver o diabetes tipo 2 – e o diabetes gestacional, que corresponde à uma resistência à ação da insulina durante a gestação. Complicações do diabetes que desencadeiam em quadros de emergência Existem duas situações que podem se enquadrar como emergências resultantes do diabetes: o excesso (hiperglicemia) e falta (hipoglicemia) de açúcar no sangue. O primeiro quadro, que geralmente corresponde à taxa de açúcar no sangue acima de 180mg/dL, se apresenta por meio de sede, vontade frequente de urinar, confusão e hálito de maça. Já o segundo quadro, que é comumente caracterizado pelo nível glicêmico abaixo de 70 mg/dL, pode ser reconhecido pela presença de tremores, pele fria e desmaios. Vale destacar que ambos os problemas oferecem riscos de desmaios. Caso ocorra, procure deixar o paciente deitado de lado e entre em contato com atendimento de urgência e emergência. É importante não realizar outras atitudes sem recomendação médica. Quem chamar em casos de emergência A Medicar é uma grande aliada em casos de emergência envolvendo pessoas diabéticas. Isso porque ela conta com orientação médica por telefone 24 horas, o que evita dúvidas e contribui com os primeiros socorros. Além disso, a empresa realiza atendimento pré-hospitalar ágil no local do chamado, prevenindo, assim, agravamentos e riscos à saúde.
Saiba como prevenir e identificar infartos

De acordo com Ministério da Saúde, cerca de 300 mil pessoas morrem anualmente em decorrência de doenças cardiovasculares. E o infarto está entre os casos mais comuns. O que nem todo mundo sabe é que é possível prevenir esse quadro com pequenas mudanças de hábitos e que ele exige atendimento imediato. Confira abaixo como evitar e como identificar infartos, além das formas de lidar com esse problema. O que é infarto? Antes de aprender a evitar ou identificar infartos, vale entender o que é o problema. Também conhecido como ataque cardíaco, o infarto ocorre quando há um bloqueio prolongado no fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco (miocárdio), de forma que ele seja danificado ou morra. Esse bloqueio é resultado da formação de coágulos sanguíneos e do acúmulo de placas de gordura (colesterol) nas artérias. Como prevenir infartos Como ficar longe de infartos? Simples: tenha hábitos saudáveis! Assim, é possível garantir a saúde do coração, deixando-o mais forte e reduzindo as chances de acúmulo de gordura. Entre as ações recomendadas estão: a prática de atividades físicas, que ajuda a controlar o peso e melhorar a circulação sanguínea; a adoção de uma alimentação equilibrada, rica em frutas e verduras, e pobre em gorduras saturadas; a manutenção do peso; e o controle do sono e do estresse. Já na lista dos hábitos que devem ser deixados de lado estão o tabagismo e consumo frequente e intenso de bebidas alcoólicas. Como identificar infartos Os infartos podem ocorrer nas mais diversas idades, no entanto, são mais comuns entre pessoas com mais de 45 anos, que são fumantes e têm excesso de peso, pressão alta, diabetes ou colesterol elevado. O quadro pode apresentar alguns sintomas prévios, como dores no peito durante o esforço físico, tosse seca e dificuldade para dormir. Veja abaixo os sintomas mais comuns que surgem na hora do ataque cardíaco e que exigem muita atenção. Vale destacar que em algumas pessoas o quadro pode ser silencioso ou seja, não apresenta sinais. Dor no lado esquerdo do peito, que pode irradiar para o pescoço, axila, costas, braço esquerdo ou até mesmo, braço direito; Dormência ou formigamento no braço esquerdo; Enjoos e tonturas Palidez e suor frio; Palpitações; Dificuldade para respirar. Primeiros socorros em casos de infartos Agora que você já sabe como identificar infartos, é importante descobrir o que fazer quando esse quadro surge. O primeiro passo é ligar para um serviço de emergência, para garantir um atendimento rápido e receber as recomendações necessárias. Durante a espera da equipe médica, é importante não oferecer bebidas ou comidas para o paciente. Além disso, pode ser necessário oferecer ácido acetilsalicílico, mas só com recomendação de um especialista. Em casos de falta de pulsação, inicie massagens cardíacas. Quem chamar em casos de urgências e emergência A Medicar é uma grande aliada em casos de infarto, uma vez que oferece Atendimento Médico Pré-hospitalar rápido no local solicitado. Assim, garante a saúde do paciente e a prevenção de complicações. A empresa ainda disponibiliza atendimento em domicílio e uma central de orientação médica 24 horas por telefone. O atendimento da Medicar é rápido, pois a empresa trabalha com pequenas áreas de cobertura, o que evita grandes fluxos de carros no caminho.
