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Saiba como evitar os perigos que o mofo oferece à sua saúde

Com a chegada de épocas mais quentes durante o ano, acompanhadas por umidade e falta de ventilação, o ambiente pode ficar mais sujeito a mofo, o que pode prejudicar a sua saúde severamente. Além de piorar os sintomas de quem já sofre com asma, rinite ou sinusite, o mofo também pode causar reações alérgicas oftalmológicas e pulmonares. Entenda o que é, o que causa e como se livrar do mofo.   O que é o mofo? O mofo é uma formação de microrganismos constituídos por vários tipos de fungos que não podem ser vistos a olho nu, pois o que vemos são apenas as estruturas da formação desses organismos. Os fungos se multiplicam em ambientes úmidos e escuros, com pouca luz e pouco arejamento.   A estrutura do mofo contém esporos que ficam no ar e podem ser inalados pelas pessoas que frequentam o local. O que causa o mofo? Não há apenas um único fator que possa causar o mofo, pois a combinação de falta de arejamento, umidade e falta de luz solar é o que pode ocasionar o aparecimento desses fungos.   Os locais mais comuns para a formação do mofo são atrás de guarda-roupas, armários, debaixo da cama e ambientes semelhantes onde haja pouca luz e umidade.   Sintomas causados pelo mofo Quando o esporo do mofo se espalha, ou seja, quando eles ficam soltos no ar e são inalados, é extremamente comum que o sistema imunológico da pessoa reaja com espirros, obstrução nasal, tosse, falta de ar e coceira.   Outro sintoma que pode aparecer também é a rinoconjuntivite, afetando os olhos da pessoa que podem ficar avermelhados, lacrimejando e em alguns casos pode causar até mesmo inchaço.   É importante entender os perigos que o mofo oferece, pois os danos à sua saúde podem ser severos. Ao inalar o mofo, geralmente os pelos na mucosa do nariz servem como barreira, mas caso alguma partícula de fungo consiga chegar até o pulmão e região da garganta, doenças respiratórias podem surgir, como a pneumonia fúngica e a sinusite fúngica.   Como evitar o mofo? Para evitar o mofo é importante e indispensável que o ambiente não esteja propício para sua instalação ou propagação.   A circulação de ar é muito importante para evitar que fungos se instalem e criem mofo. Manter janelas e portas abertas, viabilizando a passagem de ar por toda a casa, mesmo durante os períodos de inverno, ajuda a evitar que o mofo consiga se difundir.   Em locais onde há a constante presença de água e umidade, como cozinhas, banheiros e lavanderias, é importante que os azulejos sejam constantemente limpos com produtos e desinfetantes específicos para combater o mofo. Deste modo, mesmo que haja umidade no local, o mofo será combatido.   É importante também ficar atento a locais que não estão constantemente à vista, como paredes atrás de móveis, cortinas pesadas, colchões, roupas guardadas e debaixo de camas. Por não haver grande circulação de ar nesses locais, qualquer presença de umidade pode favorecer o crescimento de mofo.   Orientação Médica É importante que durante crises alérgicas causadas pelo mofo o paciente pegue orientação médica, em que o profissional da saúde poderá avaliar a atual situação e indicar se há a real necessidade de comparecer a um hospital emergencial.   Por isso, a Medicar oferece o serviço de Orientação Médica por telefone disponível 24 horas por dia, em que você poderá tirar todas as suas dúvidas. Assim você poderá priorizar a sua saúde de forma rápida e eficaz. Contrate os serviços Medicar agora mesmo, custa bem menos do que você imagina. Ter Medicar custa pouco, não ter pode custar uma vida. Entre em contato conosco!

