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O QUE FAZER DURANTE UM ENGASGO? VOCÊ PODE SALVAR UMA VIDA

O QUE FAZER DURANTE UM ENGASGO? VOCÊ PODE SALVAR UMA VIDA Quem nunca passou por situações de engasgo? Se você nunca se engasgou ao longo da vida, ao menos deve ter presenciado alguém se engasgando. Durante esses casos, a maioria das pessoas não sabe o que fazer, se desesperam e acabam se engasgando ainda mais, ou não sabe como agir caso veja alguém engasgado.   Hoje vamos entender um pouco melhor o que causa, o que acontece durante e o que fazer em casos de engasgo.   O que é engasgo? Um engasgo é o bloqueio da traqueia – órgão responsável pela passagem de ar para dentro e fora dos pulmões – por algum objeto estranho ao corpo como alimentos, utensílios e até mesmo fluidos como saliva, vômito e sangue.   Em nosso corpo, a traqueia é protegida pela epiglote, uma espécie de porta que se abre e se fecha de acordo com a necessidade do momento. Quando ingerimos alimentos ou líquidos, a traqueia se fecha para que nada se infiltre e chegue até o pulmão. Quando respiramos, a traqueia se mantém aberta para que o ar entre nos pulmões.   Quando há falhas no funcionamento da epiglote, os alimentos e líquidos podem acabar chegando ao pulmão, bloqueando a passagem do ar, o que causa asfixia e pode levar à morte dependendo da gravidade do engasgo.   E por oferecer risco de vida, algumas situações de engasgo podem ser classificadas como emergências médicas, e devem ser atendidas o mais rápido possível.   Como agir em casos de engasgos? Em casos de engasgo, a primeira coisa a se fazer é avaliar se será possível ajudar a vítima. Caso você perceba que está além da sua possibilidade de oferecer ajuda, chame a emergência imediatamente!   Moedas, brinquedos pequenos, pedras, alimentos e outros objetos podem estar entre os motivos de engasgo. A manobra mais usada e conhecida mundialmente em casos de urgências como essas é a Manobra de Heimlich.   Essa manobra consiste em realizar uma pressão na região da ‘boca’ do estômago (epigástrio), resultando na desobstrução das vias aéreas. Confira a ilustração abaixo. Manobra de Heimlich A Manobra de Heimlich pode ser usada em adultos e crianças maiores de um ano de idade. Ao abraçar a pessoa engasgada pelo abdômen, posicione uma das mãos sobre o epigástrico e com a outra mão pressione a primeira mão, ao mesmo tempo que realiza um movimento de gancho, como se fosse levantar a pessoa. Continue o movimento até que a pessoa desobstrua as vias.   Em casos de criança a partir de um ano, o procedimento é o mesmo, contudo, você deve se ajoelhar para ficar do mesmo tamanho que a criança.   No caso de bebês, outra manobra deve ser usada. Ao constatar que o bebê está engasgado, você deverá, com a sua mão não-dominante (a que você não escreve), fazer uma forma de “V” ao redor da boca da criança. E com a mão dominante fazer pressões no espaço intercostal, como ilustrado na imagem abaixo.     Caso a criança continue engasgada, o indicado é que a manobra mude. Você deverá virar a criança de barriga para cima, e fazer pressões com os dedos indicadores e médio no centro do peito do bebê. Caso não haja desengasgo, o procedimento deverá continuar a ser feito até que o serviço de emergência chegue.   Serviço de Emergência Agora que você já sabe como proceder em situações de engasgo e entende a necessidade do atendimento de forma urgente, conte com a Medicar! O Serviço de Emergencial garante orientação médica por telefone 24 horas por dia, além de atendimento com ambulância em situações de emergências. Saiba mais sobre o Serviço Emergencial.

O QUE FAZER EM CASOS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO? 