Identifique urgências e emergências médicas

Além dos infartos, você sabe quais situações podem ser consideradas urgências ou emergências médicas? E mais: você sabia que existem diferenças entre esses dois quadros? Confira abaixo as características das urgências e emergências médicas, além dos principais exemplos de cada quadro. Entenda a diferença entre urgências e emergências médicas Tanto a urgência quanto a emergência médica exigem atendimento médico ágil, mas existem diferenças entre os dois quadros. URGÊNCIA: situações em que o quadro do paciente apresenta sintomas incessantes, mas NÃO de perigo de morte iminente. EXEMPLOS: diarreia, vômito, dores na coluna ou cabeça, ou febre abaixo de 39°. EMERGÊNCIA: situações que envolvem risco IMEDIATO de morte, identificadas por critério médico. EXEMPLOS: desmaio, dores no peito, cortes profundos, formigamento nos braços e pernas, intoxicações, febre acima de 39°. Como agir em casos de urgências e emergências médicas Apesar de apresentarem diferenças, os dois quadros exigem atendimento médico, por isso, é importante entrar em contato com um serviço especializado. Assim, o médico poderá indicar como lidar com a situação e encaminhar uma UTI Móvel, garantindo um socorro rápido e seguro para o paciente. O seu Serviço de Urgências Médicas A Medicar pode ser uma grande aliada nas mais diversas situações de urgência e emergência médica. Isso porque ela garante um Atendimento Pré-hospitalar rápido no local do incidente, promovendo maior segurança e atendimento efetivo para o paciente. Além disso, a empresa realiza orientação médica 24h por telefone, auxiliando no combate ao problema e prevenção de agravamentos antes mesmo da chegada da equipe médica.
Caí, e agora? Como lidar com lesões causadas por quedas

Ruas esburacadas e com desnível, falta de atenção ou até a simples prática de atividades físicas pode resultar em quedas e, consequentemente, provocar lesões tanto na parte superior quanto na parte inferior do corpo. Quer saber como lidar com essas situações? Então descubra quais são as lesões causadas por quedas e quais sãos os primeiros socorros. Tipos de lesões causadas por quedas As quedas podem ser provocadas por movimentações incorretas dos pés e tornozelos, dessa forma, as contusões, as entorses e as luxações são as complicações mais comuns. Vale destacar que fraturas, assim como os demais, também exigem atendimento médico rápido. As luxações consistem em um deslocamento repentino da articulação, que faz com que os ossos percam o contato entre si. Esse quadro provoca dores intensas e, quando frequente, pode exigir a realização de cirurgias. As regiões mais acometidas são: ombros, quadril, joelhos, cotovelos, punhos e dedos das mãos. Já as entorses – quadro que geralmente acomete os tornozelos – é o movimento anormal dos ossos que provoca lesões nos ligamos das articulações. Esse quadro é menos grave que a luxação, no entanto precisa de atenção e recuperação adequada para que não evolua com complicações. Por fim, as contusões são o resultado da “pancada” e afetam apenas os tecidos e músculos, deixando a região dolorida, inchada e roxa. Essa situação tem menor gravidade que as demais e geralmente se recupera sozinha. Como evitar lesões Nem sempre é possível evitar as quedas, no entanto, algumas práticas ajudam a preveni-las, como o uso de sapatos com solas antiderrapantes, a observação frequente do chão, boa iluminação em casa e muita atenção com tapetes e tábuas soltas. Além de prevenir os tombos, vale fortalecer as regiões facilmente afetadas, para que estejam firmes e consigam lidar com o possível imprevisto. Os