Seja Bem-vindo a Medicar

Ar-condicionado – como aproveitar o ar gelado e manter a saúde em dia

Em pleno verão, nada melhor do que desfrutar da refrescância que só o ar-condicionado pode propiciar. Apostamos que você já se pegou aproveitando a sensação do ar gelado ao entrar em um estabelecimento que possuía ar-condicionado. Mas alguns problemas podem surgir com o uso prolongado e não adequado do aparelho.   O ar-condicionado Com o avanço da tecnologia, os ares-condicionados possuem várias funções, mas de forma geral a função do ar-condicionado é filtrar e resfriar o ar do ambiente, o deixando mais confortável. Em razão disso, é muito comum instalarem ar-condicionado em locais como escritórios e indústrias.   Contudo, para o bom funcionamento e minimização dos impactos desse aparelho em nossa saúde, algumas atitudes em relação à higienização e controle de temperatura precisam ser tomadas.   Sujeira acumulada no ar-condicionado A limpeza do ar-condicionado é indispensável. Os equipamentos devem passar por higienização periódica para evitar o acúmulo de partículas de sujeira, ácaros, mofo e poeiras.   Problemas respiratórios Com o problema da sujeira acumulada, problemas respiratórios podem surgir. O ar muito gelado em conjunto à sujeira pode ser prejudicial para as vias aéreas (faringe, traqueia e brônquios). Além de que, pessoas que já sofrem com problemas respiratórios (como asma, bronquite, sinusite e rinite), podem sofrer ainda mais com os efeitos do ar-condicionado.   Choque térmico Outro sério problema que o ar-condicionado pode causar é o choque térmico no organismo. Se ao adentrar em um ambiente gelado o seu corpo (organismo) estiver quente, o contato imediato com o ar gelado poderá causar um choque térmico, o que será capaz de desencadear paralisia facial, alterações pulmonares e afetar a sua imunidade, te deixando mais suscetível a vírus e infecções. Dicas e manutenção para o ar-condicionado Começamos o artigo falando sobre a maravilha do ar-condicionado para os dias de calor, mas também vimos o quão prejudicial esse aparelho pode ser. Contudo, o equilíbrio, moderação e boa manutenção são o segredo para aproveitar o ar-condicionado e manter a boa saúde.   Lembre-se de trocar os filtros do ar-condicionado dentro do prazo estipulado pelo fabricante. Isso vale para os aparelhos fixos, portáteis e de veículos. Evite ficar abaixo dos jatos do ar gelado, diminuindo o seu contato com aspectos que podem ser prejudiciais à sua saúde. Procure abrir janelas e portas dos ambientes ao menos duas vezes ao dia para a circulação natural do ar.   Preze a sua saúde e viva uma vida melhor e com mais qualidade. A Medicar está com você, conte com o nossos serviços de Orientação Médica por telefone 24 horas por dia, assim você pode tirar as suas dúvidas e conhecer novas atitudes que podem te ajudar a viver de maneira mais saudável. Entre em contato conosco agora mesmo.

Medicar soluciona 70% dos casos de emergência sem necessidade de remoção.