O QUE FAZER EM CASOS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO? Quando o assunto é precaução no trânsito, alertas nunca são demais. Afinal, com o intenso fluxo de carros e pedestres nos grandes centros metropolitanos brasileiros, ninguém nunca está livre de se envolver em um acidente de trânsito. Segundo o Conselho Federal de Medicina, acidentes de trânsito causam 5 mortes no Brasil a cada 1 hora. Com os altos índices de chances de se envolver em acidentes no trânsito, confira algumas orientações de como agir nesses casos.   Verifique se a situação oferece perigo A primeira coisa que é necessário ter em mente é que, além da obrigação moral e da boa conduta, a lei obriga que o responsável preste socorro em situação de colisão e acidentes. Segundo as orientações do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), ao se envolver em um acidente o motorista deve checar se a situação oferece perigo aos envolvidos. Em situações de colisão, fogo e explosões podem vir a acontecer.   Chame socorro Após isso, é necessário constatar quantas pessoas estão feridas e envolvidas no acidente, a fim de que seja possível informar ao serviço de emergência quantas pessoas precisam de socorro. Depois de pedir socorro, a segunda coisa indicada a se fazer é sinalizar o local do acidente corretamente, a fim de que os carros que passam pelo local não acabem causando mais danos. O indicado é sinalizar o local com o triângulo do veículo e, se possível, com outros objetos que estejam à disposição, a fim de que o local fique bem sinalizado. A sinalização deve acontecer a uma certa distância do local. A Abramet disponibilizou instruções, e você pode conferir abaixo.     Acalme os feridos Com a sinalização feita de forma adequada e eficiente, o motorista deve se dirigir aos feridos. Geralmente, as vítimas do acidente se assustam e se desesperam, e é comum que elas queiram se levantar após o impacto. Porém, é indispensável que as vítimas se mantenham calmas e imóveis até que a equipe de socorro chegue ao local. Para as vítimas do acidente que ainda estão dentro do carro, é importante que seja verificado se o cinto de segurança não está comprimindo a respiração, o que pode causar problemas de sufocamento.   Primeiros socorros Em casos de sangramento, é indicado que seja realizada uma compressão com tecidos, a fim de que a perda de sangue seja reduzida. Se for constatado que a vítima está tendo uma parada cardíaca, é necessário aplicar uma massagem cardíaca e respiração boca a boca, até que a equipe de socorro chegue. O procedimento pode salvar a vida da pessoa por manter a circulação sanguínea e a entrada de oxigênio no organismo.   Conte com os serviços da Medicar Com a Medicar você tem o Serviço de Proteção a Terceiros no Trânsito, com ele você garante a tranquilidade no trânsito, pois independentemente do horário nós realizamos atendimento 24 horas por dia. Ele protege tanto os condutores associados quanto demais vítimas envolvidas, garantindo atendimento de uma equipe especializada em UTI Móvel. Ter Medicar custa pouco, não ter pode custar uma vida. Entre em contato e saiba mais: 0800 940 0590

É necessário ter equipe médica no meu evento?