atletas devem realizar alongamentos antes dos treinos, para garantir a segurança. Primeiros socorros Após sofrer uma queda que provoque dor em uma região e dificuldade de movimentação, é essencial entrar em contato com uma equipe médica imediatamente. Isso porque, como dito anteriormente, o quadro pode resultar em luxações, entorses ou até em fraturas ósseas. O diagnóstico exato só pode ser dado após a realização de avaliação com especialista, que pode exigir exames de Raio-X. Outro ponto comum nos tratamentos é a aplicação de gelo para evitar o inchaço e amenizar a dor e a inflamação. A quem recorrer Nunca se sabe quando um acidente vai ocorrer e provocar agravamentos, por isso, é importante contar com uma equipe de emergênciamédica que possa realizar o atendimento no local do chamado com agilidade. A Medicar disponibiliza uma equipe altamente qualificada para lidar com todos os tipos de urgências médicas, indo das lesões causadas por quedas até paradas cardíacas. Conheça todas as vantagens da Medicar que conquiste a segurança necessária.
Os prejuízos dos afastamentos por acidentes

Desde o início de 2017, foram registradas cerca de 675.025 ocorrências de acidentes de trabalho no Brasil, segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho. E por mais que uma empresa saiba como evita-los, infelizmente o número de incidentes continua crescendo. A questão é que os afastamentos por acidentes não só prejudicam o funcionário, como envolvem custos que oneram o caixa da empresa. Custos dos afastamentos por acidentes Além de envolver o potencial humano, os acidentes de trabalho geram custos imediatos para a empresa, como as horas de trabalho despendidas pelos supervisores para ajudar a pessoa acidentada e para identificar as causas do incidente, e a paralisação de um setor ou de uma máquina, que resulta no atraso da entrega. Outros custos comuns são os relacionados a indenizações ao colaborador que sofreu o acidente. E vale destacar que essa quantia abrange não só o valor da própria indenização, como os custos processuais. Em casos de afastamentos por acidentes, os gastos da empresa podem ser ainda maiores, uma vez que a organização é obrigada a arcar com o salário do colaborador durante os primeiros 15 dias de licença. Além disso, pode ser necessária a contratação de substitutos ou o pagamento de horas extras para outros colaboradores afim de não afetar os resultados da produção. Outros prejuízos causados pelos afastamentos são: redução de produtividade de toda a equipe, repercussão negativa no ambiente de trabalho e até prejuízos de imagem. Como evitar afastamentos por acidentes Além de prevenir os acidentes de trabalho, é importante evitar agravamentos que possam resultar afastamentos. Para isso, é necessário garantir um atendimento rápido de qualidade para o funcionário. Dessa forma, a Medicar pode ser uma grande aliada, uma vez que oferece atendimento pré-hospitalar com agilidade no local solicitado, reduzindo o tempo de afastamento em situações desnecessárias e garantindo um cuidado efetivo para com a saúde do paciente. Além disso, evita a ausência do supervisor, uma vez que é a equipe da Medicar que realiza a remoção e/ou acompanhamento. Vale destacar que empresa efetua isso seguindo protocolos que fazem com que o acidentado chegue estável até a unidade hospitalar e fica no hospital até que o paciente receba atendimento. A Medicar conta com uma equipe especializada que faz com que 80% dos chamados sejam resolvidos dentro da própria empresa. Além disso, disponibiliza atendimento em domicílio, visando proporcionar comodidade e qualidade de vida para os associados.
