NOVA Telemedicina Medicar – Por que a chamamos de NOVA?

NOVA Telemedicina Medicar – Por que a chamamos de NOVA? Nós a chamamos de “NOVA TELEMEDICINA MEDICAR” porque a telemedicina é um serviço que a Medicar JÁ PRESTA há 15 anos, desde que integramos um médico à nossa Central de Emergências. A função dele era regular os chamados e avaliar a necessidade de enviar os recursos até aqueles pacientes que ligavam, já transmitindo calma e confiança ao paciente, e orientando a equipe quais especificações que tal ambulância deveria ter para cada chamado que chegava. Inicialmente, esse serviço com o médico regulador fora chamado de “orientação médica por telefone” na Central, o que na prática já se configurava como telemedicina. Isso porque o médico, além de regular o caso, passava as primeiras instruções básicas ao paciente, ou responsável em linha, sobre como proceder até que o serviço Medicar chegasse ao local. A necessidade de acesso à saúde cresceu e a tecnologia avançou. Essa combinação, aliada a outros fatores, trouxe para os clientes da Medicar o serviço de teleconsulta agendada, mais um passo à frente na linha temporal do que hoje chamamos de telemedicina. Os associados passaram a ter disponível em seus planos um pacote de teleconsultas que poderia ser usado durante o ano todo, para conversar com médicos via telefone em dia e horários agendados. Esse serviço foi amplamente usado pelos associados, que descobriram os benefícios de receber orientações médicas sem ter que enfrentar filas e se expor aos riscos do ambiente hospitalar e de consultórios. Tudo acontecia ali, no conforto de suas casas. Mas a Medicar foi além: percebeu que a saúde precisava chegar mais longe, ser acessível a um número ainda maior de pessoas e de forma segura e rápida. Então em 2022 a empresa novamente INOVOU. Hoje é parceira da Click Lifee, uma das melhores e maiores empresas de saúde a distância do Brasil, com tecnologia e mentoria do renomado psiquiatra e psicólogo, autor de diversos livros, Dr. Augusto Cury. Assim nascia a NOVA TELEMEDICINA MEDICAR, um canal exclusivo no qual a confiança do paciente nos cuidados médicos é por videochamada via celular ou computador, tudo em um clique. Com a NOVA TELEMEDICINA MEDICAR, os associados têm um médico por videochamada, 24 horas por dia, sete dias da semana, para qualquer necessidade em saúde, direto pelo aplicativo. Outro grande benefício, é que os pedidos de exame, receitas e até mesmo atestados são enviados imediatamente ao paciente no término da consulta, sem fila de espera, com cuidado e segurança na hora.
Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar?

Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar? O traumatismo craniano é uma lesão que atinge somente o crânio, normalmente ocasionada por um forte impacto. Pode causar danos graves ao cérebro, como contusão ou coágulo sanguíneo. Neste último caso, o traumatismo craniano passa a ser chamado de traumatismo cranioencefálico. Causas As causas do traumatismo craniano podem envolver qualquer acidente em que a cabeça seja fraturada, como em quedas ou acidentes de carro. Sintomas · Alteração no nível de consciência; · Falas desconexas; · Dor de cabeça intensa; · Esquecimentos; · Hematomas e/ou inchaço na cabeça; · Perda da orientação temporal; · Náusea; · Vômito; · Ferimentos extensos; · Sangue ou outro líquido saindo pelo nariz ou pelas orelhas. Nem sempre esses sinais comprovam um caso de traumatismo craniano. Se batermos a cabeça e sentirmos qualquer um dos sintomas supracitados, precisamos buscar por ajuda clínica imediatamente para que o médico possa descobrir a causa desses sintomas. Tratamento O traumatismo craniano tem cura? Sim, porém pode gerar sequelas graves, como o coma, a epilepsia, paraplegia ou cegueira. O tratamento deve ser feito pelo neurologista. É geralmente iniciado por exames diagnósticos, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética. É por meio dos exames que são detectados os possíveis danos provocados ao cérebro ou fraturas no crânio. Assim, no caso de existirem danos leves, podem ser utilizadas injeções anticoagulantes para evitar a formação de coágulos no cérebro. Medicamentos intravenosos agem contra a inflamação cerebral e possibilitam a alta do paciente em até 48 horas após o internamento. O paciente, no entanto, deve manter a medicação via oral sob a orientação do médico. Já nos casos de traumatismo craniano grave, em que há a presença de hemorragias internas, fraturas ou lesões cerebrais graves, o método cirúrgico poderá ser acionado. Nessa situação, o internamento pode ser prolongado por vários dias. Conte com uma equipe de emergência A Medicar disponibiliza um time qualificado de profissionais da saúde preparados para lidar com as mais diversas situações. A empresa oferece atendimento domiciliar com o apoio de modernas Unidades Móveis, todas equipadas com um completo aparato médico necessário para atender dos casos simples aos mais graves. Além disso, ela possibilita um atendimento médico via telefone, disponível 24 horas para sanar possíveis dúvidas.