É necessário ter equipe médica no meu evento? Quando é decidido produzir um evento, muitas preocupações surgem no meio do caminho.  Temas, organizações, espaço, decoração, recepção e por aí vai. Mas no meio de tantos detalhes e planejamento, não se pode esquecer do atendimento e equipe médica que o local precisa disponibilizar. Afinal, se algum dos seus convidados passar mal, todos se lembrarão do atendimento médico disponível (ou não, no caso da indisponibilidade do serviço ou sua prestação ineficiente). Feiras, exibições, palestras, convenções e atrações podem reunir um grande número de pessoas, todas juntas aprendendo, ouvindo e absorvendo a sua marca que está idealizando o evento.   Imprevistos acontecem E o que acontece se alguém passar mal? Ou se alguém tropeça e se machuca gravemente? Além do seu expectador correr certo risco em relação à sua saúde, a sua empresa pode passar uma imagem negativa caso não ofereça uma equipe de prontidão para auxiliar e atender essa pessoa. Já sabemos que preparar e organizar um evento, não importa qual seja o seu porte, é algo trabalhoso. Por essa razão, uma emergência médica pode colocar todo o conceito e estima de seus clientes em risco caso não seja resolvida com atenção. Por isso, ter uma equipe médica de prontidão no local do evento é indispensável.   O que a lei diz? Mesmo diante da realidade da necessidade de possuir uma equipe médica no local, você ainda pode se preocupar com o que a lei diz sobre o atendimento e a equipe médica em eventos.   A lei determina que deve haver uma ambulância para reuniões com mais de 1500 pessoas – por isso shows, vestibulares e convenções de grande porte sempre fornecem esse tipo de atendimento com ambulâncias e equipe médicas. Contudo, essa lei pode variar de acordo com a sua cidade. A lei supracitada é válida para a cidade de São Paulo, por isso fique atento e sempre forneça atendimento médico, ambulatorial e equipe médica para o seu evento. Para demais localidades, se informe com a prefeitura local.   Quando devo ter equipe médica no meu evento? Toda organização de eventos que precise de assistência médica deve dispor de serviços próprios ou terceirizados. E todos os profissionais da equipe médica contratada devem estar devidamente inscritos no CRM – Conselho Regional de Medicina. Independentemente de quantas pessoas estarão presentes no seu evento, é importante que você se preocupe com a segurança e saúde dos seus participantes. Afinal, mais do que lucros e exposição comercial, a sua marca precisa criar um vínculo com seu consumidor, e a melhor publicidade é mostrar que você se preocupa com ele.   Contrate atendimento ambulatorial e equipe médica para o seu evento Agora que você já entende a necessidade de atendimento médico que tem o seu evento, conte com a Medicar! Oferecemos toda a infraestrutura necessária com unidades básicas e avançadas e equipe médica completa para qualquer tipo de evento! Para contratar os nossos serviços, você só precisa planejar com antecedência a contratação, nos informar a duração, data e estimativa de público, além de se informar com a prefeitura local para saber a obrigatoriedade mínima da estrutura exigida por lei na cidade do evento.   Entre em contato conosco para maiores informações. A Medicar tem o prazer de te atender.  

CRISES ALÉRGICAS RESPIRATÓRIAS: CONHEÇA OS SINTOMAS E SAIBA COMO EVITAR

CRISES ALÉRGICAS RESPIRATÓRIAS: CONHEÇA OS SINTOMAS E SAIBA COMO EVITAR Quem nunca teve uma crise de alergia? Para quem mora em cidades com o clima seco, ou em grandes metrópoles com poluição a todo redor, possuir rinite alérgica é algo muito comum. E é comum que esses problemas respiratórios apareçam durante a infância. Sintomas Congestão nasal, coriza, irritação no nariz e coceira na garganta e nos olhos são frequentes antes, durante e depois das crises alérgicas. Esses tipos de alergia são recorrentes durante o dia a dia do adulto – e principalmente da criança, que ainda não consegue evitar os locais com poeiras e agentes que causam a alergia. Agentes causadores de alergia Poeira e ácaros são os grandes vilões das pessoas que possuem alergia. Mas outras substâncias também podem desencadear fortes crises – mofo, pelo de animais, fungos, inseticidas, fumaça de cigarro, perfumes e produtos de limpeza entram nessa lista de vilões. Algumas dicas podem te ajudar a evitar e prevenir esses agentes que podem ser tão incômodos e que afetam a sua respiração. Dicas para evitar crises alérgicas – Manter os ambientes arejados com bastante circulação de ar e exposição ao sol; – Trocar a roupa de cama uma vez por semana ajuda a livrar-se dos ácaros; – Diminuir a quantidade de bichos de pelúcia e o contato de crianças com animais peludos; – Tapetes, cortinas e cobertores podem acumular pó ao longo dos dias, por isso é importante se atentar ao manuseio desses objetos. Medicamentos laboratoriais e até naturais podem ajudar a aliviar os sintomas das crises alérgicas respiratórias, e assim garantir a você uma melhor qualidade de vida. Mas aqui vai um alerta: o uso de medicação deve acontecer sob prescrição médica. Não use ou medique ninguém sem orientação de um médico especialista. Para serviços emergenciais, conte com a Medicar! Área protegida e orientação médica por telefone 24h você encontra disponível na Medicar. Entre em contato conosco.

Onde os germes se escondem na sua casa e como eliminá-los?