Arritmias cardíacas: Entenda o risco desse problema

As arritmias cardíacas são alterações no ritmo dos batimentos do coração, que ocorrem por conta de uma disfunção do estímulo elétrico cardíaco. Esse quadro pode provocar batimentos mais rápidos (taquicardia) ou lentos (bradicardia) que o normal — entre 60 e 100 batimentos por minuto. Também pode provocar descompasso, caso em que a quantidade de batidas fica dentro do normal, porém o ritmo não corresponde ao habitual. Qual o perigo desse problema? Ele pode provocar cardiopatias e levar a morte súbita! Quando as arritmias cardíacas são malignas? A maioria das arritmias são benignas e não causam sintomas, porém outras podem provocar sensação de palpitação, desmaios e risco de morte, esse tipo de arritmia chamamos de maligna. Quais são os sintomas das arritmias cardíacas? Palpitação, pulso acelerado, tontura, sensação de fraqueza, falta de ar e dor no peito são alguns dos sintomas que podem indicar um diagnóstico de arritmia cardíaca. Mal-estar, cansaço frequente e sensação de nós na garganta também são outros sinais. Vale destacar que muitos pacientes não chegam a apresentar sintomas, por isso, é importante realizar consultas de rotina junto à um médico. Assim, o profissional poderá acompanhar os batimentos e, caso necessário, solicitar exames complementares, como o eletrocardiograma. O que pode desencadear este quadro? Diversas situações podem aumentar o risco de desenvolver arritmias cardíacas. Entre as principais estão: ataques cardíacos, doenças do músculo cardíaco, doenças coronarianas, valvulopatias, hipertensão, diabetes, estresse, fumo, alcoolismo, hipertireoidismo grave e consumo exagerado de cafeína. Dessa forma, para prevenir a disfunção é essencial evitar hábitos nocivos e manter uma rotina equilibrada, com alimentação saudável, prática de atividades físicas e acompanhamento frequente junto ao cardiologista. Qual é o tratamento para arritmias cardíacas? Os tratamentos da arritmia variam de acordo com o tipo da doença e a necessidade de cada paciente. Alguns casos podem ser controlados com medicamentos e mudança de hábitos. Já outros podem exigir a realização de cirurgia de ablação por radiofrequência, que é realizada através da introdução de cateteres que vão das veias e artérias da perna até o coração. Elas mapeiam os pontos que apresentam problemas e, em seguida, cauterizam as áreas afetadas pela arritmia. Por fim, alguns podem requerer a colocação de marcapasso para corrigir a frequência cardíaca, evitando que ela fique abaixo do ideal. Vale destacar que os procedimentos devem ser recomendados por um médico especialista. A quem recorrer em caso de problemas cardíacos? Ao observar sintomas de arritmias cardíacas, paradas cardiovasculares ou outros problemas relacionados ao coração é importante entrar em contato com uma equipe de emergência. A Medicar não só garante o atendimento médico qualificado no local do chamado em caso de emergências médicas, como também oferece o serviço de Orientação Médica por Telefone, que permite sanar todas as dúvidas relacionadas à saúde. Garanta já a segurança que a sua saúde precisa! Fale com nossos consultores.