O atendimento pré-hospitalar com ambulâncias é decisivo para salvar vidas. Em situações de emergência, o que separa a vida e a morte é o tempo. É por essa razão que o atendimento pré-hospitalar, realizado com ambulâncias, é fundamental para reduzir mortes e sequelas graves em casos de urgências em saúde, ainda mais em tempos de pandemia. Na Medicar Emergências Médicas, o serviço de atendimento pré-hospitalar chega a solucionar 70% dos chamados no local do atendimento, sem a necessidade de levar o paciente até um hospital, sendo capaz, inclusive, de frear uma sequela temporária ou permanente. É o que eles chamam de “médico em casa”. “Se anteriormente à pandemia, já realizávamos a remoção hospitalar somente em casos que efetivamente tinham necessidade, desde o início dela, esse foi um dos nossos maiores pilares. Em todos os pacientes, principalmente naqueles do grupo de risco, a remoção só é realizada nos casos em que efetivamente não é possível a resolução em domicílio”, comenta o diretor comercial Adriano Martins. Além do pré-atendimento já resolvendo muitas ocorrências, o tempo de chegada até o local é o ponto-chave para o sucesso do atendimento. “O tempo-resposta do serviço de atendimento móvel define o desfecho de uma ocorrência, seja em casos leves ou graves. Os primeiros socorros podem resolver a situação do paciente no local em que ele estiver ou garantir que a pessoa chegue estabilizada ao um hospital, com todos os procedimentos necessários já realizados”, afirma. Segundo Martins, minimizar o tempo que uma UTI móvel demora para chegar na ocorrência é foco diário dentro da empresa. “Usamos a tecnologia a nosso favor com serviços de geolocalização para identificar qual é a unidade mais próxima da ocorrência. Além disso, o médico acompanha a ocorrência por telefone durante todo o tempo, até a ambulância chegar ao local. Isso ajuda a acalmar o paciente e a pessoa que o está acompanhando”, diz. Entre os 70% dos casos solucionados pela Medicar no local do atendimento, estão situações de picos hipertensivos, descompensação do diabetes, crises de enxaqueca, lombalgias, cólicas renais, dor abdominal, náuseas, vômitos, tonturas, pequenos cortes e escoriações, além de queimaduras. Mas também atendem a muitas situações de alta complexidade em que a vida do paciente está em risco, envolvendo crises convulsivas, dor torácica, arritmias, falta de ar, hipoglicemias, dores de cabeça repentinas, quedas, fraturas, luxações, AVC, Infarto, paradas cardiorrespiratórias. Para poder oferecer esse atendimento, as unidades móveis emergenciais da Medicar atendem na íntegra a Portaria 2048 do Ministério da Saúde, possuindo mais de 400 itens, entre eles: monitor cardíaco; cardioversor; eletrocardiógrafo; respirador mecânico; bomba de infusão; oxímetro de pulso; glicosímetro; nebulizador; cilindros de oxigênio; prancha e colares imobilizadores; kit para suturas; medicamentos e materiais utilizados em atendimentos de urgência e emergência. “Assim que uma solicitação de urgência chega à central, o médico regulador realiza uma triagem com o solicitante para saber da situação do paciente. As informações fornecidas definem o tipo de unidade que será enviada ao local, como básica, intermediária e UTI. Cada uma delas conta com uma equipe preparada para atender situações de nível leve a grave. Nosso foco é resolver o máximo das solicitações em residência fazendo com que a remoção dos pacientes para um ambiente hospitalar ocorra somente quando é necessário”, conclui Adriano Martins.