Onde os germes se escondem na sua casa e como eliminá-los? Você higieniza o seu banheiro frequentemente? Sabe dos problemas que os germes podem causar contra a sua saúde? Isso é ótimo! Mas com que frequência você tem trocado as toalhas de banho e as toalhas de rosto de seu banheiro?   E a esponja de lavar louça da sua cozinha, quando foi a última vez que você a trocou? Já pensou no seu microondas e geladeira? Consegue se lembrar com clareza quando foi a última vez que você os desinfetou? Os micróbios e germes estão em todos os lugares e muitos deles fazem bem ao nosso organismo, pois ajudam e fortalecem o nosso sistema imunológico. Contudo, não são nesses germes benéficos que pensamos quando higienizamos os ambientes da nossa casa. São os germes perigosos em que pensamos quando desinfetamos os utensílios e eletrodomésticos: vírus da gripe, salmonela, listeria, mofo, estafilococos e bactérias fecais, entre inúmeros outros. Mas você tem limpado os locais exatos onde os germes estão escondidos em sua casa? Vamos checar algumas coisas.   Germes no banheiro Quando se fala de germes e bactérias dentro de casa, podemos achar que o banheiro é o lugar mais propício para estar cheio de bactérias, certo? Errado. O banheiro é um dos lugares que mais limpamos justamente por acharmos que é lá o foco das bactérias. Por isso o ambiente tende a estar livre de germes quando comparado aos outros lugares da casa. Mas você já pensou nas bactérias que saem do seu banheiro e vão para o restante da casa? Estudos comprovam que, ao dar a descarga do vaso sanitário com a tampa aberta, os germes podem se espalhar por até seis metros. Isso mesmo, seis metros! Sim, isso significa que a sua escova de dentes, toalhas de rosto e banho, pia e vários outros itens dentro do seu banheiro podem estar cobertos por bactérias fecais. E lembre-se, essas bactérias não são apenas do seu organismo, pois os outros moradores e visitantes da sua casa também espalham germes fecais.   Afinal, qual é o lugar mais germinativo na sua casa? A cozinha, definitivamente, é o lugar com mais bactérias e germes na sua casa. Por isso é que intoxicações alimentares sem motivos aparentes podem surgir de vez em quando. A pia é um dos maiores reservatórios para bactérias desagradáveis. Frequentemente descongelamos alimentos crus como carnes, frangos e peixes sem nos atentarmos à higienização correta. E depois acabamos por preparar outros alimentos neste ambiente que está contaminado, o que não deveríamos fazer.   Você está espalhando bactérias e não sabe disso! Você costuma fazer a limpeza da sua mesa de jantar, balcão e fogão com o mesmo pano de limpeza ou esponja que usa em sua pia? Essa é uma péssima ideia. Como você já viu, a sua pia está frequentemente exposta a bactérias. Tome cuidado para não espalhá-las. Um estudo do ano de 2017 publicado pela Scientific Reports encontrou cerca de 362 espécies diferentes de bactérias em esponjas de cozinhas. Mais de 82 bilhões de bactérias estavam vivendo em poucos centímetros de espuma. A grande questão é: como se livrar delas? E a resposta não é a mais atrativa, pois exige que você troque a esponja e panos de sua pia ao menos uma vez por semana. Ferver as esponjas ou lavá-las não dão resultado, pois as bactérias voltam a crescer. Lidar com bactérias e germes não é uma tarefa fácil. Descuidos prolongados podem colocar a sua vida em risco com infecções e doenças. Por isso a Medicar recomenda que você lave os utensílios de sua casa com produtos desinfetantes e próprios para a higienização – principalmente os da cozinha. Se atente também aos seus objetos de limpeza – como as esponjas ou panos de limpeza – e os troque por novos regularmente. O melhor caminho para uma vida saudável é a prevenção! Preze por sua qualidade de vida! Continue acessando o nosso site e redes sociais para mais dicas e informações sobre sua saúde.

Existe cura para o câncer de próstata? 