Primeiros socorros: o que fazer quando a criança engasga

Os engasgos são problemas comuns nas mais diversas fases da vida, no entanto, na infância – especialmente até os 03 anos – eles podem ser mais frequentes e perigosos, levando a óbito. Isso porque, nesse período, a criança ainda não tem o perfeito controle da mastigação e a deglutição, e não compreende a importância de manter certos objetos longe da boca. Entenda abaixo esse problema e o que fazer quando a criança engasga. O que é e como identificar o engasgo Antes de entender o que fazer quando a criança engasga, é importante saber o que é esse quadro e como identifica-lo. Basicamente, o engasgo é uma dificuldade de respirar causada pela presença de corpos estranhos nas vias aéreas. Esses corpos podem ser alimentos e líquidos ingeridos durante as refeições ou objetos (brinquedos, tampas de caneta ou outros itens). Alguns dos sintomas desse problema são: tosse, dificuldade para respirar, pele azulada, unhas roxas e rouquidão. Confira abaixo como agir em caso de engasgos. O que fazer quando a criança engasga Ao observar sinais de engasgo é importante entrar em contato com serviço de urgência e emergência e trabalhar no salvamento da criança. Geralmente, a equipe já inicia o atendimento indicando o que fazer até a chegada dos médicos. Confira abaixo o passo a passo de como deve ser o salvamento de acordo com a idade da criança: Crianças de até 1 ano 1. Segure o bebê com uma das mãos, de forma que ele fique de bruços e inclinado para frente; 2. Usando o punho da outra mão e deixando os dedos estendidos, aplique 5 palmadas no meio das costas da criança; 3. Vire a criança para que ela fique com a barriga voltada para cima; 4. Utilize dois dedos para comprimir duas vezes a linha entre os mamilos – esse movimento se assemelha a uma massagem torácica; 5. Verifique se o corpo estranho foi eliminado. Caso negativo, repita o procedimento. Crianças maiores de 1 ano 1. Fique atrás da criança, abraçando-a em torno do abdômen. É importante ficar na mesma altura da criança, por isso, pode ser que você tenha que ficar de joelhos; 2. Feche uma das mãos e coloque o punho na região logo acima do umbigo; 3. Com a outra mão, segure o punho da mão fechada e faça compressões rápidas de dentro para cima – elas devem ser firmes e não violentas; 4. Incentive a criança a tossir e verifique se o problema foi solucionado. Caso persista, repita o procedimento. Atendimento Médico Pré-hospitalar de Urgência e Emergência A Medicar pode ser uma grande aliada da família em momentos que a criança engasga. Isso porque ela oferece um Atendimento Médico Pré-hospitalar rápido no local do incidente, garantindo a saúde e a segurança do pequeno. Além disso, a empresa realiza orientação médica por telefone, auxiliando no combate ao problema e prevenção de agravamentos antes mesmo da chegada da equipe médica. A agilidade do atendimento é resultado da cobertura de áreas específicas das cidades.
H1N1: Conheça riscos e formas de prevenção

Você certamente já deve ter ouvido falar sobre a gripe H1N1, que atingiu uma grande parte da população mundial e provocou diversos óbitos nos últimos anos. No início de março, surgiram casos suspeitos na região de Ribeirão Preto, que aumentaram o alerta em relação ao diagnóstico e à prevenção dessa enfermidade. Os riscos da H1N1 A H1N1 é uma gripe que é causada pelo vírus homônimo, que é um subtipo do Influenzavírus do tipo A. Ela surgiu como uma união dos vírus causadores da gripe humana, da gripe aviária a da gripe suína. A doença ficou muito conhecida em 2009, quando ocorreu uma grande epidemia. A falta de imunização contra o vírus acabou provocando inúmeros quadros e diversas mortes. No entanto, mesmo com a vacinação contra o vírus, essa doença ainda acomete a população. Segundo o Ministério da Saúde, entre os meses de janeiro e junho de 2018, foram registrados 3.558 casos de gripe. Desses, 59,7% foram ocasionados pelo H1N1. O subtipo também foi responsável por 66% das 608 mortes registradas no período. Sintomas da H1N1 O comum é que os sintomas da H1N1 apareçam após três a cinco dias do contágio, o que corresponde ao período de incubação. Vale destacar que, mesmo sem apresentar sinais, o portador pode transmitir a doença. Esse período de transmissão é de até 14 dias em crianças e sete dias em adultos. Todos os sintomas desse quadro se assemelham aos da gripe comum. Entre eles estão: febre alta, tosse, dor de cabeça, dores musculares, falta de ar, espirros, dor de garganta, fraqueza, coriza e congestão nasal. Em alguns casos, ainda é possível que