Aeromédico Medicar – Novos voos para a saúde

O que é o transporte Aeromédico Medicar? O serviço de Transporte Aeromédico é um serviço inter-hospitalar de urgência e emergência onde o paciente utiliza aeronaves para ser transferido para outro hospital acompanhado por uma equipe completa de médicos, enfermeiros e fisioterapeuta. O Transporte aeromédico da Medicar pode ser solicitado nas mais diversas situações clínicas que necessitam de suporte de UTI aérea e é realizado seguindo à risca a legislação vigente, sempre respeitando as condições clínicas do paciente, além das condições meteorológicas. Antes da transferência do paciente realizamos o transporte terrestre até o ponto de decolagem da aeronave, sempre com acompanhamento de uma equipe médica. A Medicar trabalha com equipe própria com uma célula montada exclusivamente para gerenciamento dos transportes aeromédicos 24 horas, além de contar com empresas parceiras especialistas no segmento. Como funciona o transporte em UTI Aérea? Quando é solicitado um transporte com UTI AÉREA, nossa Central Médica especializada em Medicina Aeroespacial entra em contato com a equipe médica do hospital de origem para garantir que o paciente reúne condições ideais para a realização do voo. Através da Telemedicina, nossos médicos, fisioterapeutas e enfermeiros conseguem dar suporte à equipe do hospital de origem para viabilizar o transporte aplicando a triagem médica que, além de avaliar o quadro clínico do paciente, define o melhor tipo de aeronave (Jato ou Turboélice) e a melhor composição da equipe (médico, enfermeiro e fisioterapeuta). Concluída essa etapa é hora de buscar disponibilidade de aeronave e executar a transferência do paciente. Em média, a decolagem é programada após 2h a contar da contratação do serviço. Todo o percurso é monitorado por radar e nossa central atualiza o solicitante (família, operadora e equipe médica) em tempo real. Em paralelo, nossa Célula Técnica dedicada faz a programação dos transportes terrestres nas duas pontas (aeroporto x hospital de origem x aeroporto e aeroporto x hospital de destino x aeroporto).   Alguns diferenciais: Atendimento 24h por dia, 7 dias por semana em território nacional. Equipe própria e altamente qualificada. Parcerias com as melhores empresas do ramo. UTIs Aéreas completamente equipadas com a mais alta tecnologia médica. Seleção e desenvolvimento do time completo: desde a equipe que atende o chamado, equipe médica, enfermeiro e fisioterapeuta; Credenciamento de parceiros em todo território nacional para a realização do transporte terrestre; Equipe especializada Nossos profissionais são habilitados para o transporte aeromédico e estão sempre prontos para diversos tipos de missões. Toda equipe médica e tripulação passam por cursos periódicos de atualização, como Introdução a Medicina Aeroespacial, Fisiologia de Voo, Intervenções de bordo, Emergências gerais, dentre outros.   Protocolos seguidos à risca: A Célula Técnica dedicada ao Transporte Aeromédico da Medicar, segue todos os protocolos de atendimento que incluem, entre outros: Triagem médica; Monitoramento e viabilização do transporte aeromédico; Monitoramento das condições clínicas do paciente e da posição atual das equipes aéreas e terrestres; Contato com INFRAERO e ANAC; Feedback para familiares e equipe médica solicitante.   Nos tornamos referência de qualidade e segurança e somos a primeira opção das equipes médicas dos maiores hospitais e médicos de renome de São Paulo.

O que é AVC?

O que é AVC?

O Acidente Vascular Cerebral, popularmente chamado de AVC, figura-se de dois modos: o primeiro ocorre quando os vasos que levam o sangue ao cérebro entopem, chamado de AVC isquêmico; o segundo corresponde ao rompimento dos vasos sanguíneos, chamado de AVC hemorrágico. Este último causa uma paralisia no lado destituído de circulação sanguínea. Segundo o Ministério da Saúde, essa doença atinge mais homens do que mulheres e é a maior causa de incapacitação e morte em todo o mundo. Sintomas Assim como há dois tipos de AVC, temos também diferentes tipos de sintomas, o que possibilita distinguir o diagnóstico. Os sintomas do AVC isquêmico são: perda repentina da força muscular e/ou visão; dormência no rosto, pernas e braços; formigamento em um dos lados do corpo, além de alteração da memória. Os sintomas do AVC hemorrágico correspondem a dor de cabeça repentina, acompanhada de náuseas e vômitos, além de inchaço ou pressão na cabeça. Fatores de risco: Hipertensão; Diabetes; Colesterol alto; Sobrepeso; Obesidade; Tabagismo; Uso excessivo de álcool; Idade avançada; Sedentarismo; Uso de drogas ilícitas; Histórico familiar; Ser do sexo masculino. Diagnóstico e tratamento O tratamento é realizado com urgência no pronto atendimento. Nele, são administrados trombolíticos e anticoagulantes que podem diminuir a disseminação dos danos. A cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou êmbolo (endarterectomia), além de aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas.