Os efeitos do álcool no organismo – a importância de beber com moderação

Bebidas alcoólicas fazem parte da vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Seja bebendo apenas socialmente, ou caso os problemas com álcool já sejam um pouco mais graves, os consumos do álcool geram efeitos no organismo que podem ser um tanto desastrosos para sua saúde. E com o carnaval chegando, os motivos para beber parecem aumentar. Venha entender de uma vez por todas os efeitos das bebidas alcoólicas no organismo humano. Ingerindo álcool Ao ingerir a bebida, o álcool é absorvido pelo organismo e levado para a corrente sanguínea. Esse período de absorção e dispersão pode levar de 30 a 90 minutos. Ao chegar em nosso cérebro, o efeito que o álcool exerce é de felicidade, liberando neurotransmissores associados à satisfação e euforia – por isso o comportamento de algumas pessoas pode ser mais extrovertido. Com o avanço da ação do álcool no cérebro, há o favorecimento de efeitos de outros neurotransmissores, como o GABA – neurotransmissor responsável pela sedação – o que pode causar sonolência e até mesmo desmaio. Por isso é totalmente contraindicado (e até mesmo contra lei) beber e dirigir. Efeitos nocivos do álcool a curto prazo Quando o álcool chega ao cérebro e começa a atuar no sistema nervoso, alguns sintomas são mais comuns e frequentes a aparecerem, entre eles: Dores de cabeça: o principal sintoma é a dor de cabeça, caracterizada e descrita principalmente pela sensação de uma pressão por toda a região craniana. Enjoo e vômitos: por ter uma ação que atinge todo o organismo, é comum que o corpo tente se livrar do excesso, por isso a sensação de enjoo e vômitos pode ser frequente. Azia e diarreia: por ter ações ácidas no organismo, as bebidas alcoólicas podem atingir os tecidos estomacais e provocar irritação, o que acarreta a sensação de queimação. Já no intestino, o álcool pode alterar a flora intestinal, resultando em diarréias após a ingestão. Efeitos nocivos do álcool a longo prazo O uso prolongado do álcool pode provocar úlceras no estômago, além de câncer de esôfago e de outras regiões, como boca, estômago, laringe, fígado e intestino. O álcool também pode provocar pancreatite, uma severa inflamação no pâncreas. O uso abusivo também pode ocasionar problemas ao fígado, resultando em esteatose hepática, cirrose e câncer, como já informamos acima. A Medicar Restou alguma dúvida a respeito dos efeitos nocivos do álcool no seu organismo? A Medicar oferece o serviço de Central de Orientação Médica para que você possa tirar todas as suas dúvidas por telefone com um médico que fica disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais.
Por que a NOVA TELEMEDICINA da Medicar não é palavra de moda

Como sabemos, viver sem problemas é impossível. O sofrimento nos constrói ou nos destrói.