Câncer de mama: Fatores de risco 

Câncer de mama: Fatores de risco

Estamos em outubro, e é neste mês que temos o conhecido movimento mundial contra o câncer de mama, designado Outubro Rosa. Nele, damos visibilidade aos casos de câncer de mama e ressaltamos a importância de um diagnóstico precoce por meio das consultas de rotina. Segundo o site da campanha Outubro Rosa, o nome do movimento remete à cor do laço homônimo que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama e estimula a participação ativa da população, empresas e entidades nas ações da campanha. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro. Posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano, o mês de outubro se tornou o mês nacional nos Estados Unidos de prevenção do câncer de mama. A partir de qual idade sou suscetível ao câncer de mama?  O autoexame deve ser realizado após os 20 anos de idade, sete dias após o início da menstruação. O câncer de mama raramente ocorre antes dos 30 anos e suas probabilidades aumentam após os 45 ou 50 anos. Fatores de risco com base no site Minha Vida  Os critérios para a identificação do risco genético, ou seja, do risco histórico-familiar da doença são: · Possuir dois ou mais parentes de primeiro grau com câncer de mama; · Ter ao menos um parente de primeiro grau e dois ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença; · Possuir parentes de primeiro grau com esse tipo de câncer, sendo que um teve a doença antes de 45 anos; · Ter um parente de primeiro grau com câncer de mama bilateral; · Possuir um parente de primeiro grau com a doença e um ou mais parentes com câncer de ovário; · Ter ao menos um parente de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e dois ou mais com câncer de ovário; · Possuir três ou mais parentes de segundo ou terceiro grau com a doença; · Ter dois parentes de segundo ou terceiro grau com câncer de mama e um ou mais com câncer de ovário. Idade  Mulheres entre 40 e 69 anos são as principais acometidas pelo câncer de mama. Isso se deve ao fato da exposição ao hormônio estrógeno estar no auge com a chegada dessa idade. A partir dos 50 anos, os riscos aumentam ainda mais. Menstruação precoce A relação com a menstruação está no fato de que é no início desse período que o corpo da mulher passa a produzir quantidades maiores do hormônio estrógeno. Esse hormônio, quando em quantidades alteradas, facilita a proliferação desordenada das células mamárias, o que resulta em um tumor. Se a primeira menstruação ocorre por volta dos nove ou dez anos de idade, é devido aos ovários intensificaram a produção do hormônio precocemente, e assim o organismo fica exposto ao estrógeno por mais tempo no decorrer da vida. Menopausa tardia A lógica aqui apontada é a mesma do caso da menstruarão precoce. Enquanto a menstruação não cessa, os ovários continuam a produzir o estrógeno, o que deixa as glândulas mamárias mais expostas ao crescimento celular desordenado. Reposição hormonal: muitas mulheres procuram a reposição hormonal para diminuir os sintomas da menopausa. Mas essa reposição – principalmente de esteroides, como estrógeno e progesterona – pode aumentar as chances de proliferação do câncer de mama. Na menopausa, os tecidos ficam ainda mais sensíveis à ação do estrógeno, já que os níveis desse hormônio estão baixos devido à ausência de sua produção pelo ovário. Colesterol alto O colesterol é a gordura que serve de matéria prima para a fabricação do estrógeno. Dessa forma, mulheres que possuem altos níveis de colesterol tendem a produzir esse hormônio em maior quantidade, e assim o risco de câncer de mama aumenta. Obesidade  O excesso de peso é um fator de risco para o câncer de mama, principalmente após a menopausa. Isso porque a partir desse período o tecido gorduroso passa a atuar como uma nova fábrica de hormônios. Ausência de gravidez  Segundo o site Minha Vida, mulheres que nunca tiveram filhos têm mais chances de contrair a doença devido à ausência da amamentação. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, em sua corrente sanguínea. Lembre-se que a consulta anual ao ginecologista é imprescindível para o diagnóstico precoce do câncer de mama e quaisquer outras doenças.

O que é o coronavírus? Entenda os sintomas e como é realizado o tratamento

Recentemente, inúmeras notícias a respeito do coronavírus têm se espalhado pela internet e causado pânico entre as pessoas, afinal, a ameaça de uma nova doença mundial pode ser o suficiente para nos deixar com medo. Mas diante de tantas informações fragmentadas é importante entender todo o contexto do coronavírus, bem como os seus sintomas e as chances de uma possível epidemia.   O que é o coronavírus? Desde 1960, o coronavírus foi identificado como uma família de vírus que causa síndromes respiratórias, resfriados e pneumonias. Então é importante ressaltar que não se trata de uma nova doença ou de um novo vírus, e sim de um tipo de coronavírus que não havia sido identificado antes, uma nova versão desse vírus. Em 2003 já havíamos lidado com um tipo de coronavírus. A SARS: Severe Acute Respiratory Syndrome (Síndrome Respiratória Aguda Grave) também surgiu na China e atingiu outros países, resultando em mais de 900 mortes.   Sintomas do coronavírus De forma geral, os principais sintomas do coronavírus são febre, dor, dificuldade para respirar, tosse, diarreia e a evolução para uma pneumonia (quando a infecção atinge os pulmões).   A incubação da doença – o período de tempo em que o indivíduo é infectado e os sintomas se manifestam – estima-se ser de 14 dias. Isso significa que, para que o paciente seja diagnosticado com o coronavírus, deve ser observada a data de quando o paciente se expõe à infecção e a data do surgimento dos sintomas. Contudo, essa estimativa se baseia nos estudos realizados com outras versões do coronavírus. Pode ser que o tempo de incubação dessa nova versão seja diferente.   De onde surgiu o coronavírus? Essa nova versão do coronavírus surgiu na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China. Atualmente, Hubei se encontra isolada, ninguém tem autorização para sair ou entrar e todos os voos foram suspensos.   Até o momento, acredita-se que um mercado de peixes e frutos do mar são os responsáveis pela propagação do coronavírus.   Tratamento para o coronavírus Ainda não foi encontrada uma cura e nem vacina para a prevenção do coronavírus. O tratamento consiste em um tratamento-suporte de cuidados intensivos para os sintomas, controlando a febre, dores e viabilizando a respiração que pode vir a ser dificultada pelo vírus.  