Ar-condicionado – como aproveitar o ar gelado e manter a saúde em dia

Em pleno verão, nada melhor do que desfrutar da refrescância que só o ar-condicionado pode propiciar. Apostamos que você já se pegou aproveitando a sensação do ar gelado ao entrar em um estabelecimento que possuía ar-condicionado. Mas alguns problemas podem surgir com o uso prolongado e não adequado do aparelho.   O ar-condicionado Com o avanço da tecnologia, os ares-condicionados possuem várias funções, mas de forma geral a função do ar-condicionado é filtrar e resfriar o ar do ambiente, o deixando mais confortável. Em razão disso, é muito comum instalarem ar-condicionado em locais como escritórios e indústrias.   Contudo, para o bom funcionamento e minimização dos impactos desse aparelho em nossa saúde, algumas atitudes em relação à higienização e controle de temperatura precisam ser tomadas.   Sujeira acumulada no ar-condicionado A limpeza do ar-condicionado é indispensável. Os equipamentos devem passar por higienização periódica para evitar o acúmulo de partículas de sujeira, ácaros, mofo e poeiras.   Problemas respiratórios Com o problema da sujeira acumulada, problemas respiratórios podem surgir. O ar muito gelado em conjunto à sujeira pode ser prejudicial para as vias aéreas (faringe, traqueia e brônquios). Além de que, pessoas que já sofrem com problemas respiratórios (como asma, bronquite, sinusite e rinite), podem sofrer ainda mais com os efeitos do ar-condicionado.   Choque térmico Outro sério problema que o ar-condicionado pode causar é o choque térmico no organismo. Se ao adentrar em um ambiente gelado o seu corpo (organismo) estiver quente, o contato imediato com o ar gelado poderá causar um choque térmico, o que será capaz de desencadear paralisia facial, alterações pulmonares e afetar a sua imunidade, te deixando mais suscetível a vírus e infecções. Dicas e manutenção para o ar-condicionado Começamos o artigo falando sobre a maravilha do ar-condicionado para os dias de calor, mas também vimos o quão prejudicial esse aparelho pode ser. Contudo, o equilíbrio, moderação e boa manutenção são o segredo para aproveitar o ar-condicionado e manter a boa saúde.   Lembre-se de trocar os filtros do ar-condicionado dentro do prazo estipulado pelo fabricante. Isso vale para os aparelhos fixos, portáteis e de veículos. Evite ficar abaixo dos jatos do ar gelado, diminuindo o seu contato com aspectos que podem ser prejudiciais à sua saúde. Procure abrir janelas e portas dos ambientes ao menos duas vezes ao dia para a circulação natural do ar.   Preze a sua saúde e viva uma vida melhor e com mais qualidade. A Medicar está com você, conte com o nossos serviços de Orientação Médica por telefone 24 horas por dia, assim você pode tirar as suas dúvidas e conhecer novas atitudes que podem te ajudar a viver de maneira mais saudável. Entre em contato conosco agora mesmo.

Medicar soluciona 70% dos casos de emergência sem necessidade de remoção.