Parada cardiorrespiratória: saiba quais são as principais causas

Parada cardiorrespiratória: saiba quais são as principais causas A parada cardiorrespiratória ocorre quando o coração para de bater e a pessoa para de respirar. Nessa situação, a ajuda médica precisa ser acionada imediatamente, e enquanto o atendimento é aguardado, a massagem cardíaca deve ser iniciada para que o coração volte a pulsar. Causas A parada cardiorrespiratória pode ser gerada por diversas causas, e as principais correspondem a afogamento, infarto agudo do miocárdio, hemorragia, choque elétrico, infecção grave, acidentes vasculares e arritmia cardíaca. Sintomas Os sintomas mais comuns de uma parada cardiorrespiratória incluem dor no peito, falta de ar, suor frio, sensação de palpitação, tonturas, desmaios e vista turva ou embaçada. Além desses sintomas, a ausência de pulso ou a falta de respiração indicam que o coração parou de bater. Em casos de parada cardiorrespiratória, é necessário chamar imediatamente o atendimento médico e iniciar os primeiros socorros em alguns passos: · Verificar se a vítima está consciente; · Caso esteja inconsciente, verificar se há batimentos cardíacos e respiração; · Caso esteja respirando normalmente, a vítima deverá ser colocada em posição lateral de segurança e uma ambulância deverá ser imediatamente acionada; · As roupas da vítima deverão ser desatadas, e em seguida sua cabeça deverá ser erguida para liberar a passagem de ar; · 30 compressões torácicas deverão ser realizadas de forma ritmada, seguidas de dois processos de respiração boca a boca. Conte com uma equipe de emergência Vale ressaltar que nenhum procedimento supre a necessidade do atendimento médico. A Medicar disponibiliza um time qualificado de profissionais da saúde preparados para lidar com as mais diversas situações. A empresa oferece atendimento domiciliar com o apoio de modernas Unidades Móveis, todas equipadas com um completo aparato médico necessário para atender dos casos simples aos mais graves. Além disso, ela possibilita um atendimento médico via telefone, disponível 24 horas para sanar possíveis dúvidas.
O que é o câncer? Tudo o que você precisa saber sobre essa doença

Câncer, uma doença que assusta a muitos por seu alto potencial letal. Afinal, estamos falando de uma doença que, segundo as estimativas do Instituto Nacional do Câncer, atingirá cerca de 625 mil pessoas por ano, entre 2020 e 2022. Descubra agora o que você precisa saber sobre essa doença e como é realizado o tratamento! O que é o câncer? Para podermos definir e identificar o câncer, precisamos entender como ele é desenvolvido e onde ele se inicia: diretamente nas células. A célula é a base da vida, pois todas as partes do nosso corpo são formadas por células. As células possuem diferentes funções, e algumas são responsáveis pelo transporte de oxigênio para todo o organismo, enquanto outras são responsáveis pela segurança, agindo como agentes de defesa. Uma das características das células é o seu rápido poder de multiplicação e regeneração. E é justamente durante a multiplicação que o câncer pode surgir. Ao ocorrer a multiplicação, a célula precisa replicar o seu DNA, e algum erro pode vir a ocorrer durante a replicação, dando origem a células mutantes que resultam em células cancerígenas. Um dos maiores problemas representados pelas células cancerígenas é que elas geralmente possuem um tempo de vida maior do que as células saudáveis, além de que podem desenvolver um sistema de camuflagem, o que evita o combate das células do câncer pelo sistema imunológico. Agentes cancerígenos Um dos fatores relevantes para o erro que ocorre durante a replicação do DNA das células, resultando nas células do câncer, são os agentes cancerígenos. Mas, afinal, o que são os esses agentes? Os agentes cancerígenos são as substâncias ou situações que favorecem e estimulam a desordem das células, promovendo as mutações. Ao longo dos anos foram identificadas centenas de agentes cancerígenos, entre eles: – Álcool – Tabaco – Poluição – Produtos químicos – Radiações (como a exposição prolongada ao sol) – Baixa imunidade crônica – Vírus – Fatores genéticos Desenvolvimento dos tumores O desenvolvimento das células do tumor benigno se inicia com a reprodução das células mutantes, que se aglomeram e se reproduzem cada vez mais, porém em uma velocidade mais lenta. Diferente de tumores malignos e metástases, o câncer benigno é envolto por uma cápsula fibrosa, o que permite o crescimento do tumor de forma um pouco mais controlada, sem que se espalhe pelo corpo, se tornando um amontoado de células anormais. Geralmente, esse tipo de tumor cria protuberâncias na localização. Já o tumor maligno se reproduz de forma acelerada e descontrolada, além de desenvolver um pequeno sistema de vascularização que abastece o tumor. Outro grande problema do tumor maligno é sua capacidade de espalhar-se para outras partes do corpo. Essa propagação é chamada de metástase. Ou seja, um tumor que originalmente criou-se no pulmão, pode se espalhar e atingir o fígado e outros órgãos. Diferenças entre tumor e câncer É importante frisar que há diferenças entre as duas doenças, ao contrário do que muitas pessoas acreditam. O tumor pode ser benigno ou maligno. Já o câncer é um tumor maligno, apresentando rápido crescimento que pode manifestar metástase, conforme mencionado acima. Em nosso próximo artigo nós traremos de forma detalhada como é realizado e quais são os tipos de tratamento que o paciente, junto ao médico, pode optar em realizar. Enquanto isso você já pode contar com os serviços Medicar: possuímos atendimento emergencial com uma equipe médica de prontidão para atender aos chamados. Além de que os nossos associados podem se beneficiar com a central de Orientação Médica por Telefone disponível 24h por dia, em que todas as dúvidas com um médico plantonista poderão ser sanadas. Saiba mais.