O câncer de próstata é o principal câncer que afeta os homens em todo país. Só em 2018 foram estimados cerca de 68 mil novos casos, segundo o Instituto Brasileiro de Câncer.  Nos últimos anos a doença resultou em mais de 15 mil mortes. É indispensável que homens de todas as idades fiquem atentos aos sinais e sintomas, pois mesmo que haja uma faixa etária que seja mais atingida, ninguém está fora da área de risco. O que é próstata? A próstata é uma glândula exócrina (que cria substâncias para serem expelidas pelo organismo) que, junto de outras vesículas seminais, produzem o espermatozoide. Por conta dos estereótipos e todos os preconceitos a respeito do exame de toque para o diagnóstico do câncer de próstata, muitos se confundem e não sabem que a próstata fica localizada logo abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. O que é o câncer de próstata? Esse câncer se desenvolve com tumores que afetam a glândula, o que gera sintomas e prejudicam a qualidade de vida do paciente, oferecendo riscos maiores que podem colocar a vida em risco. Na maioria dos homens o câncer de próstata cresce de forma vagarosa, o que resulta em um longo tempo até que os primeiros sinais sejam apresentados e ponha em risco a saúde do paciente. Essa demora em manifestar sinais e sintomas faz com que o acometido não perceba que está doente, o que atrasa o diagnóstico e consequentemente o tratamento da doença. Os sintomas do câncer de próstata Como informamos, o câncer de próstata em sua fase inicial é assintomático, o que retarda o diagnóstico. Após evoluir, a doença pode apresentar alguns sinais e sintomas, como os listados abaixo:           Dificuldade em urinar ou vontade frequente de urinar;           Dor óssea,           Infecção generalizada;           Insuficiência renal;           Sangue na urina ou no sêmen. A importância do diagnóstico  O diagnóstico precoce é uma grande estratégia para detectar e encontrar o tumor, maximizando as chances de um tratamento eficaz. O diagnóstico, em grande maioria, vem através de exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos – principalmente após a apresentação de sinais e sintomas. Contudo, quando não há sintomas presentes o diagnóstico vem por meio de exames de rotina, o que é indispensável para manter a saúde e detectar precocemente doenças como o próprio câncer de próstata. Tratamento Um dos perigos do câncer de próstata é a sua disseminação para outras partes do corpo. Sendo assim, o tratamento varia de acordo com o estágio o qual o câncer se encontra. Os tratamentos envolvem cirurgia ou radioterapia, ou a combinação de ambos para um combate mais contundente. Campanha Novembro Azul Todos os anos durante o mês de novembro nos reunimos para relembrar os perigos do câncer de próstata e fazer uma grande afirmação: EXISTE CURA! Com o diagnóstico precoce e o tratamento correto, o câncer de próstata pode ser curado e a qualidade de vida do paciente pode ser preservada.

Alergia a frutos do mar? Sintomas e sinais que você precisa se atentar

Alergia a frutos do mar? Sintomas e sinais que você precisa se atentar É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre pessoas que são alérgicas a frutos do mar. E não se engane, essa alergia pode ser mortal, pois quando ocorre o choque anafilático a pessoa acometida pode ir a óbito. Diante deste grande perigo, é importante estarmos atentos aos perigos que os frutos do mar podem oferecer a quem é alérgico. Por que frutos do mar causam alergia? Alergias alimentares são causadas por uma reação adversa do corpo devido ao tipo de alimento que ingerimos. Essa reação é causada pelo sistema imunológico e provoca sintomas que têm o risco de aparecer na pele, no sistema digestivo e na respiração – o que pode ser fatal. O grau de complexidade da alergia varia de acordo com cada caso. A reação do sistema imunológico pode causar apenas uma coceira na pele e nos lábios, mas em níveis mais graves pode provocar até mesmo paradas cardiorrespiratórias. Qualquer tipo de alimento pode causar alergias, seja leite de vaca, ovos, trigo, castanhas, amendoins, e claro, frutos do mar. A alergia a frutos do mar (moluscos e crustáceos) pode provocar choques anafiláticos, o que causa reações graves e coloca a vida do acometido em risco. Moluscos e crustáceos Os moluscos são compostos por mexilhões, polvos, lulas, ostras e lesmas do mar. Já a classe dos crustáceos é composta por camarões, caranguejos, lagostas e lagostins. Normalmente, quem é alérgico a algum tipo de molusco também é alérgico a todos os outros. Por isso, não se engane. Se você já apresentou alergia a polvos, por exemplo, provavelmente será alérgico também a mexilhões e outros tipos. Essa premissa também é válida para os crustáceos. Sintomas de alergia  Os sintomas mais comuns de alergia a frutos do mar podem ser: vômitos, falta de ar, tosse, pulso fraco, tontura, coceira na pele, lábios e língua e em outras partes do corpo. As reações alérgicas são mais comuns durante a idade adulta. Contudo, é necessário se atentar a crianças que possuem asma, pois elas são as mais suscetíveis às chances de desenvolver reações alérgicas a frutos do mar. Algo importante que precisamos ressaltar é que, de modo geral, quem é alérgico a frutos do mar (crustáceos e moluscos) não possui ,necessariamente, alergia a peixes (atum, salmão, etc). Por isso, fique atento. Como descobrir se tenho alergia a frutos do mar?  A melhor maneira de descobrir se você é alérgico a frutos do mar é através do teste de alergia. Existem vários tipos de testes para verificar se o paciente possui alergia. O mais comum é o teste cutâneo. Neste teste, a camada superior da pele é atingida e exposta ao antígeno de que se suspeita a alergia. Se a pele ficar avermelhada, como se tivesse sido picada por um inseto, o resultado é positivo. Quer verificar se possui alergia a frutos do mar? Consulte um médico alergista e peça por um exame. O teste é rápido e simples. Se previna e cuide da sua saúde. Em caso de emergência: A Medicar oferece cobertura para emergências 24h por dia, que atendem planos individuais, familiares e empresariais. Entre em contato conosco para receber o serviço de qualidade Medicar! Fale conosco agora!