O atendimento pré-hospitalar com ambulâncias é decisivo para salvar vidas. Em situações de emergência, o que separa a vida e a morte é o tempo. É por essa razão que o atendimento pré-hospitalar, realizado com ambulâncias, é fundamental para reduzir mortes e sequelas graves em casos de urgências em saúde, ainda mais em tempos de pandemia. Na Medicar Emergências Médicas, o serviço de atendimento pré-hospitalar chega a solucionar 70% dos chamados no local do atendimento, sem a necessidade de levar o paciente até um hospital, sendo capaz, inclusive, de frear uma sequela temporária ou permanente. É o que eles chamam de “médico em casa”. “Se anteriormente à pandemia, já realizávamos a remoção hospitalar somente em casos que efetivamente tinham necessidade, desde o início dela, esse foi um dos nossos maiores pilares. Em todos os pacientes, principalmente naqueles do grupo de risco, a remoção só é realizada nos casos em que efetivamente não é possível a resolução em domicílio”, comenta o diretor comercial Adriano Martins. Além do pré-atendimento já resolvendo muitas ocorrências, o tempo de chegada até o local é o ponto-chave para o sucesso do atendimento. “O tempo-resposta do serviço de atendimento móvel define o desfecho de uma ocorrência, seja em casos leves ou graves. Os primeiros socorros podem resolver a situação do paciente no local em que ele estiver ou garantir que a pessoa chegue estabilizada ao um hospital, com todos os procedimentos necessários já realizados”, afirma. Segundo Martins, minimizar o tempo que uma UTI móvel demora para chegar na ocorrência é foco diário dentro da empresa. “Usamos a tecnologia a nosso favor com serviços de geolocalização para identificar qual é a unidade mais próxima da ocorrência. Além disso, o médico acompanha a ocorrência por telefone durante todo o tempo, até a ambulância chegar ao local. Isso ajuda a acalmar o paciente e a pessoa que o está acompanhando”, diz. Entre os 70% dos casos solucionados pela Medicar no local do atendimento, estão situações de picos hipertensivos, descompensação do diabetes, crises de enxaqueca, lombalgias, cólicas renais, dor abdominal, náuseas, vômitos, tonturas, pequenos cortes e escoriações, além de queimaduras. Mas também atendem a muitas situações de alta complexidade em que a vida do paciente está em risco, envolvendo crises convulsivas, dor torácica, arritmias, falta de ar, hipoglicemias, dores de cabeça repentinas, quedas, fraturas, luxações, AVC, Infarto, paradas cardiorrespiratórias. Para poder oferecer esse atendimento, as unidades móveis emergenciais da Medicar atendem na íntegra a Portaria 2048 do Ministério da Saúde, possuindo mais de 400 itens, entre eles: monitor cardíaco; cardioversor; eletrocardiógrafo; respirador mecânico; bomba de infusão; oxímetro de pulso; glicosímetro; nebulizador; cilindros de oxigênio; prancha e colares imobilizadores; kit para suturas; medicamentos e materiais utilizados em atendimentos de urgência e emergência. “Assim que uma solicitação de urgência chega à central, o médico regulador realiza uma triagem com o solicitante para saber da situação do paciente. As informações fornecidas definem o tipo de unidade que será enviada ao local, como básica, intermediária e UTI. Cada uma delas conta com uma equipe preparada para atender situações de nível leve a grave. Nosso foco é resolver o máximo das solicitações em residência fazendo com que a remoção dos pacientes para um ambiente hospitalar ocorra somente quando é necessário”, conclui Adriano Martins.