Alergia a frutos do mar? Sintomas e sinais que você precisa se atentar

Alergia a frutos do mar? Sintomas e sinais que você precisa se atentar É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre pessoas que são alérgicas a frutos do mar. E não se engane, essa alergia pode ser mortal, pois quando ocorre o choque anafilático a pessoa acometida pode ir a óbito. Diante deste grande perigo, é importante estarmos atentos aos perigos que os frutos do mar podem oferecer a quem é alérgico. Por que frutos do mar causam alergia? Alergias alimentares são causadas por uma reação adversa do corpo devido ao tipo de alimento que ingerimos. Essa reação é causada pelo sistema imunológico e provoca sintomas que têm o risco de aparecer na pele, no sistema digestivo e na respiração – o que pode ser fatal. O grau de complexidade da alergia varia de acordo com cada caso. A reação do sistema imunológico pode causar apenas uma coceira na pele e nos lábios, mas em níveis mais graves pode provocar até mesmo paradas cardiorrespiratórias. Qualquer tipo de alimento pode causar alergias, seja leite de vaca, ovos, trigo, castanhas, amendoins, e claro, frutos do mar. A alergia a frutos do mar (moluscos e crustáceos) pode provocar choques anafiláticos, o que causa reações graves e coloca a vida do acometido em risco. Moluscos e crustáceos Os moluscos são compostos por mexilhões, polvos, lulas, ostras e lesmas do mar. Já a classe dos crustáceos é composta por camarões, caranguejos, lagostas e lagostins. Normalmente, quem é alérgico a algum tipo de molusco também é alérgico a todos os outros. Por isso, não se engane. Se você já apresentou alergia a polvos, por exemplo, provavelmente será alérgico também a mexilhões e outros tipos. Essa premissa também é válida para os crustáceos. Sintomas de alergia Os sintomas mais comuns de alergia a frutos do mar podem ser: vômitos, falta de ar, tosse, pulso fraco, tontura, coceira na pele, lábios e língua e em outras partes do corpo. As reações alérgicas são mais comuns durante a idade adulta. Contudo, é necessário se atentar a crianças que possuem asma, pois elas são as mais suscetíveis às chances de desenvolver reações alérgicas a frutos do mar. Algo importante que precisamos ressaltar é que, de modo geral, quem é alérgico a frutos do mar (crustáceos e moluscos) não possui ,necessariamente, alergia a peixes (atum, salmão, etc). Por isso, fique atento. Como descobrir se tenho alergia a frutos do mar? A melhor maneira de descobrir se você é alérgico a frutos do mar é através do teste de alergia. Existem vários tipos de testes para verificar se o paciente possui alergia. O mais comum é o teste cutâneo. Neste teste, a camada superior da pele é atingida e exposta ao antígeno de que se suspeita a alergia. Se a pele ficar avermelhada, como se tivesse sido picada por um inseto, o resultado é positivo. Quer verificar se possui alergia a frutos do mar? Consulte um médico alergista e peça por um exame. O teste é rápido e simples. Se previna e cuide da sua saúde. Em caso de emergência: A Medicar oferece cobertura para emergências 24h por dia, que atendem planos individuais, familiares e empresariais. Entre em contato conosco para receber o serviço de qualidade Medicar! Fale conosco agora!