Telemedicina cresce e se consolida como formato prático e eficiente na retomada dos atendimentos

A Telemedicina não para de crescer no Brasil! Aprovada em razão da maior crise sanitária e hospitalar do país, a telemedicina deixou de ser apenas uma alternativa de atendimento médico seguro e se tornou uma escolha entre os pacientes que desejam praticidade ou, por algum motivo, não conseguem estar fisicamente nos consultórios. De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), mais de 2,5 milhões de teleconsultas foram realizadas entre abril de 2020 e março deste ano. Apesar de a prática da telemedicina ter sido autorizada pelo Governo Federal até enquanto durar a pandemia de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina (CFM) discute a regulamentação definitiva em uma comissão especial. Segundo Adriano Martins, diretor comercial da Medicar Emergências Médicas, empresa que possui esse tipo de atendimento, as teleconsultas facilitam o acesso à saúde e possibilitam a orientação com especialistas, que às vezes não fazem parte do corpo médico de algumas clínicas. “Com a telemedicina, o paciente que não tinha condições de se deslocar para grandes centros de saúde passou a ter contato com especialistas que podem dar ainda mais atenção para as queixas dele. Além de otimizar tempo, esse formato de atendimento evita a exposição de pessoas saudáveis em hospitais e consultórios. Ela acontece como uma consulta presencial, com a possibilidade de prescrição de medicamentos e solicitação de exames”, explica Martins. Embora a telemedicina não seja uma prática nova, até o início do ano passado a atividade era proibida no país. Ainda que o atendimento seja recente, não demorou muito para o recurso se popularizar entre as pessoas e atingir mais de milhões de consultas no Brasil, resultado que, de acordo com Adriano, tem crescido cada vez mais. “Apesar da desaceleração da pandemia, continuamos registrando uma crescente procura por teleconsultas e orientação médica 24h por telefone”, destaca o diretor comercial. Na Medicar, por exemplo, a maioria das especialidades contam com a teleconsulta como benefício. Em áreas como oftalmologia, na qual o recurso digital dificulta a avaliação médica, o atendimento serve como orientação e pode ser decisivo caso o paciente esteja com algum problema que possa evoluir para um quadro mais sério. “A telemedicina é positiva até quando o único recurso que o médico tem é apenas orientar. Isso porque em uma situação na qual o quadro do paciente pode evoluir, essa orientação do profissional é fundamental para que ele não corra riscos e possa encontrar a unidade de saúde mais próxima de onde ele estiver”, salienta Adriano Martins. Além da praticidade e segurança, a telemedicina representa um avanço nos recursos de saúde do Brasil. Conforme conclui o diretor comercial, as teleconsultas permitem maior agilidade para marcar retorno, diminuem as faltas nas consultas e possibilitam que médicos atendam a mais pacientes em um mesmo dia. “Todas essas características fazem com a telemedicina seja um potencial meio de transformação no oferecimento de serviços de saúde no país. Além de já ser entendida como uma realidade que agora faz parte da vida das pessoas, essa prática pode desafogar as filas de espera e contribuir para o melhor atendimento dos pacientes”, finaliza.

Sarampo: saiba mais sobre a doença!