Parada cardiorrespiratória: saiba quais são as principais causas 

Parada cardiorrespiratória: saiba quais são as principais causas A parada cardiorrespiratória ocorre quando o coração para de bater e a pessoa para de respirar. Nessa situação, a ajuda médica precisa ser acionada imediatamente, e enquanto o atendimento é aguardado, a massagem cardíaca deve ser iniciada para que o coração volte a pulsar. Causas  A parada cardiorrespiratória pode ser gerada por diversas causas, e as principais correspondem a afogamento, infarto agudo do miocárdio, hemorragia, choque elétrico, infecção grave, acidentes vasculares e arritmia cardíaca. Sintomas  Os sintomas mais comuns de uma parada cardiorrespiratória incluem dor no peito, falta de ar, suor frio, sensação de palpitação, tonturas, desmaios e vista turva ou embaçada. Além desses sintomas, a ausência de pulso ou a falta de respiração indicam que o coração parou de bater. Em casos de parada cardiorrespiratória, é necessário chamar imediatamente o atendimento médico e iniciar os primeiros socorros em alguns passos: ·       Verificar se a vítima está consciente; ·       Caso esteja inconsciente, verificar se há batimentos cardíacos e respiração; ·       Caso esteja respirando normalmente, a vítima deverá ser colocada em posição lateral de segurança e uma ambulância deverá ser imediatamente acionada; ·       As roupas da vítima deverão ser desatadas, e em seguida sua cabeça deverá ser erguida para liberar a passagem de ar; ·       30 compressões torácicas deverão ser realizadas de forma ritmada, seguidas de dois processos de respiração boca a boca. Conte com uma equipe de emergência Vale ressaltar que nenhum procedimento supre a necessidade do atendimento médico. A Medicar disponibiliza um time qualificado de profissionais da saúde preparados para lidar com as mais diversas situações. A empresa oferece atendimento domiciliar com o apoio de modernas Unidades Móveis, todas equipadas com um completo aparato médico necessário para atender dos casos simples aos mais graves. Além disso, ela possibilita um atendimento médico via telefone, disponível 24 horas para sanar possíveis dúvidas.

Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar?

Traumatismo craniano: o que é? E quais sequelas pode causar? O traumatismo craniano é uma lesão que atinge somente o crânio, normalmente ocasionada por um forte impacto. Pode causar danos graves ao cérebro, como contusão ou coágulo sanguíneo. Neste último caso, o traumatismo craniano passa a ser chamado de traumatismo cranioencefálico. Causas  As causas do traumatismo craniano podem envolver qualquer acidente em que a cabeça seja fraturada, como em quedas ou acidentes de carro. Sintomas  · Alteração no nível de consciência; · Falas desconexas; · Dor de cabeça intensa; · Esquecimentos; · Hematomas e/ou inchaço na cabeça; · Perda da orientação temporal; · Náusea; · Vômito; · Ferimentos extensos; · Sangue ou outro líquido saindo pelo nariz ou pelas orelhas. Nem sempre esses sinais comprovam um caso de traumatismo craniano. Se batermos a cabeça e sentirmos qualquer um dos sintomas supracitados, precisamos buscar por ajuda clínica imediatamente para que o médico possa descobrir a causa desses sintomas. Tratamento  O traumatismo craniano tem cura? Sim, porém pode gerar sequelas graves, como o coma, a epilepsia, paraplegia ou cegueira. O tratamento deve ser feito pelo neurologista. É geralmente iniciado por exames diagnósticos, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética. É por meio dos exames que são detectados os possíveis danos provocados ao cérebro ou fraturas no crânio. Assim, no caso de existirem danos leves, podem ser utilizadas injeções anticoagulantes para evitar a formação de coágulos no cérebro. Medicamentos intravenosos agem contra a inflamação cerebral e possibilitam a alta do paciente em até 48 horas após o internamento. O paciente, no entanto, deve manter a medicação via oral sob a orientação do médico. Já nos casos de traumatismo craniano grave, em que há a presença de hemorragias internas, fraturas ou lesões cerebrais graves, o método cirúrgico poderá ser acionado. Nessa situação, o internamento pode ser prolongado por vários dias. Conte com uma equipe de emergência A Medicar disponibiliza um time qualificado de profissionais da saúde preparados para lidar com as mais diversas situações. A empresa oferece atendimento domiciliar com o apoio de modernas Unidades Móveis, todas equipadas com um completo aparato médico necessário para atender dos casos simples aos mais graves. Além disso, ela possibilita um atendimento médico via telefone, disponível 24 horas para sanar possíveis dúvidas.

Sarampo: saiba mais sobre a doença!

Sarampo: saiba mais sobre a doença! O sarampo é uma doença infecciosa grave causada por um vírus. Sua transmissão ocorre por secreções das vias respiratórias, como quando o doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é de cerca de 12 dias, mas a transmissão pode ocorrer antes do aparecimento dos sintomas e estender-se até o quarto dia após o surgimento de placas avermelhadas na pele. Sintomas: Os sintomas de sarampo mudam conforme o passar dos dias, e dependem também da gravidade com o que a doença progride nos primeiros dias. São eles: – Febre acompanhada de tosse; – Irritação nos olhos; – Coriza; – Mal-estar intenso. Do segundo ao quarto dia desse período os sintomas iniciais se agravam, e ainda surgem outros sinais de sarampo, como: – Manchas vermelhas (que não coçam e podem aparecer atrás das orelhas); – Fraqueza. As manchas avermelhadas geralmente progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. Além dos sintomas supracitados, também podem ocorrer infecção nos ouvidos, pneumonia, diarreia, convulsões e lesões no sistema nervoso. Diagnóstico e tratamento: O diagnóstico do sarampo é feito pelo exame clínico, após a confirmação através do exame de sangue. Como melhor forma de tratamento destaca-se a prevenção, ou seja, o tradicional método de vacinação, já que o tratamento visa apenas o alívio dos sintomas. Nele, o paciente deve: – Fazer repouso; – Ingerir bastante líquido; – Comer alimentos leves; – Lavar os olhos com água morna; – Tomar antitérmicos para baixar a febre quando ela provocar muito mal-estar.   Quem deve se vacinar?   A vacina deve ser aplicada em duas doses: a primeira deve ocorrer a partir do 12º mês de vida da criança, e a segunda entre os 15 aos 24 meses, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm). Mulheres grávidas e indivíduos imunodeprimidos são as exceções vetadas de tomar a vacina. Adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença na infância também devem se vacinar. A campanha de vacinação deste ano visa atingir jovens de 15 aos 29 anos. Ela é aplicada em uma dose para a população geral, e os profissionais de saúde devem receber duas aplicações.