Câncer de mama: Fatores de risco 

Câncer de mama: Fatores de risco

Estamos em outubro, e é neste mês que temos o conhecido movimento mundial contra o câncer de mama, designado Outubro Rosa. Nele, damos visibilidade aos casos de câncer de mama e ressaltamos a importância de um diagnóstico precoce por meio das consultas de rotina. Segundo o site da campanha Outubro Rosa, o nome do movimento remete à cor do laço homônimo que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama e estimula a participação ativa da população, empresas e entidades nas ações da campanha. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro. Posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano, o mês de outubro se tornou o mês nacional nos Estados Unidos de prevenção do câncer de mama. A partir de qual idade sou suscetível ao câncer de mama?  O autoexame deve ser realizado após os 20 anos de idade, sete dias após o início da menstruação. O câncer de mama raramente ocorre antes dos 30 anos e suas probabilidades aumentam após os 45 ou 50 anos. Fatores de risco com base no site Minha Vida  Os critérios para a identificação do risco genético, ou seja, do risco histórico-familiar da doença são: · Possuir dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama; · Ter ao menos um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença; · Possuir parentes de primeiro grau com esse tipo de câncer, sendo que um teve a doença antes de 45 anos; · Ter um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral; · Possuir um parente de primeiro grau com a doença e um ou mais parentes com câncer de ovário; · Ter ao menos um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário; · Possuir três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença; · Ter dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário. Idade  Mulheres entre 40 e 69 anos são as principais acometidas pelo câncer de mama. Isso se deve ao fato da exposição ao hormônio estrógeno estar no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, os riscos aumentam ainda mais. Menstruação precoce A relação com a menstruação está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio, quando em quantidades alteradas, facilita a proliferação desordenada das células mamárias, o que resulta em um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos nove ou dez anos de idade, é devido aos ovários intensificaram a produção do hormônio precocemente, e assim o organismo fica exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida. Menopausa tardia A lógica aqui apontada é a mesma do caso da menstruarão precoce. Enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, o que deixa as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado. Reposição hormonal: muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição – principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona – pode aumentar as chances de proliferação do câncer de mama. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Colesterol alto O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que possuem altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, e assim o risco de câncer de mama aumenta. Obesidade  O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama, principalmente após a menopausa. Isso porque a partir desse período o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Ausência de gravidez  Segundo o site Minha Vida, mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances de contrair a doença devido à ausência da amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea. Lembre-se que a consulta anual ao ginecologista é imprescindível para o diagnóstico precoce do câncer de mama e quaisquer outras doenças.

O que é o coronavírus? Entenda os sintomas e como é realizado o tratamento

Recentemente, inúmeras notícias a respeito do coronavírus têm se espalhado pela internet e causado pânico entre as pessoas, afinal, a ameaça de uma nova doença mundial pode ser o suficiente para nos deixar com medo. Mas diante de tantas informações fragmentadas é importante entender todo o contexto do coronavírus, bem como os seus sintomas e as chances de uma possível epidemia.   O que é o coronavírus? Desde 1960, o coronavírus foi identificado como uma família de vírus que causa síndromes respiratórias, resfriados e pneumonias. Então é importante ressaltar que não se trata de uma nova doença ou de um novo vírus, e sim de um tipo de coronavírus que não havia sido identificado antes, uma nova versão desse vírus. Em 2003 já havíamos lidado com um tipo de coronavírus. A SARS: Severe Acute Respiratory Syndrome (Síndrome Respiratória Aguda Grave) também surgiu na China e atingiu outros países, resultando em mais de 900 mortes.   Sintomas do coronavírus De forma geral, os principais sintomas do coronavírus são febre, dor, dificuldade para respirar, tosse, diarreia e a evolução para uma pneumonia (quando a infecção atinge os pulmões).   A incubação da doença – o período de tempo em que o indivíduo é infectado e os sintomas se manifestam – estima-se ser de 14 dias. Isso significa que, para que o paciente seja diagnosticado com o coronavírus, deve ser observada a data de quando o paciente se expõe à infecção e a data do surgimento dos sintomas. Contudo, essa estimativa se baseia nos estudos realizados com outras versões do coronavírus. Pode ser que o tempo de incubação dessa nova versão seja diferente.   De onde surgiu o coronavírus? Essa nova versão do coronavírus surgiu na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China. Atualmente, Hubei se encontra isolada, ninguém tem autorização para sair ou entrar e todos os voos foram suspensos.   Até o momento, acredita-se que um mercado de peixes e frutos do mar são os responsáveis pela propagação do coronavírus.   Tratamento para o coronavírus Ainda não foi encontrada uma cura e nem vacina para a prevenção do coronavírus. O tratamento consiste em um tratamento-suporte de cuidados intensivos para os sintomas, controlando a febre, dores e viabilizando a respiração que pode vir a ser dificultada pelo vírus.  