Como é o tratamento do câncer? Tudo o que você precisa saber sobre essa doença

Com uma alta taxa da população que sofre com câncer, é necessário que haja informações disponíveis para todos. Entenda agora como funciona o tratamento do câncer, quais são os seus tipos e como eles são feitos. Se você ainda não leu a primeira parte desse artigo, confira agora (LINK texto3) para ter a informação completa. Tratamentos para o câncer Os tratamentos para tumores e câncer geralmente podem ser realizados com a intervenção cirúrgica. O médico cirurgião procura retirar todas as células cancerígenas e o tumor do local específico onde este se alojou. Caso haja metástase, o paciente pode passar por uma série de cirurgias para a retirada dos tumores. Durante o procedimento cirúrgico, pode ser que alguma parte do tumor/câncer fique residual. Quando isso acontece, o paciente precisa ser levado para realizar procedimentos de quimioterapia e/ou radioterapia. Quimioterapia Como o próprio nome indica, o tratamento quimioterápico é realizado com compostos químicos específicos para a destruição das células cancerígenas. Contudo, células saudáveis também podem ser destruídas durante esse tratamento, pois os componentes químicos se espalham por todo o corpo através da circulação sanguínea. A quimioterapia é administrada pela equipe oncológica (enfermeiros, médicos) de maneira venosa, ou seja, através das veias (sistema circulatório do paciente). O tratamento também pode ser medicado de maneira oral. Existem alguns tipos de quimioterapia específicas para cada caso: Curativa: quando é administrada para obter total controle sobre o tumor, e assim, combatê-lo. Adjuvante: realizada após a cirurgia com o objetivo de eliminar por completo as células cancerígenas residuais. Neoadjuvante: usada para diminuir o tamanho do tumor, para que assim a cirurgia possa ter maiores chances de sucesso. Paliativa: usada para fornecer uma maior qualidade de vida, oferecendo mais tempo de vida. Radioterapia O tratamento com radioterapia é realizado com radiações ionizantes que possuem o poder de destruir e inibir o crescimento das células. Semelhante à quimioterapia, a radioterapia também acaba afetando as células saudáveis, contudo de maneira mais controlada, pois somente a área que possui as células cancerígenas será atingida pela radiação, e apenas as células normais ao redor do tumor ou câncer será afetada. As células saudáveis possuem o benefício de poder se regenerar, algo que as células cancerígenas não possuem. Existem alguns tipos de radioterapia: – Radioterapia externa – Radioterapia conformacional 3D – Radioterapia de intensidade modulada (IMRT) – Radiocirurgia estereotáxica – Braquiterapia Da mesma forma que a quimioterapia, a radioterapia pode ser usada como adjuvante (após o tratamento cirúrgico), neoadjuvante (antes do tratamento cirúrgico) e como tratamento paliativo (para aliviar os sintomas da doença, usado também para tratar metástases). Outras alternativas de tratamento Com o avanço da medicina, outras alternativas de tratamento foram criadas para melhorar e personalizar o tratamento para o paciente. A hormonioterapia é usada para diminuir a ação dos hormônios do organismo nas células tumorais a fim de bloquear o fluxo hormonal que os tumores malignos podem ter. A imunoterapia é um tratamento biológico que usa anticorpos produzidos pelo organismo do paciente ou em laboratório. Deste modo é possível potencializar o sistema imunológico do paciente para que o organismo do paciente lute contra as células tumorais. O transplante de medula óssea é usado para favorecer e substituir uma medula doente ou fragilizada por algum tipo de câncer específico. O transplante pode ser autogênico (quando a medula vem do paciente) ou alogênico (quando vem de algum doador). Como escolher o melhor tratamento É indispensável que o paciente crie um diálogo e uma boa relação médico-paciente, a fim de que o médico apresente as melhores opções de tratamento e o paciente esteja munido de informações para que a melhor decisão possível seja tomada. A Medicar A Medicar oferece atendimento emergencial levando uma equipe médica junto de uma ambulância para atender o paciente, e caso seja necessário levá-lo até o hospital mais próximo, além de disponibilizar Orientação Médica por Telefone 24 horas por dia, onde os nossos associados podem tirar todas as suas dúvidas com um médico. Saiba mais.
Existe cura para o câncer de próstata?