Sarampo: saiba mais sobre a doença! O sarampo é uma doença infecciosa grave causada por um vírus. Sua transmissão ocorre por secreções das vias respiratórias, como quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é de cerca de 12 dias, mas a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia após o surgimento de placas avermelhadas na pele. Sintomas: Os sintomas de sarampo mudam conforme o passar dos dias, e dependem também da gravidade com o que a doença progride nos primeiros dias. São eles: – Febre acompanhada de tosse; – Irritação nos olhos; – Coriza; – Mal-estar intenso. Do segundo ao quarto dia desse período os sintomas iniciais se agravam, e ainda surgem outros sinais de sarampo, como: – Manchas vermelhas (que não coçam e podem aparecer atrás das orelhas); – Fraqueza. As manchas avermelhadas geralmente progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Além dos sintomas supracitados, também podem ocorrer infecção nos ouvidos, pneumonia, diarreia, convulsões e lesões no sistema nervoso. Diagnóstico e tratamento: O diagnóstico do sarampo é feito pelo exame clínico, após a confirmação através do exame de sangue. Como melhor forma de tratamento destaca-se a prevenção, ou seja, o tradicional método de vacinação, já que o tratamento visa apenas o alívio dos sintomas. Nele, o paciente deve: – Fazer repouso; – Ingerir bastante líquido; – Comer alimentos leves; – Lavar os olhos com água morna; – Tomar antitérmicos para baixar a febre quando ela provocar muito mal-estar.   Quem deve se vacinar?   A vacina deve ser aplicada em duas doses: a primeira deve ocorrer a partir do 12º mês de vida da criança, e a segunda entre os 15 aos 24 meses, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm). Mulheres grávidas e indivíduos imunodeprimidos são as exceções vetadas de tomar a vacina. Adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na infância também devem se vacinar. A campanha de vacinação deste ano visa atingir jovens de 15 aos 29 anos. Ela é aplicada em uma dose para a população geral, e os profissionais de saúde devem receber duas aplicações.

Dicas para uma boa postura ao dormir e ter uma qualidade de vida melhor

Deitar, relaxar e dormir pode ser um dos momentos mais agradáveis para quem tem uma rotina pesada e corrida. Nada melhor do que descansar, renovar as energias e acordar preparado para mais um dia. Mas e quando você acorda mais cansado do que foi se deitar, e as dores na coluna persistem durante vários dias? O que era para ser um sonho pode se tornar um pesadelo. Venha entender como a posição que você dorme influencia no seu dia a dia e como dormir de forma confortável.   O que acontece durante o sono? Durante o momento de sono, os nossos músculos relaxam e nossa respiração desacelera, o que nos leva a um estado quase total de repouso. O nosso sistema imunológico se fortalece e alguns hormônios para a manutenção do nosso organismo são liberados, como o hormônio do crescimento, principalmente durante a infância e a adolescência.   Durante o nosso ciclo de sono, o hormônio de leptina também é liberado. Essa substância é responsável pela sensação de saciedade, e é por essa razão que quem não tem um bom ciclo de sono pode engordar com mais facilidade.   Como ter uma boa noite de sono? Agora que você já sabe a importância de ter uma boa noite de sono, é imprescindível que você adote algumas atitudes para garantir um bom descanso, e é claro, uma boa qualidade de vida.   Para ter uma boa noite de sono, é necessário que o corpo esteja em uma posição agradável e confortável e que sua coluna esteja alinhada. Caso contrário, dores ósseas e musculares podem surgir.   Escolha um colchão adequado Não existe o colchão ideal. Não há nenhum tipo de colchão que sirva para todas as pessoas do mundo. Porém, existe o colchão adequado para cada pessoa. Em razão disso, é importante que você pesquise, teste e até receba orientação médica e ortopédica.   O importante é que você não tenha um colchão muito mole e nem muito rígido. Opte por um colchão que esteja no meio-termo e te faça acordar com uma sensação de descanso e sem dores. Na imagem abaixo, você consegue compreender, de forma ilustrativa, como o colchão deve se adaptar ao seu corpo, proporcionando o alinhamento de sua coluna.     Posições para dormir Caso você prefira dormir de barriga para cima, utilize um pequeno travesseiro abaixo dos joelhos. Assim, os possíveis prejuízos da coluna serão mitigados, além dessa prática contribuir com a melhora do alinhamento do corpo.   Se dormir de bruços for uma opção mais confortável para você, é importante que um travesseiro seja colocado abaixo do estômago e da pélvis. Assim, a tensão nessa região da coluna será diminuída e o alinhamento da coluna será preservado.   Ao dormir de lado, use um travesseiro entre os joelhos, pois deste modo sua coxa não desalinhará a coluna. É importante também que você dobre os joelhos, dando apoio à sua coluna.   Prevenção e qualidade de vida É importante que você preze hábitos mais saudáveis para dormir e descansar, assim você poderá ter uma qualidade de vida melhor e mais saudável. A simples atitude de usar um travesseiro extra para dormir, por exemplo, pode te livrar de dores desnecessárias e evitar lesões musculares.   Precisa de orientação médica? A Medicar disponibiliza a Orientação Médica por Telefone, com médicos disponíveis 24 horas por dia para que os associados possam tirar as suas dúvidas e saber o momento certo de ir ao consultório médico. Entre em contato conosco e comece a cuidar de sua saúde!