o paciente tenha diarreia, náuseas e vômitos. É importante ressaltar que o diagnóstico só pode ser realizado por um médico, após uma avaliação e confirmação com um exame laboratorial específico. Por isso, é essencial procurar um especialista em caso de suspeita. Grupo de risco Apesar da gripe H1N1 afetar pessoas de todas as idades, alguns grupos são considerados de risco em relação ao contágio da doença. Os principais são: gestantes, trabalhadores da área da saúde, povos indígenas, idosos, imunossuprimidos e pessoas portadoras de doenças respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas crônicas. Transmissão e prevenção A transmissão da doença se dá da mesma forma que as demais gripes, ou seja, pelo contato com secreções respiratórias, gotículas de saliva, tosse ou espirro de pessoas contaminadas. Dessa forma, é recomendado evitar a proximidade com pessoas gripadas e adotar hábitos que reduzem o risco de contaminação, como a lavar e desinfetar as mãos com álcool; evitar locais fechados e aglomerações; e não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal. Além disso, é importante apostar na imunização por meio de vacina. Tratamento O tratamento deve ser indicado por um médico e geralmente engloba medicação para amenizar os sintomas, repouso, hidratação e alimentação leve. Em casos graves é necessário a instituição de tratamento específico com antirretrovirais. É importante evitar a automedicação, para garantir que o quadro não seja agravado ou que não surjam cepas mais resistentes aos medicamentos. A quem recorrer em caso de suspeita de H1N1 A Medicar, além de oferecer atendimento médico de qualidade no local do chamado durante emergências médicas, ainda disponibiliza o serviço de Atendimento Médico Telefônico, onde profissionais ficam à disposição para ajudar a compreender sintomas e indicar as melhores atitudes a serem tomadas ou os medicamentos a serem ingeridos. Além disso, a Medicar ainda conta com uma parceira com a Clínica Tibiriçá, que fica na região central de Ribeirão Preto. Assim, garante consultas com valores especiais, para prevenir e acompanhar possíveis quadros que ofereçam risco à saúde.
Primeiros socorros: descubra como tratar cortes

Os cortes estão entre os acidentes de trabalho e domésticos mais comuns. No ambiente empresarial, eles são frequentes em indústrias e cozinhas de grande porte, já no espaço doméstico, podem ser ocasionados tanto na cozinha quanto em outros locais, sendo resultado do contato com objetos perfurantes ou cortantes. Confira abaixo como tratar cortes. Tipos de corte Os cortes podem ter diversos níveis de gravidade, mas geralmente são divididos entre superficiais e profundos. Os primeiros são aqueles que atingem as camadas superficiais da pele, causando pequenas aberturas e sangramento em pequena quantidade. Esse tipo de corte habitualmente não deixa cicatriz. Já os cortes profundos – como o próprio nome dá a entender – são os que atingem camadas mais internas, podendo, em casos graves, até afetar artérias, órgãos ou ossos. Nesse caso, o corpo não consegue se recuperar sozinho e é necessário contar com auxílio médico. O que fazer para tratar cortes Antes de entender o que é necessário fazer para cuidar dos cortes, é preciso conhecer algumas atitudes que não devem ser tomadas no momento da emergência. Os primeiros comportamentos a serem evitados são o NERVOSISMO e DESESPERO, pois eles podem agravar ainda mais a situação. Independentemente do tipo de corte, a primeira coisa a se fazer é sempre a mesma: pressionar o local para estancar o sangramento. Para isso, você pode usar uma gaze ou um pano limpo e seco. Lembre-se de nunca aplicar pomadas ou outro tipo de produto sobre o local do sangramento sem indicação médica. Os cortes superficiais (escoriações), exigem que o local seja lavado com água corrente e sabão o quanto antes! Nos casos de cortes profundos é necessário um cuidado maior durante o estancamento – por conta da quantidade de sangue eliminada através dele – e é importante que a vítima seja mantida deitada, para evitar a perda de sentidos. Quando os cortes são graves também é importante acionar uma equipe médica, já que esses ferimentos podem exigir suturas (aplicação de pontos). Nesse caso, a Medicar pode ser uma grande aliada, uma vez que oferece um Atendimento Médico Pré-hospitalar rápido no local da chamada, o que evita complicações e pode prevenir afastamentos de profissionais do ambiente de trabalho. A empresa ainda disponibiliza atendimento em domicílio, visando proporcionar comodidade e qualidade de vida para os associados.