O câncer de próstata é o principal câncer que afeta os homens em todo país. Só em 2018 foram estimados cerca de 68 mil novos casos, segundo o Instituto Brasileiro de Câncer. Nos últimos anos a doença resultou em mais de 15 mil mortes. É indispensável que homens de todas as idades fiquem atentos aos sinais e sintomas, pois mesmo que haja uma faixa etária que seja mais atingida, ninguém está fora da área de risco. O que é próstata? A próstata é uma glândula exócrina (que cria substâncias para serem expelidas pelo organismo) que, junto de outras vesículas seminais, produzem o espermatozoide. Por conta dos estereótipos e todos os preconceitos a respeito do exame de toque para o diagnóstico do câncer de próstata, muitos se confundem e não sabem que a próstata fica localizada logo abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. O que é o câncer de próstata? Esse câncer se desenvolve com tumores que afetam a glândula, o que gera sintomas e prejudicam a qualidade de vida do paciente, oferecendo riscos maiores que podem colocar a vida em risco. Na maioria dos homens o câncer de próstata cresce de forma vagarosa, o que resulta em um longo tempo até que os primeiros sinais sejam apresentados e ponha em risco a saúde do paciente. Essa demora em manifestar sinais e sintomas faz com que o acometido não perceba que está doente, o que atrasa o diagnóstico e consequentemente o tratamento da doença. Os sintomas do câncer de próstata Como informamos, o câncer de próstata em sua fase inicial é assintomático, o que retarda o diagnóstico. Após evoluir, a doença pode apresentar alguns sinais e sintomas, como os listados abaixo: Dificuldade em urinar ou vontade frequente de urinar; Dor óssea, Infecção generalizada; Insuficiência renal; Sangue na urina ou no sêmen. A importância do diagnóstico O diagnóstico precoce é uma grande estratégia para detectar e encontrar o tumor, maximizando as chances de um tratamento eficaz. O diagnóstico, em grande maioria, vem através de exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos – principalmente após a apresentação de sinais e sintomas. Contudo, quando não há sintomas presentes o diagnóstico vem por meio de exames de rotina, o que é indispensável para manter a saúde e detectar precocemente doenças como o próprio câncer de próstata. Tratamento Um dos perigos do câncer de próstata é a sua disseminação para outras partes do corpo. Sendo assim, o tratamento varia de acordo com o estágio o qual o câncer se encontra. Os tratamentos envolvem cirurgia ou radioterapia, ou a combinação de ambos para um combate mais contundente. Campanha Novembro Azul Todos os anos durante o mês de novembro nos reunimos para relembrar os perigos do câncer de próstata e fazer uma grande afirmação: EXISTE CURA! Com o diagnóstico precoce e o tratamento correto, o câncer de próstata pode ser curado e a qualidade de vida do paciente pode ser preservada.
Partos emergenciais: o que fazer durante o trabalho de parto longe do hospital?

Partos emergenciais: quem nunca ouviu uma história de alguém que ‘’quase nasceu dentro do carro’’, ou assistiu a um filme que possuía uma cena tensa de uma mulher dando à luz em circunstâncias inadequadas e muitas vezes perigosa. Embora casos assim não sejam tão comuns quanto os filmes e séries relatam, é sempre bom saber o que fazer em situações como essas. Confira agora algumas instruções a serem tomadas durante partos emergenciais. A natureza e o parto Durante muito tempo o parto era realizado em casa, por isso era muito comum a profissão de parteiras, mulheres essas responsáveis por auxiliar as mães durante o parto. Só a partir do século XVI (por volta de 1501) que os médicos começaram a desenvolver novas técnicas e aparelhos que pudessem auxiliar no parto. Ou seja, durante milhares de anos as mulheres deram à luz de forma natural e instintiva, por isso, ao se deparar em uma situação emergencial de parto, não se desespere, pois a natureza sabe o que fazer! Como funciona o trabalho de parto O parto natural é caracterizado por algumas fases que, ao serem reconhecidas, permitem que outras pessoas (enfermeiras, médicos, obstetras) possam agir e auxiliar durante o procedimento. Fases do parto – 1a Fase: Dilatação A primeira fase do parto é quando acontece as famosas contrações e o processo de dilatação do colo do útero e do canal do parto. É muito comum que as mulheres sofram com as dores das contrações. Essa fase pode durar de 10 a 12 horas. A velocidade do processo de dilatação pode variar de acordo com as reações bioquímicas do corpo, o que varia de mulher para mulher, fazendo com que trabalhos de partos durem mais ou menos horas. Para o bebê poder sair do útero, o canal do parto precisa dilatar até 10cm. Pode parecer pouco, mas o procedimento pode ser doloroso e demorado. Fases do parto – 2a Fase: Expulsão Após a dilatação estar completa, as contrações tendem a aumentar a intensidade e diminuir seus intervalos, e o bebê já começa a coroar. Essa fase costuma durar entre uma e duas horas. É aconselhável que a mãe faça força para expelir o bebê ao mesmo tempo em que as contrações aparecem, facilitando o trabalho de parto. Essa fase dura até o bebê sair do útero. É normal que os bebês nasçam enrolados pelo cordão umbilical, e isso não é motivo para preocupação. No entanto, é importante que o bebê seja cuidado e que o cordão seja desenrolado. É importante atentar-se que durante o processo de dilatação e expulsão do bebê, pois o saco amniótico (ou bolsa gestacional) pode não estourar. Esses casos são chamados de parto empelicado, e são muito raros, pois estima-se que aconteça uma vez a cada 80 mil partos. Fases do parto – 3a Fase: Dequitação Após a conclusão da fase de expulsão, o útero diminui de volume e ocorre o descolamento da placenta para também ser expelida. Essa fase é natural do corpo, mas pode ocorrer algumas complicações, oferecendo riscos de hemorragia. Fases do parto – 4a Fase: Greenberg A quarta fase do parto acontece depois da saída da placenta. Esse período é dedicado a observação da mãe que acabou de dar à luz, em razão dos riscos de hemorragia e outras complicações após a fase de dequitação. Como agir em casos de partos emergenciais Um dos maiores medos da mulher grávida é não conseguir chegar ao hospital a tempo. Mas como falamos anteriormente, a natureza segue o seu curso, e o número de partos que aconteceram antes da existência de hospitais são quase inestimáveis. O importante é ter em mente algumas noções do que fazer quando esse momento chegar e você ainda estiver distante do hospital – ou não possuir ajuda profissional. O parto avança de forma natural e o processo de dilatação segue todo o curso com o passar das horas. Ao chegar na fase de expulsão, é importante que quem esteja acompanhando a mulher que está prestes a ter o bebê ajude a manter a calma e oriente a controlar a respiração e a manter as pernas abertas (durante as dores causadas pela contração, caso o bebê já esteja coroando, o fechamento brusco das pernas pode vir a machucar a cabeça do bebê). É importante também que a mulher seja mantida deitada de lado até o momento de expelir o bebê (quando atingir 10 cm de dilatação). Se a mulher ficar deitada durante todo o trabalho de parto, a pressão exercida pelo peso do bebê pode comprimir a veia cava, causando desconforto e mal-estar. O mais indicado é que ela se deite de costas apenas durante o momento de expelir o bebê. Cuidados com o bebê recém-nascido Caso o parto seja empelicado (sem a ruptura da bolsa gestacional), a bolsa pode ser rompida com o auxílio de alguma ferramenta – como uma pinça – , mas TODO O CUIDADO É POUCO. É importante que o manuseio seja cauteloso para não ferir o bebê durante o procedimento. Depois de o bebê ser expelido, é necessário realizar uma limpeza, retirando toda secreção de seus olhos e nariz, impedindo qualquer obstrução. É importante secar o bebê (que estará molhado em razão da bolsa gestacional e do líquido amniótico) e aquecê-lo para que não perca calor. O cuidado com o cordão umbilical precisa ser delicado. Para realizar o corte, é importante esperar cerca de 2 a 3 minutos após o nascimento. O corte só deve ser realizado após as ligaduras do cordão umbilical serem feitas. Para isso, é necessário que um tecido (como um cadarço limpo, por exemplo) seja utilizado. Com uma margem de segurança de no mínimo 6 cm da barriga do bebê e da vagina da mãe, deverá ser feito um nó. O cordão umbilical deverá ser cortado entre as ligaduras com uma tesoura limpa e se possível esterilizada. A margem de segurança para o corte serve para que os profissionais da saúde possam realizar o procedimento da maneira mais correta possível dentro de