Telemedicina cresce e se consolida como formato prático e eficiente na retomada dos atendimentos

A Telemedicina não para de crescer no Brasil! Aprovada em razão da maior crise sanitária e hospitalar do país, a telemedicina deixou de ser apenas uma alternativa de atendimento médico seguro e se tornou uma escolha entre os pacientes que desejam praticidade ou, por algum motivo, não conseguem estar fisicamente nos consultórios. De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), mais de 2,5 milhões de teleconsultas foram realizadas entre abril de 2020 e março deste ano. Apesar de a prática da telemedicina ter sido autorizada pelo Governo Federal até enquanto durar a pandemia de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) discute a regulamentação definitiva em uma comissão especial. Segundo Adriano Martins, diretor comercial da Medicar Emergências Médicas, empresa que possui esse tipo de atendimento, as teleconsultas facilitam o acesso à saúde e possibilitam a orientação com especialistas, que às vezes não fazem parte do corpo médico de algumas clínicas. “Com a telemedicina, o paciente que não tinha condições de se deslocar para grandes centros de saúde passou a ter contato com especialistas que podem dar ainda mais atenção para as queixas dele. Além de otimizar tempo, esse formato de atendimento evita a exposição de pessoas saudáveis em hospitais e consultórios. Ela acontece como uma consulta presencial, com a possibilidade de prescrição de medicamentos e solicitação de exames”, explica Martins. Embora a telemedicina não seja uma prática nova, até o início do ano passado a atividade era proibida no país. Ainda que o atendimento seja recente, não demorou muito para o recurso se popularizar entre as pessoas e atingir mais de milhões de consultas no Brasil, resultado que, de acordo com Adriano, tem crescido cada vez mais. “Apesar da desaceleração da pandemia, continuamos registrando uma crescente procura por teleconsultas e orientação médica 24h por telefone”, destaca o diretor comercial. Na Medicar, por exemplo, a maioria das especialidades contam com a teleconsulta como benefício. Em áreas como oftalmologia, na qual o recurso digital dificulta a avaliação médica, o atendimento serve como orientação e pode ser decisivo caso o paciente esteja com algum problema que possa evoluir para um quadro mais sério. “A telemedicina é positiva até quando o único recurso que o médico tem é apenas orientar. Isso porque em uma situação na qual o quadro do paciente pode evoluir, essa orientação do profissional é fundamental para que ele não corra riscos e possa encontrar a unidade de saúde mais próxima de onde ele estiver”, salienta Adriano Martins. Além da praticidade e segurança, a telemedicina representa um avanço nos recursos de saúde do Brasil. Conforme conclui o diretor comercial, as teleconsultas permitem maior agilidade para marcar retorno, diminuem as faltas nas consultas e possibilitam que médicos atendam a mais pacientes em um mesmo dia. “Todas essas características fazem com a telemedicina seja um potencial meio de transformação no oferecimento de serviços de saúde no país. Além de já ser entendida como uma realidade que agora faz parte da vida das pessoas, essa prática pode desafogar as filas de espera e contribuir para o melhor atendimento dos pacientes”, finaliza.

Sarampo: saiba mais sobre a doença!

Sarampo: saiba mais sobre a doença! O sarampo é uma doença infecciosa grave causada por um vírus. Sua transmissão ocorre por secreções das vias respiratórias, como quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é de cerca de 12 dias, mas a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia após o surgimento de placas avermelhadas na pele. Sintomas: Os sintomas de sarampo mudam conforme o passar dos dias, e dependem também da gravidade com o que a doença progride nos primeiros dias. São eles: – Febre acompanhada de tosse; – Irritação nos olhos; – Coriza; – Mal-estar intenso. Do segundo ao quarto dia desse período os sintomas iniciais se agravam, e ainda surgem outros sinais de sarampo, como: – Manchas vermelhas (que não coçam e podem aparecer atrás das orelhas); – Fraqueza. As manchas avermelhadas geralmente progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Além dos sintomas supracitados, também podem ocorrer infecção nos ouvidos, pneumonia, diarreia, convulsões e lesões no sistema nervoso. Diagnóstico e tratamento: O diagnóstico do sarampo é feito pelo exame clínico, após a confirmação através do exame de sangue. Como melhor forma de tratamento destaca-se a prevenção, ou seja, o tradicional método de vacinação, já que o tratamento visa apenas o alívio dos sintomas. Nele, o paciente deve: – Fazer repouso; – Ingerir bastante líquido; – Comer alimentos leves; – Lavar os olhos com água morna; – Tomar antitérmicos para baixar a febre quando ela provocar muito mal-estar.   Quem deve se vacinar?   A vacina deve ser aplicada em duas doses: a primeira deve ocorrer a partir do 12º mês de vida da criança, e a segunda entre os 15 aos 24 meses, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm). Mulheres grávidas e indivíduos imunodeprimidos são as exceções vetadas de tomar a vacina. Adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na infância também devem se vacinar. A campanha de vacinação deste ano visa atingir jovens de 15 aos 29 anos. Ela é aplicada em uma dose para a população geral, e os profissionais de saúde devem receber duas aplicações.

Dicas para uma boa postura ao dormir e ter uma qualidade de vida melhor

Deitar, relaxar e dormir pode ser um dos momentos mais agradáveis para quem tem uma rotina pesada e corrida. Nada melhor do que descansar, renovar as energias e acordar preparado para mais um dia. Mas e quando você acorda mais cansado do que foi se deitar, e as dores na coluna persistem durante vários dias? O que era para ser um sonho pode se tornar um pesadelo. Venha entender como a posição que você dorme influencia no seu dia a dia e como dormir de forma confortável.   O que acontece durante o sono? Durante o momento de sono, os nossos músculos relaxam e nossa respiração desacelera, o que nos leva a um estado quase total de repouso. O nosso sistema imunológico se fortalece e alguns hormônios para a manutenção do nosso organismo são liberados, como o hormônio do crescimento, principalmente durante a infância e a adolescência.   Durante o nosso ciclo de sono, o hormônio de leptina também é liberado. Essa substância é responsável pela sensação de saciedade, e é por essa razão que quem não tem um bom ciclo de sono pode engordar com mais facilidade.   Como ter uma boa noite de sono? Agora que você já sabe a importância de ter uma boa noite de sono, é imprescindível que você adote algumas atitudes para garantir um bom descanso, e é claro, uma boa qualidade de vida.   Para ter uma boa noite de sono, é necessário que o corpo esteja em uma posição agradável e confortável e que sua coluna esteja alinhada. Caso contrário, dores ósseas e musculares podem surgir.   Escolha um colchão adequado Não existe o colchão ideal. Não há nenhum tipo de colchão que sirva para todas as pessoas do mundo. Porém, existe o colchão adequado para cada pessoa. Em razão disso, é importante que você pesquise, teste e até receba orientação médica e ortopédica.   O importante é que você não tenha um colchão muito mole e nem muito rígido. Opte por um colchão que esteja no meio-termo e te faça acordar com uma sensação de descanso e sem dores. Na imagem abaixo, você consegue compreender, de forma ilustrativa, como o colchão deve se adaptar ao seu corpo, proporcionando o alinhamento de sua coluna.     Posições para dormir Caso você prefira dormir de barriga para cima, utilize um pequeno travesseiro abaixo dos joelhos. Assim, os possíveis prejuízos da coluna serão mitigados, além dessa prática contribuir com a melhora do alinhamento do corpo.   Se dormir de bruços for uma opção mais confortável para você, é importante que um travesseiro seja colocado abaixo do estômago e da pélvis. Assim, a tensão nessa região da coluna será diminuída e o alinhamento da coluna será preservado.   Ao dormir de lado, use um travesseiro entre os joelhos, pois deste modo sua coxa não desalinhará a coluna. É importante também que você dobre os joelhos, dando apoio à sua coluna.   Prevenção e qualidade de vida É importante que você preze hábitos mais saudáveis para dormir e descansar, assim você poderá ter uma qualidade de vida melhor e mais saudável. A simples atitude de usar um travesseiro extra para dormir, por exemplo, pode te livrar de dores desnecessárias e evitar lesões musculares.   Precisa de orientação médica? A Medicar disponibiliza a Orientação Médica por Telefone, com médicos disponíveis 24 horas por dia para que os associados possam tirar as suas dúvidas e saber o momento certo de ir ao consultório médico. Entre em contato conosco e comece a cuidar de sua saúde!