NOVA Telemedicina Medicar – Por que a chamamos de NOVA?

NOVA Telemedicina Medicar – Por que a chamamos de NOVA? Nós a chamamos de “NOVA TELEMEDICINA MEDICAR” porque a telemedicina é um serviço que a Medicar JÁ PRESTA há 15 anos, desde que integramos um médico à nossa Central de Emergências. A função dele era regular os chamados e avaliar a necessidade de enviar os recursos até aqueles pacientes que ligavam, já transmitindo calma e confiança ao paciente, e orientando a equipe quais especificações que tal ambulância deveria ter para cada chamado que chegava. Inicialmente, esse serviço com o médico regulador fora chamado de “orientação médica por telefone” na Central, o que na prática já se configurava como telemedicina. Isso porque o médico, além de regular o caso, passava as primeiras instruções básicas ao paciente, ou responsável em linha, sobre como proceder até que o serviço Medicar chegasse ao local. A necessidade de acesso à saúde cresceu e a tecnologia avançou. Essa combinação, aliada a outros fatores, trouxe para os clientes da Medicar o serviço de teleconsulta agendada, mais um passo à frente na linha temporal do que hoje chamamos de telemedicina. Os associados passaram a ter disponível em seus planos um pacote de teleconsultas que poderia ser usado durante o ano todo, para conversar com médicos via telefone em dia e horários agendados. Esse serviço foi amplamente usado pelos associados, que descobriram os benefícios de receber orientações médicas sem ter que enfrentar filas e se expor aos riscos do ambiente hospitalar e de consultórios. Tudo acontecia ali, no conforto de suas casas. Mas a Medicar foi além: percebeu que a saúde precisava chegar mais longe, ser acessível a um número ainda maior de pessoas e de forma segura e rápida. Então em 2022 a empresa novamente INOVOU. Hoje é parceira da Click Lifee, uma das melhores e maiores empresas de saúde a distância do Brasil, com tecnologia e mentoria do renomado psiquiatra e psicólogo, autor de diversos livros, Dr. Augusto Cury. Assim nascia a NOVA TELEMEDICINA MEDICAR, um canal exclusivo no qual a confiança do paciente nos cuidados médicos é por videochamada via celular ou computador, tudo em um clique. Com a NOVA TELEMEDICINA MEDICAR, os associados têm um médico por videochamada, 24 horas por dia, sete dias da semana, para qualquer necessidade em saúde, direto pelo aplicativo. Outro grande benefício, é que os pedidos de exame, receitas e até mesmo atestados são enviados imediatamente ao paciente no término da consulta, sem fila de espera, com cuidado e segurança na hora.

Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar?

Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar? O traumatismo craniano é uma lesão que atinge somente o crânio, normalmente ocasionada por um forte impacto. Pode causar danos graves ao cérebro, como contusão ou coágulo sanguíneo. Neste último caso, o traumatismo craniano passa a ser chamado de traumatismo cranioencefálico. Causas  As causas do traumatismo craniano podem envolver qualquer acidente em que a cabeça seja fraturada, como em quedas ou acidentes de carro. Sintomas  · Alteração no nível de consciência; · Falas desconexas; · Dor de cabeça intensa; · Esquecimentos; · Hematomas e/ou inchaço na cabeça; · Perda da orientação temporal; · Náusea; · Vômito; · Ferimentos extensos; · Sangue ou outro líquido saindo pelo nariz ou pelas orelhas. Nem sempre esses sinais comprovam um caso de traumatismo craniano. Se batermos a cabeça e sentirmos qualquer um dos sintomas supracitados, precisamos buscar por ajuda clínica imediatamente para que o médico possa descobrir a causa desses sintomas. Tratamento  O traumatismo craniano tem cura? Sim, porém pode gerar sequelas graves, como o coma, a epilepsia, paraplegia ou cegueira. O tratamento deve ser feito pelo neurologista. É geralmente iniciado por exames diagnósticos, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética. É por meio dos exames que são detectados os possíveis danos provocados ao cérebro ou fraturas no crânio. Assim, no caso de existirem danos leves, podem ser utilizadas injeções anticoagulantes para evitar a formação de coágulos no cérebro. Medicamentos intravenosos agem contra a inflamação cerebral e possibilitam a alta do paciente em até 48 horas após o internamento. O paciente, no entanto, deve manter a medicação via oral sob a orientação do médico. Já nos casos de traumatismo craniano grave, em que há a presença de hemorragias internas, fraturas ou lesões cerebrais graves, o método cirúrgico poderá ser acionado. Nessa situação, o internamento pode ser prolongado por vários dias. Conte com uma equipe de emergência A Medicar disponibiliza um time qualificado de profissionais da saúde preparados para lidar com as mais diversas situações. A empresa oferece atendimento domiciliar com o apoio de modernas Unidades Móveis, todas equipadas com um completo aparato médico necessário para atender dos casos simples aos mais graves. Além disso, ela possibilita um atendimento médico via telefone, disponível 24 horas para sanar possíveis dúvidas.

Os efeitos do álcool no organismo – a importância de beber com moderação

Bebidas alcoólicas fazem parte da vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Seja bebendo apenas socialmente, ou caso os problemas com álcool já sejam um pouco mais graves, os consumos do álcool geram efeitos no organismo que podem ser um tanto desastrosos para sua saúde. E com o carnaval chegando, os motivos para beber parecem aumentar. Venha entender de uma vez por todas os efeitos das bebidas alcoólicas no organismo humano.   Ingerindo álcool Ao ingerir a bebida, o álcool é absorvido pelo organismo e levado para a corrente sanguínea. Esse período de absorção e dispersão pode levar de 30 a 90 minutos. Ao chegar em nosso cérebro, o efeito que o álcool exerce é de felicidade, liberando neurotransmissores associados à satisfação e euforia – por isso o comportamento de algumas pessoas pode ser mais extrovertido.   Com o avanço da ação do álcool no cérebro, há o favorecimento de efeitos de outros neurotransmissores, como o GABA – neurotransmissor responsável pela sedação – o que pode causar sonolência e até mesmo desmaio. Por isso é totalmente contraindicado (e até mesmo contra lei) beber e dirigir.   Efeitos nocivos do álcool a curto prazo Quando o álcool chega ao cérebro e começa a atuar no sistema nervoso, alguns sintomas são mais comuns e frequentes a aparecerem, entre eles:   Dores de cabeça: o principal sintoma é a dor de cabeça, caracterizada e descrita principalmente pela sensação de uma pressão por toda a região craniana.   Enjoo e vômitos: por ter uma ação que atinge todo o organismo, é comum que o corpo tente se livrar do excesso, por isso a sensação de enjoo e vômitos pode ser frequente.   Azia e diarreia: por ter ações ácidas no organismo, as bebidas alcoólicas podem atingir os tecidos estomacais e provocar irritação, o que acarreta a sensação de queimação. Já no intestino, o álcool pode alterar a flora intestinal, resultando em diarréias após a ingestão.   Efeitos nocivos do álcool a longo prazo O uso prolongado do álcool pode provocar úlceras no estômago, além de câncer de esôfago e de outras regiões, como boca, estômago, laringe, fígado e intestino.   O álcool também pode provocar pancreatite, uma severa inflamação no pâncreas. O uso abusivo também pode ocasionar problemas ao fígado, resultando em esteatose hepática, cirrose e câncer, como já informamos acima.   A Medicar Restou alguma dúvida a respeito dos efeitos nocivos do álcool no seu organismo? A Medicar oferece o serviço de Central de Orientação Médica para que você possa tirar todas as suas dúvidas por telefone com um médico que fica disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais.